terça-feira, 11 de agosto de 2020

DICAS SOLTAS DE CRASE

ara identificar se uma expresão é caso de crase ou não, é só se dar conta que tem artigo feminino diante do país ou cidade que permite a contração com a preposição homônima que significa para. Se dizemos a Inglaterra, então é caso de crase. Vou à Inglaterra, ou para a Inglaterra. Já no caso de Roma, vou a Roma.

  Mas atente: se for à Roma dos Césares, aí existe um artigo feminino definido a, que determina a contração.

No caso  cidade "Fui à Tacuarembó dos meus avós" é artigo definido, com elipe de palavra feminina  cidade cidade ou terra.

Outra dica igualmente importante: para ocorrer caso de crase, é preciso que o verbo anterior seja transitivo indireto, ou seja, necessite de preposição. Alguns exemplos. Amo a Bahia. Vou à Bahia. A enfermeira assistiu à cirurgia. (Atuou nos trabalhos.) A enfermeira assistiu à cirurgia da mãe do lado de fora da sala de CTI. O patrão atendeu a funcionária e falou com ela sobre aumento. (Concordou em ouvi-la.) O patrão atendeu à reivindicação da funcionária. (Atendeu ao pedido dela.) O gerente visou o cheque do cliente. O gerente visava à promoção que o banco oferecia aos seus empregados.(ou visava àquela promoçâo) O show encerrou as transmissões do programa. O show encerrou-se pontualmente às 23h. A casa incendiou-se às 14h15min. O toco do cigarro aceso incendiou a casa. O fogo queimou até a garagem.( Inclusive à Garagem. O fogo foi queimando da porta da frente até a entrada da garagem. (O limite foi a entrada da garagem.)

terça-feira, 28 de julho de 2020

MEUS AMIGOS ESCRITORES E SUAS OBRAS QUE ME FAZEM COMPANHIA

          Desde pequeno, gosto de ler. Ter amigos escritores é um privilégio. Como não tenho verba suficiente para comprar, satisfaço-me com os livros que ganho. E costumo utilizar as bibliotecas para pegar as obras clássicas. Alguns dos livros mais recentes que ganhei, tive também a honra e a alegria de participar da edição como revisor. Os escritores nem sempre podem doar seus livros para todos os seus amigos. Também não podem adquirir todas as obras escritas por eles.
 Por isso, é sermpre uma dávida quando recebo um exemplar, principalmente qando o livro vem acompanhado do autógrafo do autor. Apresento aqui os exemplares escritos por amigos que estão na minha estante com dezenas de outros.

Angélica Rizzi - Jornalista, cantora, escritora e poeta, Angélica é natural de Estrela (RS). Amiga virtual de quem já revisei vários livros, é autora de Todos os Amigos de Clarice, um livro dedicado ao público infantil.

Antonio Goulart -  Colega na Caldas Júnior e em Zero Hora, Antônio nasceu no distrito de Pinheiro Grosso, interior de Vacaria em 1 de julho de 1935.  Anotações de um Leitor Curioso - Editora Movimento / Porto Alegre, foi editado em 2019.

Ari Riboldi - Natural de Serafina Corrêa/RS, Ari é técnico em assuntos educacionais e professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. É professor concursado da prefeitura de Porto Alegre. Amigo virtual. O Bode Expiatório - Origem de palavras , expressões e ditados populares com nomes de animais Editora AGE / Porto Alegre, 2009, está na minha agenda juntamente com o volume 2.

Carlos Urbim -  Nascido em Santana do Livramento em 4 de fevereiro de 1948 e falecido em 13 de feveveiro de 2015. Colega na Folha da Manhã e em Zero Hora. Formou-se em Jornalismo na Ufrgs. Entre outras funções, foi diretor da Rádio da Universidade. Os Farrapos, Zero Hora Editora Jornalística, foi lançado em 2005, com edição do meu ex-colega Pedro Haase.

Cássio Gomes Lopes-  Conterrâneo de Bagé e amigo virtual, Cássio é historiador. Foi um dos fundadores Núcleo de Pesquisas Histórias de Candiota. Mistérios da Noite - Causos de Assombrações, Editora Palotti, Santa Maria RS, 2014. É autor também de A Rainha da Fronteira - Fragmentos da história de Bagé, com a participação de Edgard Lopes Lucas. E também Batendo Tição, Causos de Gaúchadas estão em meu acervo. 


Darci Demétrio - Ex-colega da Caldas Júnior e de Zero Hora, com atuação nas editorias de Polícia. Com apresentação de Luis Fernando Verissimo, Não Quebre a Cara, Introdução à Prática do Jornalismo, foi publicado pela Editora Vozes em outubro de 1990, além de funcionar como um manual de jornalismo, é um retrato de como funcionava um jornal, no caso Zero Hora. Jornalista pratico-licenciado, Darci Demétrio da Silva começou sua carreira em 1958, no semanário Alvorada, de Caxias do Sul, sua terra natal. Trabalhou em agências publicitárias gaúchas e cariocas na década de 60. Ganhou Prêmio Esso Regional com a reportagem o Homem Errado, publicada em Zero Hora em 1976 e também o Prêmio Direitos Humanos do Movimento de Justiça e Direitos Humanos.

