segunda-feira, 8 de julho de 2019

AMIGOMEU COMENTA LANÇAMENTO DO LIVRO DESMIOLADOS 3

Amigomeu apareceu cedo lá em casa neste domingo. Passou para adquirir o livro Desmiolados Volume 3. Já saiu detonando:
- Trinta e cinco paus é muito caro. Aliás, tu é que devias me pagar para contar as minhas histórias. Baita mentiroso. Espero que não tenhas contado sobre aquela vez que eu pisei num cagalhão na rua e entrei num consultório médico sem me dar conta do estrago.
- Essa eu não botei no livro, só no blog Vidacuriosa. A única história com teu nome foi de um suposto parente teu na época de Cristo.
  Entre um mate e outro, Amigomeu me contou que esteve no sábado no Chale da Praça XV. Afirmou que "não seria um friozinho de nada que o impediria de prestigiar o amigo. Mas, atrapalhado e xucro como sempre, achou que o lançamento do livro  fosse na Casa de Cultura Mario Quintana. Além disso, confundiu o horário das 17h com sete da noite e esperou um tempão no lugar errado. Quando por fim descobriu que era no Chalé da Praça XV, diante do Mercado Público, acabou se atrasando.
- Mas bá, tchê! Quando cheguei lá a tal sessão de autigrafos já tinha acabado e me disseram que tu já tinhas ido embora. Daí fiquei ouvindo uns caras tocando. Tim um tal de Quindim, que toca uma enormidade o saxofone. Me disseram que, na infância, o tal Quindim tinha sido menino de rua. Me emocionei com a história dele dele e com a música embora não  faça o meu gosto, ele não toca Gildo de Freitas nem Teixerinha. Mas no sax o cuera é taura. Também gostei do tal de Jota Agá, outro nome esquisito, e dos guitarristas Luciano Riquez e o Roberto Azevedo.
- Aí eu tive que corrigir o Amigomeu:
- Em primeiro lugar, o nome do saxofonista não é Quindim, é King Gin. E ele não foi menino de rua. Ele se consagrou como músico, compositor de uma das melhores bandas de Porto Alegre, a Garotos da Rua. E o guitarrista não é Roberto Azevedo, é Ricardo Azeredo, um ex-reporter da
 RBS TV.
Amigomeu não se dá muito bem com as letrinhas,mas gosta de ler textos bem-humorados e simples. Ele deu uma olhada no livro e gostou. Mas criticou um erro logo no meu texto de apresentação em que eu escrevi Papel Noel em vez de Papai Noel.
- Bá, tchê! Logo tu que é revisor.
Sobre o lançamento do livro ele gostou da alegria incontida dos participantes. "Pareciam um bando de gansos em taipa de açude."

quarta-feira, 19 de junho de 2019

DEZMIOLADOS LANÇAM LIVRO NO CHALÉ DA PRAÇA XV NO DIA 6 DE JULHO

No final de 2016, o jornalista Auber Lopes de Almeida e o administrador de empresas Paulo Pruss, que gostam de escrever, resolveram editar um livro na forma de uma coletânea de crônicas. Para isso, convidaram outros oito parceiros que, como eles, produziam textos em uma rede social. Assim, nasceu o livro “Dezmiolados”.
A aceitação foi enorme e imediata, o que motivou a criação de uma editora, a Farol 3 Editores, organizada por Auber, Pruss e a designer Vanessa Correa. Com a ida de Pruss para Aracaju, a Farol 3 Editores virou um "trio de dois". No próximo dia 6 de julho, haverá o lançamento do Desmiolados 3, a partir das 17h, no Chalé da Praça XV, no centro de Porto Alegre. O prefácio é do saxofonista, compositor e cantor King Jim, uma lenda do rock gaúcho.
     A cada edição, o time de autores, sempre em número de dez, é renovado. Fazem parte, desta vez, Caco Belmonte, Flávio Dutra, Jorge Hugo Souza Gomes, Luciano Riquez, Mateus Silva, Paulo Leônidas, Plínio Nunes, Ricardo Azeredo, Vitor Hugo Castro Pereira e Wilson Rosa.
Além do livro, do show, das loucuras dos participantes, quem for de carro próprio ao evento não terá qualquer problema para estacionar. A área do Largo Glênio Peres recebe gratuita e livremente os veículos.
Entre os autores desta coletânea está o autor deste blog, Plínio Nunes, que colabora com quatro contos. Um deles "revela" que o futebol não foi criado primeiro pelos ingleses, pouco antes de 1900, mas pelos índios guaranis, pouco anos antes da chegada dos portugueses ao Brasil. Outra ficção é sobre o Alambrador Violinista, um aramador dos Campos de Seival, na Campanha,  que se encantou com a Ospa durante uma visita a Porto Alegre.  As histórias do Amigomeu Silva da Silva também fazem parte do livro. Algumas das peripécias desse índio grosso barbaridade e da curiosa família dele podem ser lidas aqui neste blog.




