quarta-feira, 21 de novembro de 2018

CURIOSIDADE DA LÍNGUA PORTUGUESA II



                                       








  Giroflex ou giroflash?

Há um grande número de pessoas que não relê o que escreve e muitas vezes usa termos errados para tentar se comunicar. E seus erros acabam sendo repetidos ao ponto de transformar o sentido de certas palavras. De tanto as pessoas escreverem e repetirem termos errados, certos intelectuais, notadamente dicionaristas, registram como aceitáveis termos que literalmente significam outra coisa do que os autores querem dizer. Os adeptos do politicamente incorreto alegam que a língua é dinâmica, que o fato de um grande número de pessoas usarem uma determinada expressão já é suficiente para dicionárizá-las e entendê-las não como erro, mas como uma expressão da maioria.
      Há vários exemplo disso, mas hoje me peguei pensando na palavra giroflex que li em um texto que se referia à descrição de uma cena que envolvia uma viatura policial. Para mim, a frase indicava que um veículo da polícia transportava sobre o capô, uma cadeira daquelas que rodam 360 graus, como pescoço de coruja. Para mim, o aparelho que roda lançando fachos de luz é giroflash, o popular "Kojak". Está certo que não defendo o uso do termo girofacho, para evitar o inglês, mas giroflex também não.

domingo, 18 de novembro de 2018

CURIOSIDADE DA LÍNGUA PORTUGUESA

Quem se incomoda com a dificuldade de acertar acentos deve ficar feliz ao aprender a escrever em latim, que não apresenta esses sinais gráficos. Ou em inglês, que só tem acentos (salvo imprecisão minha) em palavras originadas de outras línguas, especialmente o francês, que exagera nesses sinais. Na língua francesa, há palavras com até cinco acentos, como hétérogénéité
Em Português, em geral as palavras não têm mais do que um sinal gráfico e inúmeras sem nenhum, após a reforma ortográfica de 2008, que tirou acentos diferenciais como em pára, do verbo parar, que distinguia de para (preposição). Considerei isso, em minha modesta opinião, um erro lamentável. Também não tem mais acento, entre outros, voo e abençoo, veem e leem.
   O que me levou a esta postagem foi a curiosidade ao notar que  ímã e bênção têm dois sinais gráficos na mesma palavra. Não tive tempo para pesquisar minuciosamente, mas não são muitos os vocábulos que têm mais de um sinal gráfico. Uma rápida olhada ao Google me relembrou a existência de sótão, órgão, órgão e acórdão. Na verdade, til não é acento, mas um segundo sinal gráfico na palavra. Ímã  (objeto que provoca um campo magnético à sua volta) tem acento porque é uma palavra paroxítona terminada em ã, ãs. Mas também serve como diferencial da palavra imã (pregador de culto islâmico, aquele que quia). Bênção também é paroxítona e terminada em ão e ãos. Já benção, sem acento, não significa nada, embora o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp) tenha registrado sem acento. Bênção tem origem religiosa e significa ação de benzer, de abençoar, de invocar a graça divina sobre. Antigamente, ao reencontrar ou se despedir dos pais, os filhos beijavam as mãos deles e pediam a bênção.
   Não descobri até agora nenhuma palavra em português com mais de um acento. Antes da reforma, quando ainda existia o trema, havia mais palavras com dois sinais gráficos.

PREMIO ARI DE JORNALISMO - ÚLTIMA SEMANA PARA INSCRIÇÕES

As inscrições para o Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo estão chegando ao fim. Os interessados em concorrer na distinção devem ficar atentos ao prazo de cadastro de trabalhos, o qual se encerrará às 18h do próximo dia 20, terça-feira. Neste ano, o reconhecimento chega à sua 60ª edição com novo regulamento, apresentando oito categorias. Outra novidade é que, neste ano, a premiação está sob a coordenação do jornalista Paulo Eduardo Barbosa dos Santos, conselheiro da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), a qual promove o reconhecimento.

Com as mudanças no regulamento, a distinção passa a ser dividida nas categorias Reportagem Impressa, Reportagem em Áudio, Reportagem em Vídeo, Reportagem Multimídia, Arte, Fotojornalismo, Charge e Crônica. Conta, ainda, com o quesito Jornalismo Universitário, incluído na premiação em 2015. O Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo destinará aos primeiros e segundos lugares de cada categoria troféu em bronze (confeccionado pelo artista plástico Waldomiro Motta), valor em dinheiro e diploma. Haverá, ainda, em todas as categorias, Menção Honrosa para os cinco finalistas de cada área.

Paulo Eduardo é jornalista e publicitário, formado pela Ufrgs e pós-graduado na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo. É diretor da empresa Direta, Comunicação, Pesquisa e Marketing e foi diretor da TVE. É conselheiro da entidade há mais de duas décadas e está há três anos no Conselho Municipal do Desporto. Mais informações podem ser consultadas pelo site www.premioaridejornalismo.com.br.

domingo, 4 de novembro de 2018

REFLEXÃO SOBRE OS TEMPOS ATUAIS

O grande problema das últimas notícias é que elas não são as últimas. São as mais recentes.

sábado, 3 de novembro de 2018

REFLEXÃO POLÍTICA E SOCIOECONÕMICA


Algo não vai bem em um lugar onde há um grande mercado para farmácias e advogados...

...e também para fabricantes de tornozeleiras e de armamentos, de grades, de alarmes, de câmeras de circuito interno, de empresas particulares de segurança, de seguradoras, de funerárias...

domingo, 21 de outubro de 2018

OSVALDO MONTENEGRO ME PEDIU PRA FAZER LISTAS

A Lista, de Osvaldo Montenegro
(Com algumas modificaçõezinhas)...