Eduardo Bueno, o Peninha. Ex-colega de Zero Hora. Jornalista, historiador, escritor e tradutor. A Viagem do Descobrimento - Um outro olhar sobre a expedição de Cabral editora Objetiva, 2006. Bom Humor e criatividade ao contar a história do Brasil. Peninha trabalhou nos principais jornais e TV brasileiros. Os dois primeiros livros da coleção Terra Brasilis, A Viagem do Descobrimentos e Náufragos, Traficantes e Degradados, ganharam a menção de altamente recomendadável  e o prêmio de melhor informativo  da Fundacão Nacional do Livro Infantojuvenil . A Viagem do Descobrimento ganhou prêmio Jabuti em 1999.


Eduardo Guimarães - Ex-colega da Faculdade de Jornalismo da Ufrgs, escreveu Histórias de uma Guerra Absurda, pela editora Libretos, em 2000. Dramas reais sobre uma realidade local e nacional que não muda.

Eduardo Rodrigues - Ex-colega do Diário Gaúcho. Natural de General Câmara, Eduardo escreveu sobre o cassino de oficiais  da sua cidade. Sem Bossa Não Há quem Possa! Cassino dos Operários, uma história, foi editado pela Martins Livreiro, editora, e tive a honra de revisá-lo. Eduardo começou como repórter da jornal NH, do Grupo Sinos, de Novo Hamburgo. Trabalhou em assessorias de imprensa do governo do Estado e da prefeitura da Capital. Foi repórter do Correio do Povo entre 1999 e 2000 e integrou a redação do Diário Gaúcho.

Erika Hanssen - Nascida em Porto Alegre, Erika trabalhou na Folha da Tarde e em Zero Hora e em ambos os veículos foi colega do autor do blog. Atuou em outros órgãos de comunicação e é formada pela PUCRS. Em 1992, ganhou o Prêmio Esso Regional de Jornalismo. Um Pouco de Mim foi publicado pela Ideograf Gráfica e Editora.


Flávio DutraEx-colega de Zero Hora, Flávio Dutra participou da livro Os Dez Miolados-3, sob a coordenação de Auber Lopes de Almeida e com a participaçao do autor deste blog e mais oito integrantes. Dutra é autor, também, de Quando eu fiz 69, editado pela Farol3 Editores.     

Léo Iolovitch - Amigo virtual que impressionou com a publicação no Facebook de textos que incluíam uma música para cada tema. Léo publicou o Descendo da Nuvem, pela Paixão Editores, em 2015. Advogado, trabalha na empresa Brossard, Iolovicht Advogados. 


Luiz Coronel - Poeta consagrado e conterrâneo de Bagé, Luiz Coronel é  colega no Correio do Povo onde escreve suas poesias no Caderno de Sábado semanalmente. Seu livro de poema Os Retirantes do Sul tem inspiração no clássico Vida e Morte Severina, do pernambucano João Cabral de Melo Neto e dá uma versão dos retirantes gaúchos.

Luiz Osvaldo Leite - O vínculo do autor deste blog com Luiz Ovaldo foi o Curso de Jornalismo Aplicado realizado pela RBS em 1990, do qual o professor Luiz Osvaldo foi um dos organizadores juntamente com a saudosa jornalista Eunice Jacques. Se fosse relatado aqui todas experiências do professor, não haveria espaço nem tempo suficiente. Destaco apenas a sua presenca como ocupante da cadeira 33 da Associação Rio Grandense de Letras e a atuação como presidente da Ospa, além de uma centena de livros. Octogésima Advenius -Chegando aos Oitenta foi editado em 2012 pela Entrementes Editorial.

Mauro Castro - Escritor, taxista, músico, desenhista, natural de Porto Alegre. Ex-colega de Diário Gaúcho do autor do blog, que fez a revisão de um de seus quatro livros,  Taxitramas-Diário de Um Taxista - Volume2. No DG, Mauro tinha uma coluna semanal também intitulada Taxitramas. Sua obra já foi transformada em curta-metragem. Guardo também os volumes 3 e 4. Mauro está terminando de editar Taxitramas Volume 5, com histórias incríveis sobre o mundo dos passageiros de táxi, algumas engraçadas, outras tristes, todas exttremamente criativas.                              

Míriam Gusmão - Jornalista e ex-colega da Fabico (Faculdade de Comunicação da Ufrgs) natural de Santana do Livramento. Coração Cosmopolita foi lancado em 1990 com o apoio da prefeitura de Livramento

Nadiane Momo - Conterrânea de Bagé, Nadiane é jornalista especializada em Gestão de Pessoas e Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação. Seival: Passado & Memórias é um livro-reportagem sobre a história do 3º Distrito de Candiota-RS, que já pertenceu ao município de Bagé. Conterrânea de Bagé, Nadiane é jornalista especializada em Gestão de Pessoas e Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação.


Osório Santana Figueiredo - O autor deste blog conheceu Osório Figueiredo há alguns anos quando visitou São Gabriel, cidade em que o escritor nasceu, em 7 de fevereiro de 1926 na localidade de Passo do Ivo. Osório mostrou o local onde está o marco em homenagem a outro gabrielense, Plácido de  Castro, herói do Acre.  Sesquicentenário 'Caserna dos Bravos- 150 anos de história foi editado em 1996 pela Editora Palotti. Militar reformado, Osório Figueiredo era também historiador, pesquisador e escritor. Faleceu aos 91 anos, no dia 6 de agosto de 2017 na cidade onde nasceu.