quinta-feira, 6 de junho de 2019

domingo, 2 de junho de 2019

DA SÉRIE 'REVISANDO DITADOS ANTIGOS'

Quem espera sempre alcança
Quem criou esse ditado teve a clara intenção de ajudar seus semelhantes para que persistam na luta por seus objetivos e não desistam mesmo que os resultados demorem. É possível também que seja uma maneira de impedir reclamações contra responsáveis por eventuais demoras.
Na verdade, se formos examinar detidamente o ditado, veremos que nem todos os que esperam alcançam. Seis milhões de judeus que esperaram por milagres que os manteriam vivos antes e durante a Segunda Grande Guerra, não alcançaram as graças apesar de suas orações por liberdade e vida. Morreram, esperando, na câmara de gás. Igualmente, milhões de negros pereceram no cativeiro, pedindo ajuda aos deuses dos seus ancestrais.
Diante disso, o ditado correto seria: Quem desiste nunca alcança. Quem criou o ditado em epígrafe ou errou na concepção ou traduziu o brocardo erradamente de outro idioma de onde teria sido dito pelo primeira vez.
É incontestável que todo aquele que desiste de algo abre mão do resultado esperado. Mas quem espera até pode alcançar alguma coisa, mas não necessariamente sempre, nem tudo.

domingo, 19 de maio de 2019

AS LEMBRANÇAS E A SAUDADE QUE AS FLORES TRAZEM


Toda vez que vejo certa flor,
logo me lembro dela.
Pode ser vermelha ou amarela.
Não é flor das mais famosas
como a rosa,
mas está entre as mais belas.
Não é fácil de pronunciar,
proparoxítona, linda e cheirosa, 
cada vez que a vejo
lembro-me daquela manhã esplendorosa
em que a conheci, risonha e amável
e que deixou minh'alma esperançosa.
Hoje ao passar na floricultura,
que parece um álbum de foto dos meus amores
vi todo o tipo de flores.
Mas não estava ali a preferida dela,
a minha linda Gérbera.






domingo, 5 de maio de 2019

25 ANOS SEM MARIO QUINTANA

Quase todos os dias penso no poeta Mario Quintana. Sempre tem algum fato que me remeta às inteligentes e belas poesias que ele escreveu. Com frequência leio na Internet algo referente ao maior poeta do Rio Grande do Sul e um dos maiores do Brasil. Várias vezes me surpreendo postando alguma coisa sobre o que o poeta escreveu ou pensando no que ele diria se ainda estivesse por aqui.
    Hoje, quando se completam 25 anos da passagem de Mario Quintana para a redação celestial, não tenho como deixar de postas aqui a minha homenagem, o meu reconhecimento e o meu agradecimento pela obra que esse poeta alegretense deixou.
  Tive o privilégio e o prazer de ter conhecido Mario de Miranda Quintana. E, mais do que isso, ter convivido com ele, embora nunca tenhamos conversado. Trabalhamos na mesma empresa, a Caldas Júnior, na mesma época, de 1976 a 1984. Ele no Correio do Povo, eu na Folha da Manhã e depois na Folha da Tarde. Recordo das tantas vezes que o vi caminhando pela Rua da Praia ou na Praça da Alfândega. Numa forcei uma conversa porque respeitava o seu direito de caminhar livremente com seus maravilhosos pensamentos.
   Num dos meus primeiros empregos como jornalista, na Rádio Gaúcha, certa vez fui designado para colher uma gravação curta do poeta para colocar em um programa noticioso da emissora. Lá fui eu, ainda foca, com um gravador, para entrevistar o grande poeta. Na escola Inácio Montana, onde ele estava lançando um livro.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

