domingo, 5 de maio de 2019

25 ANOS SEM MARIO QUINTANA

Quase todos os dias penso no poeta Mario Quintana. Sempre tem algum fato que me remeta às inteligentes e belas poesias que ele escreveu. Com frequência leio na Internet algo referente ao maior poeta do Rio Grande do Sul e um dos maiores do Brasil. Várias vezes me surpreendo postando alguma coisa sobre o que o poeta escreveu ou pensando no que ele diria se ainda estivesse por aqui.
    Hoje, quando se completam 25 anos da passagem de Mario Quintana para a redação celestial, não tenho como deixar de postas aqui a minha homenagem, o meu reconhecimento e o meu agradecimento pela obra que esse poeta alegretense deixou.
  Tive o privilégio e o prazer de ter conhecido Mario de Miranda Quintana. E, mais do que isso, ter convivido com ele, embora nunca tenhamos conversado. Trabalhamos na mesma empresa, a Caldas Júnior, na mesma época, de 1976 a 1984. Ele no Correio do Povo, eu na Folha da Manhã e depois na Folha da Tarde. Recordo das tantas vezes que o vi caminhando pela Rua da Praia ou na Praça da Alfândega. Numa forcei uma conversa porque respeitava o seu direito de caminhar livremente com seus maravilhosos pensamentos.
   Num dos meus primeiros empregos como jornalista, na Rádio Gaúcha, certa vez fui designado para colher uma gravação curta do poeta para colocar em um programa noticioso da emissora. Lá fui eu, ainda foca, com um gravador, para entrevistar o grande poeta. Na escola Inácio Montana, onde ele estava lançando um livro.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

POEMINHA TROCADILHADO E AMALUCADO


CONTRA A DEPRESSÃO, DÊ PRESSÃO

      
Na segunda, ficou contando os segundos na cama;


na terça, rezou um terço;


na quarta,  ficou mais tempo ainda no quarto;


na quinta, saiu para a quinta, respirou ar puro e comeu frutas;


na sexta, rasgou tudo o que escreveu e jogou na cesta;

no sábado e no domingo, mais uma vez sentiu-se livre e foi viver a vida.

domingo, 24 de março de 2019

POSTADO NO FACEBOOK

Por causa tua,

exclusivamente tua,
fui assaltado na rua.

Parei pra decidir se te esquecia, 
se te abandonava, ou se tentava, outra vez,
e pra ti voltava.
Foi essa dúvida cruel
que me assaltou.


quarta-feira, 20 de março de 2019

DE REPENTE, O OUTONO CHEGA AO SUL DO HEMISFÉRIO PÚBLICO, ESFRIANDO O TEMPO E PUXANDO FOLHAS

Nada é mais triste do que a imagem de uma rua margeada por plátanos à saída de um cemitério, numa manhã surpreendentemente fria de outono, folhas caindo, com uma família toda de preto. 0 pai, de sobretudo; a mãe, com um lenço na cabeça; e o casal de filhos pequenos, todos andando juntos, quase abraçados; estampando no rosto, e principalmente nos quatro pares de olhos, uma vermelhidão produzida pelo início de uma grande e dolorosa saudade.