  Paulo  Mendes  nasceu em Cacequi em 24/12/1962 e se criou em Júlio de Castilhos. Formado em Jornalismo na UFSM, é mestre em letras pela Ufrgs.  Paulo Ricardo Cunha Mendes é editor de Geral e capista-substituto do Correio do Povo e assina coluna dominical "Campereada" , no Caderno Rural, desde 2009. Campereadas - O Bolicheiro Nunca Morre, Editora Meridional Ltda, é um livro de crônicas que relembram a infância do autor em Júlio de Castilhos, que ele trata carinhosamente por Vila Rica, o primeiro nome do município.

Pedro Ernesto de Nardin -  Nascido em Porto Alegre em 6 de fevereiro de 1950, é narrador esportivo e apresentador do programa Sala de Redação na Gaúcha. Seu início de carreira foi na Rádio Farroupilha, também pertencente à RBS. Tornou-se narrador em 1995, na Gaúcha, com a aposentadoria de Armindo Antônio Ranzolin. Antes, em 1984, ajudou a fundar a Rádio Sucesso. 10 Copas "É Demais!!! foi lançado em 2017.

Sérgio Cortes - Alquimia da Palavra - Antologia de Contos, Oficina de Criação Literária Literária - 1992 - Porto Alegre, coordenado por Sérgio Cortes,  ex-colega da Rádio Gaúcha. Participaram desse livro Emílio Roberto Armani, Eliana Gudes Müssich, Paulo Henrique Pires Souto, Vera Regina Otero, Marinez Gozzer Crug, Faustino Machado, Amilcar Bettega Barbosa, Ane Carine Rocio, Maria de Lourdes Ferraz, Alexandre Mesquita e Alessandra Lopes Damian.

RBS Publicações - Os melhores contos para não deixar a vida esfriar. Esse livro, patrocinado pela Nescafé, conta com uma série de minicontos interessantes. As ilustrações foram feitas pelo colega de Diário Gaúcho Ricardo Machado, design gráfico de Clô Barcellos, a edição de Pedro Haas, e revisão do autor deste blog.



 Renato Dornelles. Ex-colega na Rádio Gaúcha, Zero Hora e Diário Gaúcho, Renato Dornelles, que saiu recentemente da RBS, é um consagrado jornalista pelo seu conhecimento, especialmente sobre notícias de Carnaval e fatos policiais. Com esse tema, escreveu o livro Presídio Central, que virou filme, dirigido por ele em coprodução e codireção com Tatiana Sager. Dornelles e Tatiana criaram a editora Falange Produções, com a qual lançaram A Cor da Esperança, que tem como palco histórias da periferia de Porto Alegre, cidade natal do autor.



Tibério Vargas Ramos - Ex colega na Caldas Júnior e em Zero Hora, onde desempenhou tarefas de repórter e editor de noticias policiais. Atuou também como professor na PUC. Natural de Alegrete, Tibério lançou em 2012, pela AGE Editora, Acrobacias no Crepusculo.

sábado, 25 de julho de 2020

FURO DE REPORTAGEM TROCADILHADA!!!!!!!

 POEMA À EMA

 Inconformado por não ser aceito por 70 por cento  da população e cansado do apoio bovino dos trouxas, Jair Bolsonaro decidiu conversar com os animais ditos irracionais e fazer poesias para eles. Como o casal presidencial teve que devolver o vira-latas que Michelle pegou na rua, Jair foi ao jardim do Palácio da Alvorada para conversar com as emas. Ficou feliz que elas não enterraram a cabeça no chão, mas também não foram receptivas. Ficaram tão chateadas com ele que até resolveram bicá-lo, ou picá-lo como informou uma parte da imprensa. Diante disso, Bolsonaro não desanimou e apelou para a poesia. Quando a ave o atacou, ele respondeu, com gestos teatrais, copiando Nero, com uma caixinha no lugar da lira:
- Pô, ema.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

MANTRAS DE UM BOM REVISOR

Um bom revisor deve respeitar, por óbvio, as ideias do autor. Mas é preciso ir além de detecção de equivocos de gramática e ortografia. Para isso, é necessário que o revisor  tenha experiências da vida real e leituras sobre temas variados.

Ditado chinês

Quando você aponta um erro a um homem sábio, se ele não for arrogante, ele fica ainda mais sábio e você ganha um amigo. Quando você aponta um erro para um ignorante, se ele não for humilde, seguirá sendo o que é e você ganha um inimigo.

Quanto mais olhadas melhor

Mais de um revisor para um texto não é desperdício de energias nem retrabalho,  é um esforço em busca da perfeição. Cada revisor tem uma carga de experiências de vida e de profissão. O que um não capta, outro pode detectar. E vice-versa. A pluralidade só não pode atrapalhar o o andamento do baixamento.


O revisor e o goleiro

Um bom revisor é como um bom goleiro. Com a diferença que o público acompanha as boas atuações do jogador e só toma conhecimento dos equivocos cometidos pelo revisor. O bom goleiro ajuda a impedir gols, e, em alguns casos a fazer gols no adversário. Veja aqui neste blog o texto O Revisor e o Goleiro.

quinta-feira, 16 de julho de 2020

REFLEXÃO SOBRE A ARTE DA REVISÃO

Revisor é aquele cara que desafia o ego do escritor.