Faça uma lista de grandes amigos,
quem você mais via, quatro anos atrás.
1) Quantos ainda interagem contigo, todo dia,
2) quantos você já não encontra mais?

Faça uma lista dos sonhos que tinha
3) quantos você desistiu de sonhar?
4) Seu candidato ganhou ou perdeu?
5) Como é que achas que o país vai ficar?

6) Onde você ainda se reconhece
na foto antiga ou no Face de agora?
7) O país está do jeito que achou que estaria?
8) quantos amigos você jogou fora?

9) Quantos mistérios que você sondava
quantos você conseguiu entender?
10)Quantos segredos que você guardava
hoje são bobos... ninguém quer saber.

11)Quantas mentiras você condenava?
12) Quantas você teve que cometer?
13) Quantos defeitos sanados com o tempo
eram o melhor que havia em você?


14) Quantas canções que você não cantava
hoje assobia pra sobreviver?
15)Quantas pessoas que você amava
hoje acredita que amam você?




Faça uma lista de grandes amigos,
quem você mais via quatro anos atrás.
Quantas você ainda vê todo dia.
Quantas você já não encontra mais?
Quantos segredos que você guaradava,
hoje são bobos, ninguém quer saber.
Quantas pessoas que você amava
hoje, acredita, que amam você.



Respostas

1) Interagir ou ver todo dia é força de expressão. Quase todos os grandes amigos, continuam em contato comigo.

2) Alguns infelizmente morreram. Um desfez a amizade por um motivo besta, porque eu sou amigo de um inimigo dele. Não deletei ninguém. Alguns que eram amigos no Facebook me deletaram e não são mais, mas não sei dizer quantos eram nem quem. É que certamente não eram meus amigos.

3) Não se deve desistir de nenhum sonho. Se tivesse desistido de alguns não os teria tornado realidade. Um sonho que pode depender de nós mesmos nunca pode ser abandonado. Quando depende dos outros, nada é impossível. Às vezes, a realização vem do nada, da ajuda de quem você conhece ou de quem você nunca viu. Mas admito que tenho poucas esperanças de que se realize um sonho antigo de ver o país com um povo feliz, sem tanta disparidade social, sem tanto preconceito. Há alguns anos, achei que tinham encontrado o caminho para a paz com os pobres tendo alguma consideração e respeito. Mas, alianças com corruptos e egoístas colocaram tudo a perder. Tenho um sonho que espero concretizar no ano que vem: a edição do meu livro "Tira-Teima de Quatro Questões Ortográficas: Crase, Vírgula, Hífen e os Porquês". Ah. E ver o Guarany de Bagê na primeira divisão principal do Campeonato Gaúcho.

4) Para presidente, votei contra o que venceu. No RS, votei contra o que perdeu nem tanto a favor do que ganhou. Mais uma vez um governador gaúcho não se reelegeu. Agora é esperar pra ver.

5) Infelizmente vejo tempos terríveis pela frente para o país. No Estado, tenho apenas esperanças, que não teria se o governador tivesse se reelegido.

6) O quadro é o mesmo de quatro anos atrás. 

7) Não, não está. E não acredito que ficará, pelo menos nos próximos quatro anos.
8) Não joguei nenhum amigo fora. 

9) Um dos mistérios que não consigo entender é o voto de certas pessoas. Imagine um servidor não receber salário em dia, ouvir deboche do governador e depois votar para tentar elegê-lo a um novo mandato.

10) Muitos dos meus segredos são bobos. Se ninguém quer saber, então nem vale a pena revelá-los. 

11) Uma das mentiras que eu condenava e sigo condenando são essas promessas de candidatos. A cada eleição parece que irão resolver os problemas do país e do estado. 
12) Todo mundo mente. Alguns despreocupadamente. Outros compulsoriamente. Alguns inocentemente. Outros maldosamente. Cometi muitas mentiras mas nenhuma que tenha prejudicado quem quer que seja.

13) Por sorte, sanei muitos defeitos com o tempo. E eles não eram absolutamente o que eu tinha de melhor.

14) As canções que eu não cantava seguem fora da minha mente. Hoje canto muitas canções que eu já cantava. Canto no banheiro, na rua, a toda hora. Uma das que vivo cantando é essa, a Lista, do Osvaldo Montenegro. E também Tocando em Frente do Almir Sater e Renato Teixeira. E  assobio algumas porque não lembro da letra. 

15) Todas as pessoas que eu amava, acredito que sigam me amando.













sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A VIOLÊNCIA CONTINUA...

