quarta-feira, 19 de junho de 2019

DEZMIOLADOS LANÇAM LIVRO NO CHALÉ DA PRAÇA XV NO DIA 6 DE JULHO

No final de 2016, o jornalista Auber Lopes de Almeida e o administrador de empresas Paulo Pruss, que gostam de escrever, resolveram editar um livro na forma de uma coletânea de crônicas. Para isso, convidaram outros oito parceiros que, como eles, produziam textos em uma rede social. Assim, nasceu o livro “Dezmiolados”.
A aceitação foi enorme e imediata, o que motivou a criação de uma editora, a Farol 3 Editores, organizada por Auber, Pruss e a designer Vanessa Correa. Com a ida de Pruss para Aracaju, a Farol 3 Editores virou um "trio de dois". No próximo dia 6 de julho, haverá o lançamento do Desmiolados 3, a partir das 17h, no Chalé da Praça XV, no centro de Porto Alegre. O prefácio é do saxofonista, compositor e cantor King Jim, uma lenda do rock gaúcho.
     A cada edição, o time de autores, sempre em número de dez, é renovado. Fazem parte, desta vez, Caco Belmonte, Flávio Dutra, Jorge Hugo Souza Gomes, Luciano Riquez, Mateus Silva, Paulo Leônidas, Plínio Nunes, Ricardo Azeredo, Vitor Hugo Castro Pereira e Wilson Rosa.
Além do livro, do show, das loucuras dos participantes, quem for de carro próprio ao evento não terá qualquer problema para estacionar. A área do Largo Glênio Peres recebe gratuita e livremente os veículos.
Entre os autores desta coletânea está o autor deste blog, Plínio Nunes, que colabora com quatro contos. Um deles "revela" que o futebol não foi criado primeiro pelos ingleses, pouco antes de 1900, mas pelos índios guaranis, pouco anos antes da chegada dos portugueses ao Brasil. Outra ficção é sobre o Alambrador Violinista, um aramador dos Campos de Seival, na Campanha,  que se encantou com a Ospa durante uma visita a Porto Alegre.  As histórias do Amigomeu Silva da Silva também fazem parte do livro. Algumas das peripécias desse índio grosso barbaridade e da curiosa família dele podem ser lidas aqui neste blog.




quinta-feira, 6 de junho de 2019

domingo, 2 de junho de 2019

DA SÉRIE 'REVISANDO DITADOS ANTIGOS'

Quem espera sempre alcança
Quem criou esse ditado teve a clara intenção de ajudar seus semelhantes para que persistam na luta por seus objetivos e não desistam mesmo que os resultados demorem. É possível também que seja uma maneira de impedir reclamações contra responsáveis por eventuais demoras.
Na verdade, se formos examinar detidamente o ditado, veremos que nem todos os que esperam alcançam. Seis milhões de judeus que esperaram por milagres que os manteriam vivos antes e durante a Segunda Grande Guerra, não alcançaram as graças apesar de suas orações por liberdade e vida. Morreram, esperando, na câmara de gás. Igualmente, milhões de negros pereceram no cativeiro, pedindo ajuda aos deuses dos seus ancestrais.
Diante disso, o ditado correto seria: Quem desiste nunca alcança. Quem criou o ditado em epígrafe ou errou na concepção ou traduziu o brocardo erradamente de outro idioma de onde teria sido dito pelo primeira vez.
É incontestável que todo aquele que desiste de algo abre mão do resultado esperado. Mas quem espera até pode alcançar alguma coisa, mas não necessariamente sempre, nem tudo.