Autor esperto e orgulhoso é o que contrata dois bons revisores: um para tirar seus erros e o outro para frustrá-lo caso encontre tudo certo e mostrar com quem está lidando. Se o segundo pegar algum equívoco, se aproveitará para se vingar do primeiro e dar-lhe nos dedos, alegando que ninguém é perfeito.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

A FALTA DE INTELIGÊNCIA GRASSA NO PAÍS


Como uma população pode escolher bons governantes se boa parte tem a mentalidade lamentável como a desses pichadores? Enquanto alguém preserva um prédio pela data de construção na Cidade Baixa, em Porto Alegre, anencéfalos picham e escondem exatamente a parte que mostra a data da construção do imóvel. Antes que maus interpretadores de texto escrevam besteiras, não critico grafiteiros, apenas os sem talento e sem capacidade de distinguir o que é arte, manifestação livre do artista, e o que é vandalismo. Ainda sobre a incapacidade de escolher governantes competentes e honestos: a questão é a falta de inteligência.
Boa parte dos eleitores não sabe sequer separar o lixo orgânico do reciclável, apesar de sua rua contar com esse serviço separado e divulgar constantemente como funciona. No centro de Porto Alegre, a prefeitura dispõe de contêineres para recolher o lixo orgânico. Apesar da divulgação e da divulgação nos próprios contêineres, muitas pessoas colocam lixo seco por preguiça ou desconhecimento.
    É o caso também de adolescente que usa boné com a aba para a nuca e, quando olha contra o sol, utiliza o dorso da mão como proteção para enxergar melhor. Certamente não sabe qual a função da aba do boné. Tem também a garota desprovida de belezas físicas naturais. A única parte bonita nela são seus bem-delineados olhos azuis. E, ainda assim, ela usa óculos espelhados o tempo todo, até mesmo à noite. Vá entender.
   E então eu fico pensando: se o Quociente de Inteligência ou a capacidade dessas pessoas não é suficiente para atender coisas tão básicas assim, imagine escolher um candidato que preste. Quando na década de 70, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, disse que o povo não sabia votar, muita gente, inclusive intelectuais, caíram de pau no Rei do Futebol. Bato palmas para as jogadas que Pelé fez em sua carreira e concordo com algumas coisas que ele pensa, e discordo em muitas. Mas que o povo em sua maioria não sabe votar lá isso eu considero verdade.

sábado, 27 de junho de 2020

MORRE, AOS 85 ANOS, MAX RAVAZZA, O MAIOR ÍDOLO DO GUARANY DE BAGÉ

Do Facebook do Guarany F. C.

Faleceu, no sábado, dia 27 de junho,o maior goleador do futebol bageense de todos os tempos.  Ídolo do futebol bageense, mais precisamente do Guarany, o atacante Max Ravazza morreu, aos 85 anos. Com 131 gols pelo Guarany, quando começou a jogar a partir de 1956, Max provavelmente será inalcançável como maior artilheiro da história do alvirrubro e também do futebol bageense, já que iniciou a carreira em 1954 no rival Grêmio Bagé, onde marcou 21 gols, totalizando 152 em solo bageense.
 Max também jogou pelo Botafogo, ao lado de Garrincha, em 1953, e no Wanderers do Uruguai (onde também foi goleador em uma caravana do clube pela América Central e do Sul. Depois de abandonar os gramados, Max se formou em Direito e atuou com advogado, tendo escritório em Bagé e Porto Alegre. Certamente, perdemos um dos maiores jogadores de toda nossa história e que jamais esqueceremos Obrigado, Max Ravazza.

sábado, 13 de junho de 2020

SEGURANÇA: DERROTA MAIS ANTIGA E SEM PERSPECTIVA DE REAÇÃO

Notícias recentes: Bandidos seguem comandando crimes de dentro da cadeia. Ontem foi o roubo de carros que eram levados de casa enquanto os donos saíam para trabalhar. Mas de 250 liberados da cadeia pra evitar propagação de coronavírus, voltam em flagrante de assalto ou furto. Conclusão: as autoridades não conseguem derrotar o vírus invisível e muito menos os criminosos visíveis. Enquanto não mantiverem os bandidos em cadeias que realmente segreguem os bandidos, sem permitir celulares nem ações corruptas de carcereiros,A45 familiares e advogados, obrigando-os a trabalhar. É retirar criminosos na rua, que aproveitam tornozeleira para seguir na criminali vkzse.

terça-feira, 2 de junho de 2020

UMA OBVIEDADE SOBRE O ÓBVIO

     Para quem já tem o conhecimento, qualquer informação é óbvia. Para os distraídos e os ignorantes, algo se torna óbvio só depois que alguém o aponta e o explica, tornando-o ululante como o óbvio de Colombo, ou melhor, o ovo de Colombo. Há coisas tão claramente óbvias que são incompreendida por fanáticos como eleitores e persistentes seguidores do atual presidente. A parte burra de um povo não consegue enxergar o óbvio por mais que lhe abram os olhos.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

SOBRE OS PALAVRÕES PRESIDENCIAIS

Quase todo mundo diz palavrão. Até o Papa, já que é argentino e gosta de futebol. Lembrei-me agora de uma piada verídica que meu irmão Valtuir me contou:
 Um colega era uma exceção: não dizia palavrão. Ou melhor, não sabia e não conseguia dizer palavrão. Um dia, ele dirigia seu carro, acompanhado da esposa, quando fechou um veículo. O outro motorista passou a proferir palavrões ilustrados com o dedo pai de todos apontado virado em sua direção e emparelhou os dois carros. Surpreso, o cara só ouvia os palavrões que o ofendiam, xingavam sua mãe e até sua mulher. A esposa não aguentou e perguntou:
 - Tu não vai xingar ele? Não vai dizer nenhum palavrão? O nosso amigo ficou vermelho, olhou pro seu agressor e falou, bem firme: - Sai o... o... o... bobão!!! O outro ficou estupefato. Foi tão inesperado que não soube responder e foi embora.

sábado, 23 de maio de 2020

RELATO DE UM COMBATE CONTRA A DIABETES

Explicação do editor

Não gosto muito de postar coisas pessoais, nem curto ler, em outros blogs, assuntos íntimos, a não ser que sejam curiosos, compatíveis com o título deste espaço. Se for o caso de ajudar alguém, faço esta exceção e vou em frente.