         Na quarta-feira, uma viatura da Brigada Militar passou vagarosamente pela minha rua, no Bairro Medianeira, cena que se repete muito poucas vezes. Fiquei contente. E, em seguida me dei conta. Estamos a poucos dias da nova eleição. Natural que queiram mostrar algum serviço em uma cidade tão atingida por roubos e mortes. Não me impressiono com polícia ostensiva. Não há como colocar uma viatura o tempo todo em cada esquina. E nem isso impediria a continuidade dos assaltos. O que seria necessário mesmo seria retirar de circulação os assaltantes, homicidas e traficantes. Mas o que se vê são bandidos sendo presos ao mesmo tempo em que outros são soltos das prisões e populam pelas ruas.
          Hoje, quinta-feira, eu lembrei-me do quanto estou certo. Eu caminhava com minha neta pela minha rua em direção à padaria por volta de 11h30min, quando notei algo estranho uma quadra depois de termos saído de casa. Um homem fazia outro levantar a camisa, ao lado de um automóvel. Achei que estavam brincando e seguimos andando. Em segundos, ouvi gritos e um som de tiro bem perto de nós. Dei-me conta de que era um assalto e fiquei sem saber o que fazer. Temi que fosse algum vizinho rechaçando o ataque e não tive tempo para uma reação, com medo de alguma bala perdida. O assaltante, jovem, alto, razoavelmente bem vestido passou correndo por nós. Não cheguei a ver a arma, mas um vizinho, por quem ele passou após dobrar a esquina, viu o bandido esconder um revólver dentro da calça. Ele cruzou as avenidas Gastão Mazseron e Carlos Barbosa em direção a uma vila existente nas proximidades, onde são frequentes tiroteios à noite.
          Não cheguei ficar impressionado desta vez. Meu coração não disparou como em outubro de 2016, quando fui assaltado a 200 metros desse mesmo local. Mesmo assim, fiquei preocupado. Poderia ter sido atingido por um tiro. Enquanto isso, vejo e ouço na televisão os candidatos a presidente, governador e deputado federal e senador, prometerem, com a maior cara de pau, que irão resolver o problema da violência.


terça-feira, 18 de setembro de 2018

SOBRE REVISÃO DE TEXTOS

Leitores semianalfabetos não fazem muita questão de que os jornais contem com revisores. É que eles se divertem, faz bem ao próprio ego, quando deparam com alguma distração ou erro de digitação. Porém, não têm capacidade para detectar os equívocos mais profundos.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

AMOR Á PRIMEIRA VISTA

Amor à primeira vista é quando o cérebro faz reconhecimento visual através dos olhos e envia para uma pasta através de uma janela para arquivar em um cantinho do coração. A informação vai se juntar a várias outras que a ela serão anexadas em uma vida futura.

domingo, 26 de agosto de 2018

DAS MEMÓRIAS PLINIANAS

Ao remexer meus guardados, peguei uma agenda de papel de 2007 e, ao folhá-la, deparei com uma página, na qual eu deixara um pequenino texto. Em uma certa noite alta, de céu risonho (não sei por que as estrelas riam), eu achei graça no comentário feito por um ouvinte do programa Sem Fronteiras, da Rádio Gaúcha, apresentado brilhantemente pelo saudoso Glênio Reis. A conversa, naquela noite, era sobre um posicionamento do então papa Bento XVI, sobre casamento. Um ouvinte saiu-se com essa:
"O papa condena o segundo casamento porque é solteiro. Fosse casado, seria contra também o primeiro."

sábado, 18 de agosto de 2018

UMA HISTÓRIA FICTÍCIA EM HOMENAGEM AO MEU AMIGO MAURO CASTRO, TAXISTA E ESCRITOR

Quatro horas da tarde, e meu amigo taxista já estava recolhendo o carro. Há dias em que quase nada dá certo. Naquele dia, tudo deu errado. Começou de manhã com aquela escassez de passageiros. A fila de táxis se entendia por toda a quadra, no ponto da Saldanha Marinho, no Menino Deus. Não fazia frio, não chovia, o sol iluminava a cidade e a temperatura era amena, ótima para passear, mas parecia que ninguém quis sair de casa.
 O taxista saiu da fila pra ver se pegava alguma corrida pela rua. Em dua esquinas, viu possíveis passageiros parados, um deles com uma mala ao lado. Deu sinal de luz, pensou em buzinar, mas desistiu ao ver que mexiam no celular.
 Nas poucas corridas que pegou, nada que valesse a pena. Trajetos curtos, um bêbado vomitou no banco e até um calote levou quando um passageiro  engravatado desceu diante de uma galeria no Centro, pediu que o esperasse porque iria buscar a namorada. Deve ter saído pelo outro acesso da galeria já que não retornou. Nem a namorada. Além de perder dinheiro, perdeu tempo esperando o malandro.
  O que o levou a interromper o dia de trabalho foi o que aconteceu no Bairro Medianeira. Ele trafegava por uma rua nas proximidades do Estádio Olímpico quando ouviu uma mulher e duas crianças gritando "Táxi, Táxi". Imediatamente parou carro e respirou aliviado, achando que aquela zica do dia havia acabado. Mas a mulher e as crianças passaram por ele e continuaram correndo, gritando, "Táxi, Táxi". Foi então que ele percebeu as três tentavam pegar o cachorrinho que aproveitara o portão esquecido aberto e fugira.  Irritado, não conteve o palavrão: "Que merda! Não tinham outro nome pra botar no cachorro?

quarta-feira, 25 de julho de 2018

REFLEXÃO ANTROPOLÓGICA URBANA

A existência de papéis amassados dentro dos bolsos e das bolsas é um indicativo de pessoas urbanas com nível de conscientização de que não se deve jogar lixo fora das cestas. A ausência desses papéis não indicam uma falta de consciência, é claro, mas a presença é sinal de preocupação em não jogar lixo pelo chão, pelas ruas, em qualquer lugar.
 fora das cestas.