sábado, 9 de março de 2019

UMA PORTO ALEGRE À ESPERA EM VÁRIOS PONTOS DA CIDADE


Um estádio que virou tapera
Por onde quer que eu ande, pelas ruas de Porto Alegre, vejo cenas que não combinam com aquela cidade bonita que eu conheci no início da década decada de 70. Em cada canto vejo desleixo, com  cidade à espera de algum conserto, de alguma reforma, de alguma providência. Não preciso sair longe da minha casa, no bairro Medianeira, para ver isso.
No limite entre os bairros Medianeira, o estádio Olímpico,que foi ponto turístico e palco de grandes partidas, o Olímpico virou uma tapera desde que o Grêmio se transferiu para a nova Arena, na Zona Norte, edificada em negociação até hoje não muito bem compreendida. Aguardando uma decisão, o estádio é invadido, às vezes, por vândalos e ladrões. 
O último jogo no Olímpico aconteceu em 2013, quando o Grêmio ganhou do Veranópolis por 1 a 0. Um ano anos, era erguida a Arena no Bairro Navegantes. Pelo acordo com a construtora OAS, o Olímpico seria demolido para que a empresa construísse um condomínio residencial no local. Mas a OAS foi acusada, na Operação Lava Jato, com acusações de propinas a políticos, fraudes, cartéis e outras irregularidades. Com isso, todas as obras prometidas em relação ao entorno da Arena não foram realizadas, e o Olímpico não foi totalmente entregue. O Olímpico de tantas glórias vai esperar num canto, ao que parece, eternamente.
Olímpico em ruínas à espera das negociações entre Grêmio e OAS


Aqui um relógio marcava hora
 e temperatura
Nas proximidades, do Olímpico, um outrora suporte de relógio e marcazdor de temperatura permanece desativado há vários anos. A prefeitura diz que já estão sendo feitas tratativas para a contratação de uma nova empresa para instalar um sistema diferente do que havia da Ativa. Além de mostrar as horas e a temperatura, o equipamento deverá ter, segundo o prefeito Nelson Marchezan Júnior, HI FI, câmeras de segurança e outros serviços. Como são as obras de prefeituras, o melhor é não se fixar em prazos. Eles não costumam ser cumpridos. Preparemo-nos para esperar ainda um longo tempo.


POESIAS VELHAS NOS ÔNIBUS

Há dois anos não se renovam as poesias do ônibus e do trem. As alegações de falta de dinheiro para abrir mão de eventos de cultura parecem não ter sentido neste caso, já que não há prêmio em dinheiro para os classificados nem qualquer despesa com alguma estrutura. Além disso, a participação de empresas de ônibus e o Trensurb provavelmente se responsabilizam por eventuais gastos.





Aqui a quadra de esporte
está abandonada
Diante do Olímpico, no lado oeste, na rua Gastão Mazeron, a quadra pública para jogos de futsal e basquete já não tem as goleiras e muito menos as tabelas para as cestas. As telas apresentam rombos dando um ar de abandono e relaxamento. A própria via, aliás, que deveria sido transformada em um corredor de ônibus para fazer uma ligação com a III Perimetral que ligará vários bairros sem passar pelo Centro, permitindo o tráfego da zona sul para o Aeroporto Salgado Filho Filho, deveria ter sido concluída em 2014.


Aviso à EPTC: não precisa
mandar fazer placa nova
   Se a EPTC precisar colocar placa avisando que à direita o motorista pode seguir livre, não precisa gastar para construir uma. É só arrancar a placa que existe na Rua José de Alencar, na esquina com as ruas Mariano de Mattos e Tenente Coronel Faria Lima, no limiar entre os bairros Medianeira e Menino Deus. Essa sinalização foi colocada ali há muitos anos quando não havia uma sinaleira para pedestre na rua José de Alencar. Assim, quem seguia em direção à Avenida Getúlio Vargas podia seguir tranquilamente. 
    Com a colocação de um semáforo ali (veja entre o poste e o suporte da placa na foto), a indicação não foi retirada dali e ficou sem sentido. Pior, permaneceu com a informação errada. Um desperdício que pode causar problemas para um motorista desavisado.

   Saindo um pouquinho do bairro, o Centro está minado de obras paradas. Prédios abandonados é o que mais tem. A foto abaixo é da Casa Azul, prédio histórico que está interditado por decisão judicial desde o dia  26 de maio de 2016. Com a iminência de causar algum dano aos pedestres e motoristas, a edificação foi protegida por tapumes e andaimes. Trechos das ruas próximas foram interditados. Há três anos, a prefeitura e os proprietários negociam uma saída para o caso, a fim de que a Rua Riachuelo, na esquina com a Marechal Floriano seja liberada. Conforme a prefeitura, os proprietários têm uma dúvida de 200 mil de IPTU. Uma reforma na fachada do prédio teria atualmente um custo de 1,6 milhão de reais. Certamente, essa situação vai ficar indefinida ainda por muitos anos.