        Recentemente descobri que estava com diabetes, essa doença que atinge tanta gente e que está diretamente ligada ao fator genético ou ao tipo de alimentação. Não me recordo de alguém da família que também tivesse tido altos níveis de glicose no sangue. Soube que minha tia-avó Orphila Nunes Ponsati, irmã por parte de pai do meu avô paterno Anaurelino, teve diabetes. É até teve que amputar uma perna. Mas não tenho informações sobre algum outro caso.
        O outro motivo faz bem mais sentido. Além de não gostar de hortaliças, nunca me preocupei em controlar o açúcar. A quantidade desse adoçante natural que eu botava no café era descomunal. No fundo da xícara, ficava sempre um montinho daquela calda. Eu misturava arroz com massa, nem tinha noção do mal que estava fazendo ao meu metabolismo.
 Minha inconsequência e despreocupação era tanta que eu me atirava aos refrigerantes todo dia. E, pior, tomava com exagerada frequência aqueles sucos em pacotinhos por serem muito baratos3. Era natural que eu adquirisse diabetes.
 Foi o que eu descobri após uma consulta médica e um exame clínico. Meu índice de glicose atingia 288,8 mg/dL, extremamente alto já os valores de referência são, para adultos, entre 70,0 e 99,0 mg/dL.
A partir de um controle na alimentaçâo e administração de medicamentos - quatro comprimidos de Glifage diários e um de Azucon, consegui uma façanha. Exame recente diminuiu o índice de glicose para 110 mg/dL. Mais uma pequeníssima baixa e já estarei no ni vel recomendado pela Federação Internacional de Diabetes.
Abaixo, se alguém se interessar,
transcrevo a dieta repassada pela médica, cujo nome não estou divulgando porque ainda não consegui autorização. Assim que obtiver, divulgarei. Outra coisa:. informo a dieta que estou seguindo rigorosamente e os remédios que estou tomando apenas a título de curiosidade. Qualquer decisão deve ser tomada com autorização médica, porque cada caso é um caso.


1
Cardápio
1800 kcal
CAFÉ DA MANHÃ

2 ovos mexidos ou cozidos ou omelete
1 porção de fruta com 2 colheres de farelo de aveia
1 xícara de café sem açúcar + 200ml de leite desnatado ou 1 xícara de chá

Ou
2 fatias de pão integral/ preto + 1 colher de chá de requeijão light/cottage +3 colheres ( de sopa) de atum ralado em água
Ou
2 fatias de peito de peru.

LANCHE DA MANHÃ

1 porção de fruta (não repita a do café) com 2 colheres de farelo de aveia sem glúten.

ALMOÇO

Salada crua (adicione sempre folhas à vontade) alface, acelga, rúcula, agrião, almeirão, mostarda...
1 ou 2 vegetais crus (cenoura, beterraba ralada, pepino, rabanete, tomate...)
1 legume cozido/refogado: couve, escarola,brócolis, couve-flor, espinafre, repolho,  berinjela, abobrinha.
Arroz branco: 5 colheres de sopa.Arroz integral ou preto; 7 colheres de sopa ou
Batata doce ou inhame ou abóbora japonesa (7 colheres de sopa( ou aipim (6 colheres de sopa(

Feijões (todos os tipos) ou ervilha ou grão de bico ou lentilha (6 colheres de sopa)
Obs:
Deixar sempre os grãos se molho por 8 horas antes de cozinhar.
Carnes:  Peixe (sardinha é excelente opção, pescada, merluza, etc.) OU frango OU carne vermelha 200ģ aproximadamente (palma da mão) ou 2 ovos. Procure comer carnes assadas ou grelhadas ou cozidas.

LANCHE DA TARDE

Batata doce ou abóbora (assada, cozida ou grelhada: 3 colheres de sopa +
Frango grelhado ou
Sardinha em lata
ou carne moída: 4 colheres de sopa
Ou
2 ovos cozidos ou 2 fatias de pão integral/preto + 1 colher de chá de 8/Light/cottage  + 4 colheres de sopa de atum ralado em água.


JANTAR
Igual ao almoço.

CEIA

Abacate: 3 colheres de sopa (pode usar adoçante ou colocar canela, limão, cacau ou
Iogurte desnatado zero açúcar.

Café, chimarrão e chá sem adoçar e liberado todo o dia.

Beber 2 litros de água no dia

Em caso de fome, pode ingerir nos intervalos até 30g de castanhas ao dia.



sexta-feira, 22 de maio de 2020

SOLIDÃO A DOIS

Quando não há
 mais amor,
 até o respirar
 do outro irrita.

SOBRE A FOGUEIRA DAS VAIDADES

 Não sou poeta. Apenas crio uns versinhos para refletir. E, às vezes, rir. 