REFLEXÃO SOBRE A JUSTIÇA

A Justiça é cega, surda e muda. Quem criou essa frase, em um passado distante, quis dizer que os magistrados não devem julgar pelo que ouvem, leem ou veem. Não podem ser seduzidos pelas calandras, pelos oradores brilhantes, pelos escritores talentosos. Tem que se aterem aos autos e se preocuparem em contar com depoimentos verossímeis, relatos de fatos concretos e decidir pela sua própria convicção diante das coincidências e das contradições.  Qualquer dúvida, antes da decisão deve ser dirimida com a devolução dos autos para novas investigações.
      Juízes não podem ficar cegados pela ideologia ou o o apego irrestrito a partidos e a políticos. Não podem fazer de conta de que não ouvem o que os autos gritam, não pode se calar diante das tentativas dos que querem fazer prosperar a injustiça. Todo juiz deve saber a hora em que deve se declarar impedido de julgar quando partes envolvidas são de suas relações de amizade ou parentesco. 

  
 

domingo, 22 de julho de 2018

TROCADILHANDO ALÉM MAR



Após obter informações, um oftalmologista leitor do escritor português
Júlio Dinis não sabia se dilatava ou delatava as Pupilas do Senhor Reitor.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

LOCALIZADOS 33 MENORES DESAPARECIDOS EM PORTO ALEGRE DURANTE OPERAÇÃO REGRESSO

O Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca) realizou, esta sexta-feira, em vários bairros de Porto Alegre, a Operação Regresso, que localizou, até o final da tarde, 33 menores, entre crianças e adolescentes. A ação foi desenvolvida para marcar o Dia Internacional da Criança Desaparecida. A data é uma referência ao menino Etan Patz, de seis anos, que sumiu no dia 25 de maio de 1979, logo após ter saído da escola em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Até hoje, o menino nunca mais foi encontrado.
 Conforme a Polícia Civil, em 2016 desapareceram 394 crianças com até 12 anos no país. Desse total, 251 foram encontradas. Em 2017, foram 384 casos, com 239 localizações. Em relação aos adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, o número de desaparecidos em 2016 atingiu 5.059 com 3.744 encontrados. Em 2017, foram 4.546 jovens desaparecidos,  com 3.702 sendo localizados.
    Conforme a diretora do Deca, delegada Adriana da Costa, o número de desaparecimentos de adolescentes atinge cerca de 90 por cento das ocorrências registradas. A policial explica que os motivos para os sumiços são variados, com destaques para o envolvimento com namorados, tráfico de drogas, exploração sexual e desentendimento familiar.


Com Correio do Povo e sites da Internet
   

CHARGE SEM DESENHO

Além do revólver, o assaltante carrega uma mangueirinha e um galão de cinco litros. Ao apontar a arma para a vítima, vai logo avisando, aos gritos:
- Não quero o teu dinheiro, não quero o celular, nem o carro. Vai logo me passando a chave do tanque.

domingo, 22 de abril de 2018

MAIS UMA HiSTÓRIA DE UMA DAS IRMÃS DO AMIGOMEU

Dos cinco irmãos do Amigomeu, três morreram de forma trágica: Getúlio, o mais velho, disparou um tiro contra o próprio coração, da mesma forma que seu tocaio famoso; Momô, registrado como Deuseamor, foi assassinado por um marido traído sem sequer ter conhecido a mulher do corno; e Deudeci, coitadinha, foi vítima de sua extrema magreza.
Já comentei aqui no blog os detalhes das mortes de Getúlio e Momô. Também já falei aqui sobre as desventuras de Deudeci que, por ter sido muito magra, passou a vida inteira sofrendo "bullying", principalmente na infância, quando ouvia apelidos, como Fininha, Pau de virar-tripa, Palito, Jerivá e Vara de Pescar. 
   Por ser magra demais, no mês de outono, quando costuma ventar muito, ela precisava carregar duas pedras de meio quilo na bolsa para poder ir ao armazém. Ou passear. Em 2016, morreu de forma trágica como o clássico do cinema "E O Vento Levou". Durante aquele ciclone que atingiu Porto Alegre, ela estava a cem metros de sua casa, na Estrada dos Alpes, no bairro Alto Teresópolis, e foi carregada pelos ares pela ventania até o bairro Praia de Belas, onde se estatelou contra a parede do sexto andar. Na verdade, foi um andar acima, mas mudei aqui porque iriam dizer que 7 é conta de mentiroso.
O caixão no qual Deudeci foi sepultada era muito estreito, tinha uma alça só, como caixa de violino. A lápide não permitia sequer escrever o nome inteiro. Ficou deu de si, em uma coluna. O coveiro disse que não dava para colocar o esquife na horizontal. O deu de ci lembrou a origem do nome dela, como já contei. O pai dela, seu Waldemar, uma vez foi ao Cabaré da Picucha, lá em Seival, e ouviu prostitutas conversando em outra peça. Elas comentavam sobre o falatório a respeito de uma moça de família rica que havia transado com quase todos os rapazes da vila. Isso em uma época em que isso não era comum. Uma das putas defendeu a garota.
- Se ela deu de si, foi bem dado e ninguém tem nada xô isso. Seu Waldemar ficou com aquilo na cabeça.
   Mais tarde, ao registrar a criança, a quarta na ordem dos filhos, seu Waldemar não tinha um nome escolhido, e não se sabe por que cargas d'água, disse que a menina se chamaria Deudeci. O escrivão colocou o nome com C para atender às regras da ortografia. 

quinta-feira, 19 de abril de 2018

O TEMPO, O VENTO E O PAGAMENTO

Se o tempo fosse um barquinho
daqueles de vela ao vento,
minhas bochechas estariam roxas
de tanto eu soprar o Tempo 
pro dia do pagamento.

terça-feira, 27 de março de 2018

REFLEXÕES ECONÔMICAS

               Se o tempo fosse um barquinho, 
               daqueles de vela ao vento,
               minhas bochechas estariam roxas
               de tanto eu soprar o tempo
               pro dia do pagamento.