POEMINHA TROCADILHADO E AMALUCADO


CONTRA A DEPRESSÃO, DÊ PRESSÃO

   Na segunda, ficou contando os segundos na cama;
                              na terça, rezou um terço;
                              na quarta,  ficou mais tempo ainda no quarto;
                              na quinta, saiu para a quinta, respirou ar puro e comeu frutas;
                              na sexta, rasgou tudo o que escreveu e jogou na cesta;
                             no sábado e no domingo, mais uma vez sentiu-se livre e foi viver a vida.

domingo, 24 de março de 2019

POSTADO NO FACEBOOK

Por causa tua,

exclusivamente tua,
fui assaltado na rua.

Parei pra decidir se te esquecia, 
se te abandonava, ou se tentava, outra vez,
e pra ti voltava.
Foi essa dúvida cruel
que me assaltou.


quarta-feira, 20 de março de 2019

DE REPENTE, O OUTONO CHEGA AO SUL DO HEMISFÉRIO PÚBLICO, ESFRIANDO O TEMPO E PUXANDO FOLHAS

Nada é mais triste do que a imagem de uma rua margeada por plátanos à saída de um cemitério, numa manhã surpreendentemente fria de outono, folhas caindo, com uma família toda de preto. 0 pai, de sobretudo; a mãe, com um lenço na cabeça; e o casal de filhos pequenos, todos andando juntos, quase abraçados; estampando no rosto, e principalmente nos quatro pares de olhos, uma vermelhidão produzida pelo início de uma grande e dolorosa saudade.

sábado, 9 de março de 2019

UMA PORTO ALEGRE À ESPERA EM VÁRIOS PONTOS DA CIDADE


Um estádio que virou tapera
Por onde quer que eu ande, pelas ruas de Porto Alegre, vejo cenas que não combinam com aquela cidade bonita que eu conheci no início da década de 70. Em cada canto vejo desleixo, com  a cidade à espera de algum conserto, de alguma reforma, de alguma providência. Não preciso sair longe da minha casa, no bairro Medianeira, para ver isso.
No limite entre os bairros Medianeira, o estádio Olímpico,que foi ponto turístico e palco de grandes partidas, o Olímpico virou uma tapera desde que o Grêmio se transferiu para a nova Arena, na Zona Norte, edificada em negociação até hoje não muito bem compreendida. Aguardando uma decisão, o estádio é invadido, às vezes, por vândalos e ladrões. 
O último jogo no Olímpico aconteceu em 2013, quando o Grêmio ganhou do Veranópolis por 1 a 0. Um ano antes, era erguida a Arena no Bairro Navegantes. Pelo acordo com a construtora OAS, o Olímpico seria demolido para que a empresa construísse um condomínio residencial no local. Mas a OAS foi acusada, na Operação Lava Jato, de  pagar propinas a políticos, além de fraudes, cartéis e outras irregularidades. Com isso, todas as obras prometidas em relação ao entorno da Arena não foram realizadas, e o Olímpico não foi totalmente entregue. O Olímpico de tantas glórias vai esperar num canto, ao que parece, eternamente.
Olímpico em ruínas à espera das negociações entre Grêmio e OAS


Aqui um relógio marcava hora
 e temperatura
Nas proximidades, do Olímpico, um outrora suporte de relógio e marcador de temperatura permanece desativado desse julho de 2015, quando o então prefeito José Fortunati rescindiu o contrato com a empresa que fazia a manutenção dos equipamentos. A prefeitura diz que já estão sendo feitas tratativas para a contratação de uma nova empresa para instalar um sistema diferente do que havia da Ativa. 
Além de mostrar as horas e a temperatura, o equipamento deverá ter, segundo o prefeito Nelson Marchezan Júnior, câmeras de segurança e outros serviços, como medidores de radiação solar incluindo um painel do cidadão com informações diárias e alguns ainda poderão ter Wi-Fi gratuito.De acordo com a prefeitura, Porto Alegre terá relógios digitais da Ilha da Pintada, no oeste da cidade, até o bairro Restinga, localizado na zona sul do município.