A fogueira das vaidades,
 e o orgulho,
 na verdade,
 já queimaram
muitas carreiras
de quem se achava
uma sumidade.

sábado, 9 de maio de 2020

CENAS DE QUARENTENA III

Nas saídas obrigatórias de casa hoje (dentista e súper), aproveitei para observar o comportamento dos porto-alegrenses, em relação ao combate ao novo coronavírus. No supermercado do bairro Menino Deus, 99,9 por cento dos clientes usavam máscaras. Perguntei a um idoso que estava de rosto deprotegido apenas para conhecer justificativas, explicando que era uma pesquisa, não uma crítica. Ele respondeu que havia esquecido.
No ônibus, 100% de uso de máscaras por parte dos ocupantes, até porque é lei. Na Rua da Praia, calculo em 90 por cento o número de protegidos. Vi um idoso sem máscara e tentei também saber os motivos. Foi uma reação inesperada para mim. Sem falar nada, fez uma cara de reprovação como se a minha pergunta fosse sobre lgo muto absurdo. Nem precisou falar; acho que entendi seus motivos.
Entretanto, mesmo com a reabertura de alguns estabelecimentos, não vi aglomeração. Nem mesmo junto ao artista que tocava um instrumento duplo de cordas semelhante a um cavaquinho. Pareceu-me um indicativo de retorno à normalidade, embora vá ainda demorar. As notícias de Porto Alegre são positivas sobre o tal achatamento da curva no gráfico da propagação do vírus. O músico, coincidentemente, ou não, tocava Let It Be (Paul McCartney) e Imagine (John Lennon).

quinta-feira, 7 de maio de 2020

CENAS DE QUARENTENA II

     Nas saídas obrigatórias de casa de hoje (dentista e súper), aproveitei para observar o comportamento dos porto-alegrenses, em relação ao combate contra o novo coronavírus. No supermercado do bairro Menino Deus, 99,9 por cento dos clientes usavam  máscaras. Perguntei a um idoso que estava de rosto deprotegido apenas para conhecer justificativas, explicando que era uma pesquisa, não uma crítica. Ele respondeu que havia esquecido.
 No ônibus, 100% de uso de máscaras por parte dos ocupantes, até porque é lei. Na Rua da Praia, calculo  em 90 por cento o número de protegidos. Vi um idoso sem máscara e tentei também saber os seus motivos. Foi uma reação inesperada para mim. Sem falar nada, ele fez uma cara de reprovação como se a minha pergunta sobre algo absurdo. Nem precisou falar acho que entendi seus motivos.
Entretanto,  mesmo com a reabertura de alguns estabelecimentos, não vi aglomeração. Nem mesmo junto ao artista que tocava um instrumento duplo de cordas semelhante a um cavaquinho. Pareceu-me um indicativo de retorno à normalidade, embora vá ainda demorar. As notícias  sobre Porto Alegre não são tão pessimistas. Coincidentemente, ele tocava Let It Be (Paul McCartney) e Imagine (John Lennon).

CENAS DE QUARENTENA

     No supermercado, ao lado das verduras, o jovem comenta com um homem de cabelos brancos:
- Um dia a gente vai se lembrar dos dias de hoje e vai rir muito. Vai lembrar dessas cenas de filme de ficção científica e de catástrofes, com todo mundo usando máscaras, idosos e pessoas com fragilidades físicas mantidos dentro de casa, funcionários de empresas em home office e as discussões sobre caos ou gripezinha, como chamou um presidente Napoleão que contrariava a ciência e os governadores.
O idoso comentou:
- Nem todos vão lembrar e rir. Falo dos que perderam seus entes queridos, das empresas que faliram, dos empregados que perderam o ganha-pão, dos desvalidos que passaram fome. Dos que sofreram crise de pânico, achando que o mundo iria acabar. Esses certamente não vão rir.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

MINICONTO, OU FINAL DE CONTO

E o homem diz,  à mulher, a sua última frase: "Nunca irás encontrar um marido como eu". Sem olhar para ele, ela sussura: "Rezo para que Deus te ouça!"

quarta-feira, 15 de abril de 2020

REFLEXÕES SOBRE O SINAL


É claro que eu lamento as mortes, os transtornos na área hospitalar, os prejuízos para empregados e empregadores, mas estava pensando aqui sobre o coronavírus. Desde que ele começou, seus ataques têm diminuído o número de acidentes nas estradas, reduzindo-se a quantidade de mortos e feridos. Tem caído o número de homicídios e latrocínios e até assaltos. Com muita gente em confinamento voluntário, diminuem as vìtimas em potencial de roubo e as barbaridades no trânsito. Sem as festas que precedem a saída de motoristas alcoolizados e eufóricos em geral para as ruas, menos colisões, capotagens e desentendimentos. As cidades, falo pelo que vejo no meu bairro, estão mais limpas sem os contumazes relaxados que agora jogam o lixo na lixeira de suas próprias casas. Sinto no ar um cheiro de limpeza. Talvez seja do álcool e do álcool gel, da água e sabão por tantos cantos como nunca havia se espalhado antes com essa intensidade. Até o número de desvalidos atirados nas calçadas diminuiu, talvez pela preocupação maior das autoridades em abrigá-los, muito mais para se precaverem da contaminação e propagação do que pela solidariedade humana. Não fosse isso, talvez muitos nem se preocuparam. O que nos resta é torcer, ou rezar, para quem é religioso, para eliminar os males do vírus e manter os pontos positivos, entre eles a solidariedade e o carinho e com menos egoísmo. Até mesmo a gasolina baixou de preço contrariando a lei da oferta e da procura, que eleva a alta quando o acesso de oferta é maior. E que o transporte seja mais humano, sem congestionamentos nem excessos de lotação ou falta de ônibus. É que entendamos o sinal ainda que não saibamos a origem.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

DIFICULDADES DE UM ESTRANGEIRO COM O PORTUGUÊS BRASILEIRO

     Nestes tempos de confinamento social na luta contra o novo coronavírus, busco no computador antigas mensagens. E curti um post cuja autoria se perdeu. É sobre duas coisas que mais me encantam profissional e  pessoalmente: o bom humor e as curiosidades da Língua Portuguesa falada pelos brasileiros.