                     

domingo, 11 de março de 2018

REFLEXÕES EM UM INÍCIO DE SEMANA

"O que é ótimo dificilmente fica melhor.
Nada é tão ruim que não possa ficar pior."

domingo, 11 de fevereiro de 2018

OS CARIOCAS E SEUS FALARES

Se tem alguma coisa que fere meus cansados ouvidos é a pronúncia dos repórteres e apresentadores cariocas. Nada contra o chiado deles, cada região tem sua maneria
própria de falar. Nós, gaúchos, falamos deve forma diferente, mas não temos difusão nacional como AA emissoras paulistas e cariocas. O que eu me refiro é a maneira como os cariocas se falam  aos nomes estrangeiros, especialmente os de língua espanhola. Muito me irrita ouvir o pessoal da Globo se referir a "Barilóche", e não "Barilôche" como os gaúchos e os de língua espanhola falam. Hoje, ouvi um repórter da Globo pronunciar "Bórra" para comentar a presença do colombiano Borja. Ele até poderria falar "Borja", ou Bôrha (com h aspirado, mas mas não Bórra.


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

REFLEXÃO SOBRE AS REDES SOCIAIS

O Facebook é uma grande árvore onde pousam aves de rapina disfarçadas de pássaros inocentes à espera de uma presa; e passarinhos inocentes querendo se passar por grandes aves. No Brasil, é retrato de grande parte da população que, como caranguejos no balde, querem subir a qualquer custo, puxando os que estão em cima e pisando nos que estão em baixo. Triste país, triste povo.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

DOS MEUS AMIGOS ESCRITORES

Meu amigo Mauro Castro é um artista multitalentoso. Com seu trabalho como motorista de táxi, faz mais do que promover um transporte confortável, seguro e honesto. Pelas suas corridas passa uma gama de moradores de Porto Alegre e de outros lugares que deixam histórias maravilhosas. É um material que já permitiu a edição de três livros, com histórias que fazem rir, ou chorar compondo um retrato fiel e humano de uma parte de Porto Alegre. Um quarto livro será lançado no próximo dia 11 de janeiro. No ato de lançamento, Mauro Castro vai apresentar uma terceira faceta da sua personalidade, a segunda ligada à arte. Além de taxista e escritor, Mauro Castro é músico e dará uma canja no lançamento do livro tocando piano.

domingo, 24 de dezembro de 2017

OS VENCEDORES DO PRÊMIO ARI 2017

 Rodrigo Moles
Para um público de aproximadamente 200 pessoas, que lotou o auditório do Ministério Público, foi divulgada, na manhã de terça-feira, a lista dos ganhadores do 59 Prêmio ARI/Banrisul de  Jornalismo.
 O grande destaque da edição de 2017 do Prêmio ARI foi o jornalista Rodrigo Lopes, do Grupo RBS. Ele ganhou o primeiro lugar na categoria webjornalismo e mais  três pelo jornal Zero Hora:  um segundo mancha minha em crônica e outro em reportagem geral, e um terceiro lugar também em geral.
Os vencedores foram os seguintes:

Reportagem Geral -
1 Lugar - Encarcerados (série), de
Michele de Carvalho Ferreira, Diário Popular (Pelotas)
2 Lugar -RS na Marca da Cia - de Rodrigo Lopes e Carlos Rohlsing- ZH
3 Lugar -  Conexão Francinepe - Medellín - O Homem da Faculdade de Papel, de Rodrigo Lopes e José Luís Costa, de ZH.
4 Lugar - Protagonismo Feminino, de Bruna Karpinski Santos, ZH
5 - Essa Terra É de Quem?, de Isabela Sanders, Jornal do Comércio

JORNALISMO IMPRESSO - REPORTAGEM ESPORTIVA

1 - Guerreira de Dar Inveja, de Rafael Peruzzo - Correio do Povo
2 - À Sombra da Tragédia: O recomeço das viúvas de Chapecó André Baibich, ZH
3 Lugar - Os 7 de 77 - de Leonardo da Silva, ZH
4 Lugar - Esporte Clube Saudade , Sérgio Vilar, ZH
5 Lugar - Revolução Industrial de Craques, de Henrique Massaro -

Crônica

1 Lugar - O Nosso 11 de Setembro - Cláudia Laitano - ZH
2 Lugar - Carta a Alba, Tereza e Família Rodrigo Lopes, ZH
3 Lugar -  O Pior Comunicador do Mundo, Paulo Germano, ZH
4 - O Guri de Caruaru - Paulo Mendes
5 - Pra Tudo Deus Dá um Jeito
Liberato Vieira da Cunha  Jornal do Povo (Cachoeira do Sul)


REPORTAREM ECONÔMICA.
1 - Privatizações - Cléver Tarandini, Jornal Já
2 Lugar - Mais emprego? de Flávia Benfica, Correio do Povo
3 Lugar - Refugiados, de Mauren Xavier  CP
4 Rumo da Indústria, de Guilherme Daroit, Jornal do Comércio
5 Lugar - Em Harmonia com a Natureza, Itamar Melo - ZH

FOTOJORNALISMO
1 Lugar - A Ilha que o Mundo Esqueceu Carlos Macedo, ZH
2 Lugar, Encarcerados, Carlos Queiroz, Diário Popular
3 Lugar - Não É o Tamanho que Mede a Vida, Carlos Macedo, ZH
4 Lugar - Famílias expulsas pelo tráfico e destruição de casas sob investigação, Matheus Bruxel, Diário Gaúcho.
5 - Deixou de Ser Brinquedo e Virou Problema, Paulo Langaro, ZH

CHARGE
1 Lugar - Odebrecht, Alexandre Oliveira, Diário Gaúcho
2 Lugar - Ministérios - Schroeder
 3 Lugar - Pauta Positiva, de Gilmar Fraga, ZH
4 Lugar - Visita guiada, Neltair Rebés Abreu, o Santiago, Jornal Extra Classe
5 Legal - Feira da Infância - Neltair Rebes Abreu, o Santiago, Jornal Extra Classe.