No dia 21 de maio de 2019, a prefeitura prometeu que os 168 novos relógios digitais de rua serão implantados até o final de 2021. Afirmam os técnicos que o primeiro relógio, de forma experimental, deverá estar funcionando em outubro deste ano. Com os anúncios de obras a prefeitura não costumam ser cumpridos, só nos resta esperar.


Texto atualizado em 22 de maio de 2019









POESIAS VELHAS NOS ÔNIBUS

Há dois anos não se renovam as poesias do ônibus e do trem. As alegações de falta de dinheiro para abrir mão de eventos de cultura parecem não ter sentido neste caso, já que não há prêmio em dinheiro para os classificados nem qualquer despesa com alguma estrutura. Além disso, a participação de empresas de ônibus e o Trensurb provavelmente se responsabilizam por eventuais gastos.





Aqui a quadra de esporte
está abandonada
Diante do Olímpico, no lado oeste, na rua Gastão Mazeron, a quadra pública para jogos de futsal e basquete já não tem as goleiras e muito menos as tabelas para as cestas. As telas apresentam rombos dando um ar de abandono e relaxamento. A própria via, aliás, que deveria sido transformada em um corredor de ônibus para fazer uma ligação com a III Perimetral que ligará vários bairros sem passar pelo Centro, permitindo o tráfego da zona sul para o Aeroporto Salgado Filho Filho, deveria ter sido concluída em 2014.


Aviso à EPTC: não precisa
mandar fazer placa nova
   Se a EPTC precisar colocar placa avisando que à direita o motorista pode seguir livre, não precisa gastar para construir uma. É só arrancar a placa que existe na Rua José de Alencar, na esquina com as ruas Mariano de Mattos e Tenente Coronel Faria Lima, no limiar entre os bairros Medianeira e Menino Deus. Essa sinalização foi colocada ali há muitos anos quando não havia uma sinaleira para pedestre na rua José de Alencar. Assim, quem seguia em direção à Avenida Getúlio Vargas podia seguir tranquilamente. 
    Com a colocação de um semáforo ali (veja entre o poste e o suporte da placa na foto), a indicação não foi retirada dali e ficou sem sentido. Pior, permaneceu com a informação errada. Um desperdício que pode causar problemas para um motorista desavisado.

   Saindo um pouquinho do bairro, o Centro está minado de obras paradas. Prédios abandonados é o que mais tem. A foto abaixo é da Casa Azul, prédio histórico que está interditado por decisão judicial desde o dia  26 de maio de 2016. Com a iminência de causar algum dano aos pedestres e motoristas, a edificação foi protegida por tapumes e andaimes. Trechos das ruas próximas foram interditados. Há três anos, a prefeitura e os proprietários negociam uma saída para o caso, a fim de que a Rua Riachuelo, na esquina com a Marechal Floriano seja liberada. Conforme a prefeitura, os proprietários têm uma dúvida de 200 mil de IPTU. Uma reforma na fachada do prédio teria atualmente um custo de 1,6 milhão de reais. Certamente, essa situação vai ficar indefinida ainda por muitos anos.



Quem sai do Centro para a Zona Sul da Capital, costeando o Guaíba, repara uma estrutura de metrô de superfície, chamado de aeromóvel. É uma espécie de Coliseu romano ou Arco da Lapa, porém sem a história das ruínas de Roma ou dos restos de um aqueduto que existiu no Rio de Janeiro. O Aeromóvel criado pelo engenheiro Arthur Coester funciona com impulso produzido a ar comprimido. Um protótipo foi construído no Gasômetro com a plata forma e o trem para os testes. Porém. Coester e as autoridades da  época não se acertaram e o Aeromóvel não foi implantado. O mesmo projeto foi instalado depois em Jacarta, na Indonésia. Em 2013, uma linha curta de aeromóvel foi estabelecida interligando a estação Aeroporto do metrô com o terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho.