  1. Na recepção de um salão de convenções, em Fortaleza:
    Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
    - Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
    - Sou de Maputo, Moçambique.
    - Da África, né?
    - Sim, sim, da África.
    - Aqui está cheio de africanos, vindos de todas as partes do mundo. O mundo está cheio de africanos.
    - É verdade. Mas, se pensarmos bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o
    berço antropológico da humanidade...
    - Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.
    - Desculpe, qual sala?
    - Meia oito.
    - Podes escrever?
    - Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.
    - Ah, entendi, meia é seis.
    - Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: a organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc. Gostaria de encomendar?
    - Quanto tenho que pagar?
    - Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam meia.
    - Hmmm! que bom. Aí está: seis reais.
    - Não, o senhor paga meia. Só cinco, entende?
    - Pago meia? Só cinco? Meia é cinco?
    - Isso, meia é cinco.
    - Tá bom, meia é cinco.
    - Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e meia.
    - Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.
    - Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e meia.
    - Pensei que fosse às 9:05, pois meia não é cinco? Podes escrever aqui a hora que começa?
    - Nove e meia, assim, veja: 9:30
    - Ah, entendi, meia é trinta.
    - Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um fôlder de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas. O senhor já está hospedado?
    - Sim, já estou na casa de um amigo.
    - Em que bairro?
    - No Trinta Bocas.
    - Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no Seis Bocas?
    - Isso mesmo, no bairro Meia Boca.
    - Não é meia boca, é um bairro nobre.
    - Então deve ser cinco bocas.
    - Não, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
    - E há quem possa entender? 




domingo, 22 de março de 2020

MORRE JORNALISTA MARIANA KALIL

Morreu, na manhã deste domingo, aos 47 anos, vítima de câncer, a jornalista e escritora Mariana Kalil. Ela estava internada no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Natural de Porto Alegre, foi editora da revista Donna, do Grupo RBS, e teve passagens também pelos jornais Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil, além das revistas Época e Isto É. Foi correspondente da BBC na Espanha, onde fez pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño em Barcelona.
  Mariana foi também colunista da Band TV e Band News e trabalhou na TVE. Era também diretora de conteúdo de um site que levava o seu nome. A jornalista escreveu três livros: "Peregrina de Araque", "Vida Peregrina" e "Tudo Tem uma Primeira Vez", todos lançados pela editora Dublinense.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

EXCLUÍDO ARTIGO DA MP QUE DESOBRIGA REGISTRO PARA JORNALISTAS

  Depois que o Carnaval passar, após o recesso parlamentar, as atenções de jornalistas e integrantes de outras 13 categorias estarão voltadas, nos próximos dias 3 e 4 de março, para as sessões de discussão e votação da medida provisória nº 905/19, que tenta extingir o registro profissional de jornalistas, radialistas e publicitários, além de outras 11 profissões. Antes do recesso, na comissão mista da Câmara, deputado Christino Aureo (PP-RJ) retirou do texto o artigo 51, inciso VII, que desobrigava o diploma para essas categorias.

- Tratando da extinção de registro profissional no Ministério do Trabalho, eu rejeitei a redação do artigo 51 da MP e acatei o conjunto de todas as emendas que estabeleciam os registros profissionais. As categorias que estavam abrangidas pelo artigo 51 estão com seus registros restabelecidos no Ministério do Trabalho", disse o relator, ao apresentar o parecer na Comissão Mista.

Para o relator, o mercado ainda não está maduro para fazer a autogestão das profissões. Ele disse que vai apresentar propostas com atribuição específica à Secretaria do Trabalho para que exista uma modernização do registro. "No voto, a minha tendência é dar um prazo para que nós possamos fazer esse entendimento. Então, não é um prazo impositivo".
Ao comentar a decisão, o presidente da Associação Riograndense de Imprensa, Luiz Adolfo Lino de Souza, considerou uma vitória, mas alertou que a luta da categoria precisa prosseguir. "
- A retirada do artigo que dispensava o registro profissional comprovou a importância da mobilização em defesa do jornalismo. Mas isso não é o fim já que, diariamente, os jornalistas necessitam, mais ainda, de liberdade e independência para a realização de suas tarefas em favor do aprimoramento da sociedade", afirmou Luiz Adolfo.
Nas sessões dos dias 3 e 4, a MP 905 será discutida e votada. Após aprovação do relatório na Comissão Especial, a medida segue para apreciação do plenário da Câmara dos Deputados e depois do Senado e tem prazo para aprovação ou rejeição até o dia 9 de abril deste ano.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