PLANEJAMENTO GRÁFICO

Redesenho do Caderno Doc, de Melina Gallo de Araújo, ZH
2 Lugar - Especial Paulo Santana, de Paola Gandolfo, ZH
3 Lugar, Caderno Vida, de Melina Gasparini, ZH
4 Lugar -  Os maiores desastres ambientais, de Thais Longaray, ZH
5 Lugar,  Pedro Dreher,  CP.
REPORTAGEM CULTURAL
1 Lugar - Für Immer (Para Sempre) Moacir Frenzen, NH.
2 Lugar - Vaiado Hoje, Aplaudido Amanhã, por Fábio Prickladnicks_ Doc
3 Lugar - Como nasce uma gaita- Alexande Lucchese - Doc ZH
4 Lugar - Onde o Metal Gaúcho Foi Forjado? William Rodrigues
5 Lugar - Os Refugiados de Belchior, Letícia Pacheco, Gazeta do Sul

RADIOJORNALISMO - GERAL
1 Lugar - Cerco aos neonazistas, de Cid Martins, Rádio Gaúcha
2 Lugar - Fraude do Lixo, de Eduardo Mattos, Rádio Gaúcha
3 Lugar - Ataque ao Extremismo, de Xid Martins
4 Lugar - Sobre o Lucro Fácil, de José Renato Ribeiro,
Rádio Cachoeira
(Cachoeira do Sul)

RADIOJORNALISMO ESPOTIVO
1 lugar - Caravana da Resistência de Eduardo, Rádio Gaúcha
TO'S Paixão Além do Futebol, Rádio Grenal
2 Lugar -  A Maior Tragédia do Esporte  Mundial, Eduardo Matos, Rádio Gaúcha
4 Lugar - Caso Vítor  Ramos, Rodrigo Oliveira, Rádio Gaúcha
5 Lugar - Vamo Vamo, Chapecó, de Alessandro di Lorenzo, BandNews
FM

TELEJORNALISMO - GERAL
1 Lugar - Novos Imigrantes vê ao RS em busca de trabalho, Luciane Kohlman, SBT/RS
2 Lugar - Jovens Enganados por falsos empresários eram tratados como escravos, Andrei Rosseto, SBT/RS
3 Lugar - Educar para mudar, de Nathalia Fruet, RBS TV
4 Lugar - TV Repórter, Ocupações, Lisete  Félix Veloso,  TVE/RS
5 Lugar - Núcleo do  Presídio Cenrral, Jonas Campos, RBS TV

TELEJORNALISMO - REPORTAGEM ESPORTIVA
1 Lugar - Joga com a gente de Alice Bastos Neves, RBS TV
2 Lugar - Joga que nem mulher, de Roberto Cabral Azambuja, RBS TV
3 Lugar -Inter, 10 Anos do Mundial, de Glauco Pasa,  RBS TV
4 Olimpíada de 2020, Kelly Costa, RBS TV
5 Lugar- 20 Anos do Bicampeonato brasileiro, Fernando Becker, RBS TV

WEBJORNALISMO
1 Lugar  - A Travessia - Rodrigo Lopes, Jéferson Botega e equipe, ZH
2 Lugar - Perigo no Prato - Carlos Rohlsing Braga, ZH
3 Lugar - Patrimônio Ameaçado - de Cléber Tentardini - Jornal Já
4 Lugar - Catadores de Sustento e Cidadania, de Gabriele Santos de Paula, ANÚ
5 Lugar - Nos tribunais, os xicrin estão vencendo a Vale, de Naira Hofmeister, Agência Pública.

JORNALISMO UNIVERSITÁRIO-RÁDIO

1 Lugar - Marcadas pela dor, relatos sobre violência obstétrica, de Eduardo Pinzon, Famecos
2 Lugar - Somos Tão Jovens - 36 anos de HIV, de Felipe Goldberg Coelho, Rádio da Universidade - Ufrgs
3 Lugar - Ilha da Pintada, Onde Nem Tudo É Básico, de Eduardo Pinzon, Famecos, PUC.