Quem sai do Centro para a Zona Sul da Capital, costeando o Guaíba, repara uma estrutura de metrô de superfície, chamado de aeromóvel. É uma espécie de Coliseu romano ou Arco da Lapa, porém sem a história das ruínas de Roma ou dos restos de um aqueduto que existiu no Rio de Janeiro. O Aeromóvel criado pelo engenheiro Arthur Coester funciona com impulso produzido a ar comprimido. Um protótipo foi construído no Gasômetro com a plata forma e o trem para os testes. Porém. Coester e as autoridades da  época não se acertaram e o Aeromóvel não foi implantado.  O mesmo projeto foi instalado depois em Jacarta, na Indonésia. Em 2013, uma linha curta de aeromóvel foi estabelecida interligando a estação Aeroporto do metrô com o terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho.


2

'Locomotiva" do Aeromóvel' está quase escondida na vegetação


Início da linha, como mostra, diante da Usina do Gasômetro


Estrutura do Aeromóvel: Arcos da Lapa, mas sem história





quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

REANALISANDO OS DITADOS ANTIGOS

ANALISANDO DITADOS ANTIGOS

A propaganda é a alma do negócio

Na verdade, a propaganda é a arma do negócio. A alma é a qualidade do produto, dos serviços e do atendimento correto ao público e aos parceiros. É a honestidade de quem produz e negocia, é a missão de prestar bom serviço à comunidade e ser recompensado por isso.
  A propaganda é a arma que o negócio usa para ter visualização, para se defender sem matar ninguém. Propaganda enganosa é tiro no próprio pé. Não é arma para forçar ninguém a comprar, é para cativar o cliente a usar seus produtos e serviços a voltar.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

VOCÊS SABE POR QUE A CORUJA É O SÍMBOLO DA SABEDORIA

Ao ler, "O Livro da Mitologia", de Thomas Bulfinch, que me caiu às mãos, outro dia, finalmente descobri por que várias pessoas que conheci, principalmente advogados e um delegado da Polícia, colocavam imagens de coruja sobre suas mesas de trabalho ou estantes. Eu já sabia que era um símbolo de sabedoria, que era usado também por faculdades de filosofia. Nas não conhecia a origem disso.
 Lendo o livro sobre mitologia, soube que a coruja era a ave favorita de Minerva, deusa da sabedoria. Minerva nasceu de Júpiter sem ter tido mãe, saída da cabeça dele completamente pronta. A partir de um episódio, passou  ser também o símbolo de um desempate, inicialmente na política. O Voto de Minerva vem de um julgamento de Orestes, acusado de ter matado a mãe e o amante dela para vingar o assassinato do pai. Após um empate entre os 12 jurados, Minerva, que presidia o júri, decidiu-se pela absolvição.
  Também me ocorreu a origem da expressão "mãe coruja", a partir de uma fábula o francês La Fontaine, reescrita por Monteiro Lobato e vários outros autores. "Uma águia acidentalmente cravou um espinho em uma das patas e ficou pendurada, sem condições de se mexer e correndo o risco de morrer de inanição. A coruja  apiedou-se e retirou o espinho e salvou a águia que ficou muito agradecida e perguntou o que poderia fazer para recompensar a outra. A coruja pediu apenas que não comesse seus filhotes e perguntou como eles eram para cumprir o prometido. A coruja disse que seus filhos eram lindos. Um dia, voando em busca de comida, a águia viu alguns filhotes muito feios em um ninho e os comeu, acreditando que não poderiam ser os filhos da coruja. A mãe foi reclamar da águia e ouviu que a culpa era dela própria por achar lindos os filhotes que não o eram. Com isso, criou-se outro ditado: "Quem ama o feio, bonito lhe parece."