NO ANO EM QUE O CARNAVAL CAIU NO MESMO DIA DE NOSSA SENHORA DOS NAVEGANTES

   A propósito do Carnaval e da Mangueira, me lembrei de uma piadinha. Foi num ano em que o Carnaval caiu no mesmo dia de Nossa Senhora dos Navegantes. Da igreja do Rosário, saía de manhã, um cortejo com a imagem da Santa carregada por seis remadores, com o padre à frente, na direção da outra igreja lá perto da ponte. Quando o grupo saía, quase na esquina da Vigário José Ignácio com Otávio Rocha, um bêbado gritou:
- Olha a Mangueira aí, gente!!!
     O padre olhou raivoso pra ele, disse baixinho uns impropérios por causa do que considerou um desrespeito, e a comitiva seguiu. Quando dobrou na Otávio Rocha, os primeiros que carregavam a Santa tropeçaram em uma mangueira que um síndico do edifício lavava a calçada. Foi um auê. Os carregadores se desequilibraram, a imagem se ia ao chão e o padre deu um voo no estilo Tafarel para que a imagem não se quebrasse. Caído, segurando a Santa, o padre olhou pro bêbado, que não poupou: "Eu avisei, eu avisei"

TRÊS MISTÉRIOS QUE INTRIGAM UM SER CURIOSO


Ou reflexão na falta de algo mais importante

Para onde vão certos objetos que desaparecem das minhas vistas sem explicação?
Guarda-chuvas - O tempo fica firme por alguns dias e, quando chove e a gente precisa se proteger, cadê o guarda-chuva? Onde foi que ele ficou?
Caneta bic - Uma hora ela estava aqui no meu lado. De repente sumiu. Alguém pegou? Ela rolou pela mesa e caiu dentro de um cesto de lixo sem que ninguém percebesse? Para onde ela foi?
Meias - Esse é o mistério mais intrigante. Por que as meias desaparecem? E por que somem desparceiradas? Se desaparecem juntas, ainda haveria uma ideia de furto, de apropriação indébita, de empréstimo. Mas não. Uma some e a outra fica. Será que existe em algum cantinho da máquina de lavar uma espécie de portal para outra dimensão? Haveria lá nesse lugar uma montanha de pés de meias desparceiradas? Seriam usadas por sacis?

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

BRUNA COLOSSI TROCA A RBS PELO SBT RS

A jornalista Brunna Collossi, que saiu do grupo RBS no início deste mês de fevereiro é a mais nova contratação do Sistema Brasileiro de Televisão, no Rio Grande do Sul. Conforme o site Coletiva.Net, Bruna fará parte do núcleo de entretenimento da sucursal gaúcha do SBT no Rio Grande do Sul onde vai se dedica a projetos especiais e produtos da área.
Brunna em nova casa, o SBT

A apresentadora comentou que, nove anos depois, ela entendeu que era o momento de sentir novamente o "frio na barriga" e tentar se reinventar, fazendo algo em que acredita: informar, entreter e alegrar. "A vida já tem seus percalços, que tal a gente aliviar? Desopilar? Alegrar o dia de alguém? Eis que surge uma oportunidade que resume tudo isso! A ideia veio pra me encher de entusiasmo e expectativa", disse Brunna. ao site Coletiva.

Brunna diz que, agora, quer se aproximar ainda mais do seu público, mostrando a sua verdade, a sua essência e espalhando alegria. "É tudo novo, mas sei que vou poder contar com colegas incríveis e competentes que vão me ensinar e ajudar a construir esse novo caminho, que tenho certeza, vai ser lindo! 

 Clayton Yukio, coordenador de produção do núcleo,  diz que "fazer entretenimento não é tão fácil quanto parece". Segundo ele, é preciso ter credibilidade e carisma, sabendo divertir e informar. "A Brunna é um dos grandes nomes da TV no Rio Grande do Sul e reúne todas essas características. Estamos felizes por concretizar mais uma grande etapa do compromisso do SBT com a geração de conteúdo local", completa.


CURIOSIDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA


Não sei quem é o autor do texto a seguir, mas bem que gostaria de saber para elogiá-lo ou elogiá-la. Esta belezura chegou até mim por meio do meu amigo João Luiz Xavier que recebeu de Carol Pereira (@carolinajesper)

O poeta escreveu: "Entre doidos e doidos, prefiro não acentuar".
Às vezes, não acentuar, parece ser mesmo a solução.
Eu, por exemplo, prefiro a carne ao carnê.
Assim como, obviamente, prefiro o coco ao cocô.
No entanto, nem sempre a ausência do acento é favorável.
Pense no cágado, por exemplo, o ser mais vivo mais afetado quando alguém pensa que o acento é mera decoração.
E há outros casos, claro.
Eu não me medico, eu vou ao médico.
Quem baba não é a babá.

Você precisa ir à secretaria para falar com a secretária.

Será que a romã é de Roma?

E você, prefere ser uma pessoa vívida ou vivida?

Seus pais vêm do mesmo país?

Seria maio o mês mais apropriado para colocar um maiô?

Quem sabe mais entre a sábia e o sabiá?

O que tem a pele do Pelé?

O que há em comum entre o camelo e o camelô?

O que será que a fábrica fabrica?

E tudo que se musica vira música?

Será melhor lidar com as adversidades da conjunção "mas" ou com as más pessoas?

Será que tudo que eu valido se torna válido?

Melhor doidos que doídos?

E entre o "amem" e o "amém", que tal os dois?

Na dúvida, com um pouquinho de contexto, garanto que o público entenda aquilo que publico.

E paro por aqui, pois esta lista já está longa.