J
4 Lugar - Reciclagem de Brinquedos, de Ana Cristina Hoffmann Azeredo
5 Lugar - A Diversificação da Produção de Fumo em Santa Cruz do Sul, de Brenda Rodrigues Fernandes, Famecos, PUC

JORNALISMO UNIVERSITÁRIO - TV
1 Lugar - A Rotina da Esperança, deMarcela Barbosa Baiborra - UniRitter
2 - Moda e Saúde Mental, de Amanda Farias Zammer Muller, TeleFabico, Ufrgs
3 Lugar - À Espera por Desaparecidos, por Isadora Duarte da Silva, TeleFabico, Ufrgs
4 Lugar - O Grito de Desigualdade, de Wagner Pedroso de Abreu, Faculdade São Francisco de Assis
5 Lugar - Depois da Kiss, de Juliano Rosa de Castro, TV Campus UFSM

JORNALISMO UNIVERSITÁRIO IMPRESSO
1 Lugar - Meninas da Fase, de Carla Rodriguez, da UniRitter.












segunda-feira, 27 de novembro de 2017

PRÊMIO ARI DE 2016 TEM RECORDE NO NÚMERO DE INSCRIÇÕES: 408



Luiz Adoldo Lino de Souza, presidente da ARI
A 59ª edição do Prêmio ARI de Jornalismo teve suas inscrições encerradas neste domingo, 26, registrando recorde de submissões em relação ao ano passado. Ao todo, foram 408 trabalhos - sendo 50 apenas de universitários -, contra 370, em 2016. Ao Coletiva.net, o presidente de Associação Riograndense de Imprensa (ARI), Luiz Adolfo Lino de Souza, comemorou, satisfeito, o resultado. "É a prova de que estamos com uma boa produção jornalística, apesar do período difícil que vivem as redações."
O jornalista explicou que, neste ano, a premiação contará com uma renovação no corpo de jurados, oportunizando a participação de novos colegas na escolha dos vencedores. Para tanto, os avaliadores terão duas reuniões: uma nesta quarta-feira, 29, e outra em 12 de dezembro, na sede da ARI.
As mais de 400 submissões serão validadas até amanhã, 28, conforme afirmou Lino. Os trabalhos estão concorrendo em 14 categorias - Charge, Jornalismo universitário, Reportagem cultural, Webjornalismo, Mídia impressa, Radiojornalismo e Telejornalismo. Cada uma destas modalidades, com exceção das três primeiras, possui subcategorias.
A cerimônia de entrega dos troféus está prevista para 19 de dezembro, às 10h, no auditório do Ministério Público (Praça Marechal Deodoro), em Porto Alegre.

CURIOSIDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA

Mais uma curiosidade da Língua Portuguesa.


"Por que", separado e sem acento; "por quê", separado e com acento; "porque", junto e sem acento; "porquê", junto e com acento.

Descubra ou releia essa diferenciação no livro de minha autoria, "Tira-teima de Quatro Questões Ortográficas: Crase, vírgula, hífen e os porquês", que deverá ser lançado ainda neste ano de 2018.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

NECROLÓGICO de 2017

Em todos os dias 2 de novembro, Dia de Finados, sempre relembro de tanta gente que conviveu comigo e que já foi chamada para o andar de cima: meus pais, Walter e Ítala, meus irmãos Dóris e Dilmar, meu cunhado José Pradier, o Lebrão, e meu querido sobrinho Guto, todos os tios e tias paternos (minha mãe, era filha única). Neste ano de 2017, registrou-se um grande número de perdas de jornalistas que trabalharam comigo em diversos órgãos de imprensa. Relato aqui como homenagem a eles e como informação porque, às vezes, alguns colegas me perguntam sobre outros ex-colegas e nem sabiam que eles já haviam partido para a redação celestial. Acrescento também, alguns com os quais nunca trabalhei mas estava acostumado a vê-los, ouvi-los ou lê-los até este ano.


Jayme Copstein
Em 12 de janeiro, morreu Jayme Copstein, aos 89 anos, com quem trabalhei na Folha da Tarde e na Rádio Guaíba e na RBS, onde ele fez grande sucesso com o programa Gaúcha na Madrugada.


Holmes Aquino
Em 29 de abril
Holmes Aquino, 
aos 88 anos, chefe da equipe técnica da RBS, ex-colega da Rádio Gaúcha.

Em 23 de junho, Gemma Generali, aos 90 anos, colega redatora da Zero Hora, onde trabalhou por 40 anos. Ela teve dois filhos e duas filhas, e deixa oito netos e seis bisnetos. A jornalista tinha câncer no pulmão e enfisema pulmonar.

Adalberto Kaspary
5 de julho - Adalberto Kaspary, 78 anos, natural de Feliz (RS) professor de Português, especializado em termos jurídicos e em gramática em geral. Devo a ele, um tanto que apreendi sobre a nossa língua pátria.



      Em 19 de julho, Paulo Sant'Anna,
Paulo Sant"Anna
jornalista da Rádio Gaúcha, onde participou do programa Sala de Redação, e da Zero Hora, onde assinava uma coluna na penúltima página.




Osório Figueiredo
Em 6 de agosto, foi a vez do historiador Osório Santana de Figueiredo nos deixar, aos 91 anos. Há alguns anos, conversei com ele quando fui à cidade natal dele, São Gabriel, para conhecer um monumento erigido, no meio de uma estância, em homenagem a Plácido de Castro, o anexador do Acre.



Euclides Lisboa
Em 8 de setembro, Euclides Lisboa, o Kidinho, 71 anos, ex-colega da Folha da Manhã e da Folha da Tarde. Ultimamente estava em Santa Catarina, como editor executivo da Empresa Empreendedor, de Florianópolis.



João Wianney Carlet
Em 29 de setembro - Nascido em Três Passos (RS) Wianey Carlet tinha 68 anos e morreu após complicações decorrentes de uma cirurgia vascular nas pernas. Passou por várias empresas de comunicação do Estado, entre elas a TV Difusora, Caldas Junior, Rádio Sucesso e RBS, onde participava do programa Sala de Redação e tinha uma coluna em Zero Hora. Neste 2017, foi dispensado da RBS e começava nova função da Rádio Bandeirantes.