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

TESTE DE ANO-NOVO


Você tem paciência?

1) Você coloca algo no micro-ondas. Você espera a contagem regressiva chegar ao zero ou interrompe e acha que já está bom mesmo com tempo ainda de 5 ou 6 minutos?
2) Você chega diante do elevador, onde já havia uma pessoa e, como está demorando, você aperta mais uma ou duas vezes o botão? E, quando o elevador chega, você entra antes de saírem os que chegaram?
3) Você vai atravessar a rua e espera abrir o sinal para pedestres ou cruza se não vem carro perto ou em alta velocidade?
4) Você faz um pedido de orientação de itinerário o motorista e, se ele pensa um pouco pra responder, você pergunta ao cobrador?
5) Se você sai do táxi e o motorista demora a lhe dar o troco você se irrita e diz: deixa assim?
6) Se o trânsito está lento na autoestrada, você buzina pedindo passagem e ultrapassa pelo acostamento?

7) Você só gosta de pescar em arroio cheio de lambaris e não gosta de rio onde a boia ligada ao anzol custa a afundar?

Você pensa em fazer um teste com 10 perguntas mas termina na sétima?

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

ECONOMIA X FALTA DE SORTE (OU NÃO)

Se eu tivesse guardado em uma caixinha todo o dinheiro que entreguei para participar de bolões de loterias e aquelas quantias que eu deixei de pagar por não participar de outros bolões, eu hoje teria um valor bem interessante. Quem sabe não daria para comprar um violão, desejo de aquisição que me martela a cabeça ultimamente?


terça-feira, 25 de dezembro de 2018

COMO TERIA SIDO JESUS FISICAMENTE

(Não espere citações de cientistas renomados nem de palestrantes famosos. É só uma humilde opinião sobre os fatos.)

         O Homem de Nazaré, na minha opinião muito mais famoso do que John Lennon, Pelé e Maradona, teria sido aquele homem louro de cabelos compridos, de barba e olhos azuis? Muitos cientistas e historiadores não concordam. Dizem que essa imagem do Jesus de pele alva e olhos azuis foi criada na Idade Média como marketing da Igreja, baseada no biotipo da corte de um rei francês.
Outro argumento para contestar a aparência ariana de Jesus é a tês de sua família, de seu povo, mais escura, como as dos povos que vivem sob sol mais intenso.
Nesse ponto, entendo que essa tese desconhece a origem paterna de Jesus, que nada teria a ver com José, o carpinteiro. Que fenótipo teria o pai biológico de Jesus, que a Bíblia afirma ser Deus e que Maria, ainda virgem, teria sido engravidado pelo Espírito Santo?
Já alguns que acreditam em "deuses extraterrestres" tentam explicar a aparência branca de Jesus por meio dessa paternidade e lembram que o anjo Gabriel, que avisou Maria sobre a gravidez, também teria sido louro e de olhos claros. Os adeptos do visitantes E.T.s acreditam que o gênio Leonardo da Vinci tenha tido contato com extraterrestres e desenhado Jesus assim em quadros famosos até hoje, como a Santa Ceia.
Há os que não acreditam na existência física de Jesus. Para eles, é uma peça publicitária dentro da propaganda da religião. Argumentam com o fato de terem existido, antes de Cristo, em vários países, lendas com detalhes muito parecidos com a história de Jesus: um filho de virgem que sai a pregar, fazendo milagres com curas e ressurreições e tendo uma multidão de seguidores.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

DESENCONTROS CONJUGAIS

Um homem diz para o outro:
- Estou tri chateado. Minha mulher não fala comigo há três dias.
- Por quê?
- Eu disse uma bobagem pra ela e ela se ofendeu...
- E tu tá triste porque ela não fala contigo por três dias? Se a minha mulher ficasse calada por meia hora, eu levantaria as minhas mãos pro céu e nem precisaria comprar remédio pra dor de cabeça.
Uma mulher, sentada no banco ao lado, não resistiu e entrou na conversa:
- Se eu fosse deixar de falar com o meu marido cada vez que ele dissesse alguma coisa desagradável, eu e ele não falaríamos mais pro resto da vida.
(Cai o pano, ou melhor, o ônibus chega ao fim da linha)