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'Locomotiva" do Aeromóvel' está quase escondida na vegetação


Início da linha, como mostra, diante da Usina do Gasômetro


Estrutura do Aeromóvel: Arcos da Lapa, mas sem história





quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

REANALISANDO OS DITADOS ANTIGOS

ANALISANDO DITADOS ANTIGOS

A propaganda é a alma do negócio

Na verdade, a propaganda é a arma do negócio. A alma é a qualidade do produto, dos serviços e do atendimento correto ao público e aos parceiros. É a honestidade de quem produz e negocia, é a missão de prestar bom serviço à comunidade e ser recompensado por isso.
  A propaganda é a arma que o negócio usa para ter visualização, para se defender sem matar ninguém. Propaganda enganosa é tiro no próprio pé. Não é arma para forçar ninguém a comprar, é para cativar o cliente a usar seus produtos e serviços a voltar.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

VOCÊS SABE POR QUE A CORUJA É O SÍMBOLO DA SABEDORIA

Ao ler, "O Livro da Mitologia", de Thomas Bulfinch, que me caiu às mãos, outro dia, finalmente descobri por que várias pessoas que conheci, principalmente advogados e um delegado da Polícia, colocavam imagens de coruja sobre suas mesas de trabalho ou estantes. Eu já sabia que era um símbolo de sabedoria, que era usado também por faculdades de filosofia. Nas não conhecia a origem disso.
 Lendo o livro sobre mitologia, soube que a coruja era a ave favorita de Minerva, deusa da sabedoria. Minerva nasceu de Júpiter sem ter tido mãe, saída da cabeça dele completamente pronta. A partir de um episódio, passou  ser também o símbolo de um desempate, inicialmente na política. O Voto de Minerva vem de um julgamento de Orestes, acusado de ter matado a mãe e o amante dela para vingar o assassinato do pai. Após um empate entre os 12 jurados, Minerva, que presidia o júri, decidiu-se pela absolvição.
  Também me ocorreu a origem da expressão "mãe coruja", a partir de uma fábula o francês La Fontaine, reescrita por Monteiro Lobato e vários outros autores. "Uma águia acidentalmente cravou um espinho em uma das patas e ficou pendurada, sem condições de se mexer e correndo o risco de morrer de inanição. A coruja  apiedou-se e retirou o espinho e salvou a águia que ficou muito agradecida e perguntou o que poderia fazer para recompensar a outra. A coruja pediu apenas que não comesse seus filhotes e perguntou como eles eram para cumprir o prometido. A coruja disse que seus filhos eram lindos. Um dia, voando em busca de comida, a águia viu alguns filhotes muito feios em um ninho e os comeu, acreditando que não poderiam ser os filhos da coruja. A mãe foi reclamar da águia e ouviu que a culpa era dela própria por achar lindos os filhotes que não o eram. Com isso, criou-se outro ditado: "Quem ama o feio, bonito lhe parece."

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

TESTE DE ANO-NOVO


Você tem paciência?

1) Você coloca algo no micro-ondas. Você espera a contagem regressiva chegar ao zero ou interrompe e acha que já está bom mesmo com tempo ainda de 5 ou 6 minutos?
2) Você chega diante do elevador, onde já havia uma pessoa e, como está demorando, você aperta mais uma ou duas vezes o botão? E, quando o elevador chega, você entra antes de saírem os que chegaram?
3) Você vai atravessar a rua e espera abrir o sinal para pedestres ou cruza se não vem carro perto ou em alta velocidade?
4) Você faz um pedido de orientação de itinerário o motorista e, se ele pensa um pouco pra responder, você pergunta ao cobrador?
5) Se você sai do táxi e o motorista demora a lhe dar o troco você se irrita e diz: deixa assim?
6) Se o trânsito está lento na autoestrada, você buzina pedindo passagem e ultrapassa pelo acostamento?

7) Você só gosta de pescar em arroio cheio de lambaris e não gosta de rio onde a boia ligada ao anzol custa a afundar?

Você pensa em fazer um teste com 10 perguntas mas termina na sétima?

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

ECONOMIA X FALTA DE SORTE (OU NÃO)

Se eu tivesse guardado em uma caixinha todo o dinheiro que entreguei para participar de bolões de loterias e aquelas quantias que eu deixei de pagar por não participar de outros bolões, eu hoje teria um valor bem interessante. Quem sabe não daria para comprar um violão, desejo de aquisição que me martela a cabeça ultimamente?