Fernando Antônio Lemos Goulart
Em 15 de novembro - Na quarta-feira, faleceu Fernando Goulart, com quem trabalhei na Folha da Tarde e na Zero Hora. Tinha 69 anos. Na época em que trabalhamos juntos, era repórter esportivo. Foi presidente da Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos (Aceg) e trabalhou também no Estadão. Seu último emprego foi na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.


 Outras mortes

Teori Zavaschi
Em 19 de janeiro, Teori Zavascki, 70 anos, presidente do STF, e irmão do meu ex-colega Olyr Zavaschi, com quem trabalhei em ZH e que faleceu em 30 de junho de 2011 em queda de avião.


Jerry Adriani
Em 23 de abril, cantor Jerry Adriani (Jair Alves de Souza), aos 70 anos. Era cantor e ídolo do movimento musical conhecido como Jovem Guarda, nascido no bairro do Brás, em São Paulo. Foi vítima de câncer.


Belchior
30 de abril, morre Antonio Carlos Belchior, cantor e compositor, 70 anos, nascido no Ceará. Fez sucesso com suas composições, algumas delas interpretadas por Elis Regina


Plauto Cruz
29 de julho - Plauto Cruz, 87 anos, gaúcho e considerado um dos maiores flautistas do país. Teve complicações de Parkinson e complicações de Alzheimer. Era natural de São Jerônimo (RS).



Hélio Dourado
1º de agosto - Dr. Hélio Dourado, ex-presidente do Grêmio entre 1975 e 1981, aos 87 anos, vítima de enfarte. Ele era presidente do Grêmio quando eu cobria as notícias do clube como repórter da Folha da Tarde. Natural de Santa Cruz do Sul (RS)


Luiz Melodia
4 de agosto - Luiz Melodia, 66 anos, cantor e compositor brasileiro. Luiz Carlos dos Santos nasceu no Rio de Janeiro.


Carlos Araújo
12 de agosto - Carlos Araújo, 79 anos, político gaúcho, foi casado por 25 anos, com a ex-presidente Dilma Rousseff, com quem militou durante a ditadura civil militar.



Paulo Silvino
17 de agosto - Paulo Silvino, ator e humorista da Rede Globo, morreu aos 78 anos, de câncer. Seu maior sucesso era o porteiro Severino, do cara-crachá, cara-crachá. Era natural do Rio de Janeiro.


Jerry Lerws
20 de agosto - Jerry Lews, um dos maiores comediantes da história mundial, morreu em Las Vegas aos 91 anos. Seu nome de original era Joseph Levitch e nasceu em Newark, em Nova Jersey (EUA).


Marcelo Rezende
16 de setembro - Marcelo Rezende, aos 65 anos, vítima de câncer. Nascido no Rio, ultimamente apresentava o Cidade Alerta, mas passou por vários programas entre eles Linha Direta, Domingo Espetacular, Fantástico e Jornal Nacional.
















quarta-feira, 1 de novembro de 2017

A ORIGEM DOS NOMES DOS MESES - NOVEMBRO

Assim como os seus antecessores outubro e setembro, o nome do mês de novembro é originário do latim, novem, que significa nove, embora o mês seja o décimo primeiro mês do calendário gregoriano. Como ocorre com os dois outros meses, essa ideia de nono mês fez do antigo calendário romano, que ia de março a dezembro. O mês de novembro, embora alguns e outros se atrapalhem, tem 30 dias.



Datas comemorativas de novembro

1 de novembro - Dia de Todos os Santos (Não é feriado no Brasil. A data é reconhecida por católicos, ortodoxos, anglicanos e lutares.) Spostamente, a ideia de homenagear todos os Santos Mártires teria começado por volta do ano 835 d.C, quando a Igreja Católica Romana decidiu dedicar o dia 1º de novembro a todos aqueles que tiveram uma vida santa, mas não foram lembrados ao longo do ano.Normalmente, o Dia de Todos os Santos é celebrado nesta data em todo o ocidente, enquanto que no oriente a comemoração acontece no primeiro domingo após o Pentecostes.

2 de novembro - Dia de Finados - É feriado no Brasil.  Conforme a Wikpédia,desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade Odilo de Cluny, em 998, pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos. A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12;  1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos.[1]


Segundo Léon Denis,[o estabelecimento de uma data específica para a comemoração dos mortos é uma iniciativa dos druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, jurídicas e filosóficas dentro da sociedade celta, que acreditavam na continuação da existência depois da morte. Reuniam-se nos lares, e não nos cemitérios, no primeiro dia de novembro, para homenagear e evocar os mortos.

3 de novembro - Dia do Cabeleireiro

4 de novembro - Dia do Inventor

5 de novembro - Dia do Cinema Brasileiro e Dia Do Radioamador e do Técnico em Eletrônica
6 de novembro - Dia Nacional do Amigo
7 de novembro - Dia do Radialista
8 de novembro - Dia do Radiologista
13 de novembro - Dia Mundial da Gentileza
15 de novembro - Dia da Proclamação da República
18 de novembro - Dia do Conselho Tutelar
19 de novembro - Dia da Bandeira
20 de setembro - Dia Nacional da Consciência Negra (Em homenagem a Zumbi, líder do Quilômbo de Palmares, que combatia a escravidão).
22 de novembro - Dia do Músico
23 de novembro  - Dia do Engenheiro Eletricista
25 de novembro - Dia Nacional do Doador de Sangue
30 de novembro - Dia do Síndico, do Teólogo e do Evangélico.