VENCEDORES DO PRÊMIO ARI -2018

Com o auditório Ana Terra lotado por mais de 200 pessoas, na Câmara Municipal de Porto Alegre, foi entregue o Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo que chegou aos 60 anos sendo a mais duradoura distinção conferida a profissionais de imprensa no Brasil.  O Prêmio ARI/Banrisul igualmente segue com a respeitabilidade de premiação mais cobiçada entre os jornalistas gaúchos. Este ano marca também os 90 anos do Banco do Estado do Rio Grande do Sul, apoiador principal.

A edição deste ano iniciou com a entrega do Prêmio Antônio Gonzalez de Contribuição à Imprensa para o cargista Edgar Vasques, projeto Filtro Fact-Checking, Caderno de Sábado do Correio do Povo, a Associação de Diários do Interior (ADI)  e o jornalista e presidente do Conselho Deliberativo da ARI João Batista de Melo Filho. Entregaram, respectivamente as homenagens o professor Celso Schröder, o conselheiro da ARI João Borges de Souza, a vice-presidente da ARI Cristiane Finger, os conselheiro José Antônio Vieira da Cunha e Carlos Bastos.

Edgar Vasquez, com 50 anos de jornalismo neste ano de 2018, ressaltou o papel social do profissional de imprensa, especialmente o chargista. Taís Seibt agradeceu a todos que ajudaram o projeto de checagem que ela lidera e foi desenvolvido em universidades de jornalismo durante as eleições gerais. Juremir Machado da Silva lembrou o espaço que o Caderno de Sábado oferece a grandes autores e pensadores no suplemento cultural do CP. O presidente da ADI, Eládio Vieira da Cunha lembrou a atuação da entidade junto aos 25 jornais afiliados no treinamento e aperfeiçoamento profissional de veículos do interior. Batista Filho, que completou 60 anos de jornalismo neste ano, destacou o trabalho do jornalista na sociedade e o fato de ser impossível a vida sem informação de qualidade.

A homenagem especial ao jornalista Antônio Goulart pelos 20 anos de coordenação do prêmio emocionou a todos. Sem saber da homenagem Goulart, ganhador do Prêmio ARI pela primeira vez em 1965, recebeu da vereadora e jornalista Mônica Leal o troféu por sua contribuição à associação e ao prêmio que é entregue há 60 anos.

Prêmio ARI de Jornalismo Universitário 2018

 Categoria Áudio

Menção honrosa:

– Arthur da Silveira Loser​com o trabalho “Pauta LGBT no Futebol”- da PUCRS

– Lúcia Rosa da Silva​ pelo trabalho “Refugiados: obstáculos no caminho da sobrevivência”​- da Uniritter

– Larissa Pessi​ com a reportagem “Mudança na raiz da violência doméstica” -​Uniritter

– ​2º Lugar: Luisa Meimes ​com a reportagem “30 Anos: O Preconceito Que Mata”​da Uniritter

– 1º Lugar: Luana Silva da Cruz​com a reportagem “Por Volta Do Meio-Dia – Conceição Evaristo” da Ufrgs

Categoria Vídeo

Menção honrosa

– Bruno Prochnow Abcihéquer​- com a reportagem “A importância de abordar o suicídio na imprensa​- Famecos

– Jennyfer Siqueira​do outro lado do balcão​ Uniritter

– Júlia Canella Dias Flor​ com a reportagem “30 anos da Constituição – Ufrgs

2º Lugar: Andreza Silveira Ferraz​ pela reportagem “Os sonhos da Prostituição” – Uniritter

1º Lugar: Camila Andrade Pires com a reportagem “Copa Dos Refugiados” –  PucRS
Categoria Multimidia Web Universitário

Menção honrosa:

– Caroline de Mendonça Musskopf pelo trabalho“capital do HIV”  – da Ulbra

– Liz Ribeiro Diaz​com a reportagem “A Rotina Escolar depois da diabetes tipo 1” –  da Ufrgs

– Renê da Silva Almeida ​com a reportagem  “Várzea: a essência do futebol – Ufrgs

2º Lugar: Samara Giuliane Onofre ​“Entre a escrita e a luta: a resistência negra na literatura brasileira” Ufrgs

1º lugar: Nícolas Chidem da Costa ​com “A última gota” – Famecos

Categoria Fotojornalismo Universitário

Menção honrosa:

– Nícolas Chidem da Costa com “A sede dessa Gente” da ​PUCRS

– Larissa Pessi​com a foto “Velhos Amigos” da​Uniritter

2º lugar: Rodrigo Dos Santos Oliveira​ com  a fotografia “A Casa Que Não Vem”​PUCRS

1º lugar: Larissa Pessi​ com  a fotografia “Barreira a Vila Dique”​da Unritter

Categoria Reportagem Impressa Universitário

Menção honrosa:

– Andressa Oliveira Schutz​ “Vida e arte – reproduções cotidianas” Uniritter

– Évilin  Thaoane De Matos Campos ​“Como as mulheres ricas abortam”​ Uniritter

– Paulo Egídio Bernardi​ “Pioneirismo Estrelado”da​Unisinos

2º lugar: Larissa Pessi​ com a reportagem “A Longa Espera Para Ser o Plano ‘A’”​da Uniritter

1º lugar: Liz Ribeiro Diaz​com o trabalho “Toda Forma de Poder”​da Ufrgs

Grande Prêmio Acadêmico  Jornalismo Universitário:

1º lugar: Camila Andrade Pires com a reportagem “Copa Dos Refugiados” –  PUCRS

Os prêmios universitários foram entregues por professores e profissionais, entre ele Ricardo Cunha (Fadergs), Deivison Campos (Ulbra), Nikão Duarte (Unisinos) e os fotógrafos Ricardo Stricher e Itamar Aguiar.. O grande prêmio universitário foi vencido pelos alunos da Famecos/PUCRS.

Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo 2018 – 60 anos

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

REFLEXÃO DE AUTOAJUDA

Nem tudo é possível mas, às vezes , o extremamente difícil usa roupas do impossível apenas pra se disfarçar, para levar os menos insistentes e perseverantes à desistência. 

Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez.
Jean Cocteau
(Jean Maurice Eugène Clément Cocteau foi um poeta, romancista, cineasta, designer, dramaturgo, actor, e encenador de teatro francês. 

Uma vez um grupo de formiguinhas tentava escalar um paredão alto, íngreme e escorregadio. Elas subiam até certo ponto, cansavam, se desequilibravam e caíam. Uma formiga mais velha chegou e disse que elas estavam perdendo tempo porque era impossível ir até o topo do paredão. Enquanto a líder falava, uma formiguinha foi subindo, subindo, subindo, se esforçando...e conseguiu. Todas as outras gritaram em Libras e bateram palmas: Parabéns, Formiguinha surda.


terça-feira, 11 de dezembro de 2018

LEMBRANÇA E HOMENAGEM AOS QUE NOS DEIXARAM NESTE ANO DE 2018

 Tenho registrado aqui, a cada Dia de Finados (neste ano não tive tempo para postar na data certa), os nomes de ex-colegas, amigos ou pessoas que me chamaram a atenção e que o destino promoveu suas transferências para um outro plano espiritual. Decidi fazer isso por dois motivos: o primeiro é lembrar e homenagear os que se foram. O segundo é informar aos que me leem sobre o passamento dessas pessoas. Recentemente um amigo cometeu uma gafe ao perguntar por onde andava um amigo nosso. E esse ex-colega já tinha falecido havia alguns anos.
Inicialmente registro o falecimento de ex-colegas nos vários órgãos de comunicação dos quais passei. Mais abaixo, outras pessoas conhecidas, cuja importância de vida ressalto e homenageio.



12 de fevereiro - Edson Moiano morreu aos 71 anos,  vítima de problemas cardíacos. Natural de Santiago (RS), trabalhou nos anos 1960 na Rádio Santiaguense, Depois formou-se jornalista pela Famecos (Faculdade dos Meios de Comunicação Social) da PUCRS, e trabalhou durante 30 anos entre o Correio do Povo e a Rádio Guaíba. Em novembro de 2012, deixou o jornal e passou a atuar apenas como advogado. Morreu em casa, em Canoas, após sofrer uma crise de insuficiência respiratória.
19 de fevereiro - Juarez Hasse, o Juca Paranga, morreu vítima de parada cardíaca. Além de agente penitenciário, Juarez Hasse da Silva era jornalista, formado pela Famecos em 1971, e trabalhou nas editorias de Polícia do Diário de Notícias, Caldas Júnior e  Zero Hora. Atuou também como assessor de imprensa da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).

Nico Noronha
19 de fevereiro - O jornalista Nico Noronha, nasceu em Santana do Livramento e residiu vários anos em Santiago (RS). Formado em Comunicação Social pela PUC, ultimamente estava aposentado e escrevia uma coluna para um jornal de Santa Catarina. Foi repórter esportivo de Zero Hora e colaborou com revistas como Placar e IstoÉ, além de ser coautor do livro "A História dos Gre-Nais", junto com David Coimbra, Mário Marcos de Souza e Carlos André Moreira. Na carreira, ainda constam passagens pelas assessorias de comunicação da Federasul, da Fiergs, do Sport Club Internacional e da Liga Sul Minas. 

Nico Noronha deixa a viúva, Marinês, e os filhos Vinícius, que é jornalista, e Tess, professora.




                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         23 de fevereiro: João Batista Marçal, morreu aos 76 anos, vítima de câncer. Natural de Quaraí, trabalhou em quase todas as rádios de Porto Alegre. Sua chegada a Porto Alegre foi em 1963. Um ano depois, ingressou em Zero Hora como repórter policial e mais tarde passou a atuar na Rádio Gaúcha. Trabalhou também no Caderno de Sábado, do Correio do Povo, nas décadas de 1970 e 1980. Na Rádio Caiçara, esteve em seis oportunidades. É autor de mais de 20 livros.





6 de abril - Ricardo Vidarte, 58 anos, morreu vítima de infarto quando estava trabalhando no SBT, onde ocupava a função de coordenador de Esportes. Ele nasceu em Porto Alegre. Com 33 anos de profissão, passou por diversos veículos do Rio Grande do Sul entre eles a Rádio Guaíba. No currículo, transmissões de futebol, coberturas de libertadores, mundiais de clubes e quatro copas do mundo. Ele deixa um filho,  Artur, de 16 anos. 

24 de maio - Flávio Schubert morreu aos 75 anos. Jornalista e advogado, começou sua carreira no Diário de Notícias, de Porto Alegre, na editoria internacional. Foi também editor de economia e repórter especial da área jurídica de Zero Hora, de onde saiu no ano 2000. Trabalhou na Folha da Tarde, no Diário de Notícias e em Zero Hora.

13 de agosto - Jornalista Vilmo Medeiros.  Natural de Canoas, foi chefe das editorias de Polícia da Caldas Júnior, de Zero Hora e do Diário Catarinense. Morreu aos 77 anos.



30 de agosto - Luís Milman. Trabalhou como repórter na Folha da Manhã em Zero Hora na década de 1970. Atuou também na antiga Rádio Continental 1120, como redator. Foi correspondente da Revista Veja em Israel e fez parte do Movimento de Justiça e Direitos Humanos no ativismo contra o antissemitismo. De origem judaica, nasceu em Porto Alegre, onde foi jornalista e professor aposentado da PUC (1982), mestrado em Filosofia, também pela PUC (1989) doutorado pela Ufgrs (1998). Morreu vítima de infarto aos 60 anos. Deixou a esposa e dois filhos.





9 de setembro - Amauri Melo. Natural de Bento Gonçalves, Amauri Mari de Melo, morreu aos 67 anos, vítima de um AVC, na sua fazendinha em Mostardas, no Litoral gaúcho, onde morava nos últimos sete anos, após uma brilhante carreira no Jornalismo. Atuou no jornal Folha da Manhã, do grupo Caldas Junior e mais tarde nas Organizações Globo e no Jornal do Brasil. Foi correspondente de O Globo em Roma, na Itália. Foi também coordenador do Comitê Editorial do jornal O Dia.



5 de outubro - Olívia Ferme, diagramadora do Correio do Povo, teve passagem também por ZH, morreu aos 43 anos, vítima de câncer. Olívia graduou-se em jornalismo e relações públicas pela Famecos. Começou na profissão como diagramadora do Correio. Depois, trabalhou em outras áreas até sair para Zero Hora. Voltou para o CP em janeiro último e era, segundo colegas, uma unanimidade e dona de um sorriso contagiante. A jornalista deixou o marido Athos e o filho Lorenzo, de 9 anos.








OUTRAS PERDAS

5 de janeiro - Carlos Heitor Cony, morreu aos 91 anos, após internação em Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde Carlos Heitor Cony foi um jornalista e escritor brasileiro. Era editorialista da Folha de S.Paulo e membro da Academia Brasileira de Letras desde 2000. 


 6 de fevereiro - Eva Sopher, 94 anos, presidente da Fundação Theatro São Pedro por 42 anos.  Eva Margareth Plaut, nasceu em 1923, em Frankfurt, na Alemanha. Veio para o Brasil com 13 anos, com sua família, fugindo do nazismo. Morou em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde casou-se com Wolfgang Sopher e teve suas filhas – Renata e Ruth. Em 1960, mudou-se para Porto Alegre, onde dá início a um marco relevante na trajetória cultural do Rio Grande do Sul.






17 de abril - Ivone Lara - Nascida em 13 de abril de 1922, no Rio de Janeiro,  a cantora e compositora Yvonne Lara da Costa, tornou-se conhecida como Dona Ivone Lara, como Rainha do Samba e como Grande Dama do Samba. Seu maior sucesso como compositora foi  Sonho Meu, gravado por Maria Betânia e Gal Costa, em 1978. O disco teve um milhão de cópias vendias. Dona Ivone Lara atuou também como atriz, representando Tia Nastácia no programa Sítio do Picapau Amarelo.


2 de maio - Mário Barbará, 63 anos. Poeta, cantor e compositor gaúcho. Sua música de maior sucesso foi Desgarrados, feita em parceria com Sérgio Napp, também já falecido. Essa música ganhou a 11 Califórnia da Canção Nativa, de Uruguaiana, em 1981. Nasceu em São Borja em 22 de outubro de 1954.Outras canções memoráveis de Barbará são "Roda Canto", "Campesina", "Era Uma Vez", "Colorada", "Querência Maior", "Portas do Sonho", "Mala de Garupa", "Onde o cantor expõe as razões do seu canto", "Retirante", "Laços", "Se eu me chamasse Lourenço", "Velhas brancas", "Xote da Amizade", "Xote da ponte", "Xotes do sul", "Amanhã será setembro", "Canto de clã", "Gaúcho bronze", "Inverno", "Numa estação", "Quando eu fui embora", "Couro cru" e "Na Rodilha do Laço". 

10 de maio  - Fábio Koff, 86 anos, juiz de Direito que ficou conhecido como dirigente de clube de futebol. Foi presidente do Grêmio e do Clube dos Treze. Nasceu em Bento Gonçalves (RS) em 1931 e morreu em Porto Alegre aos 81 anos. Em 1916, foi lançado pela editora AGE o livro "Fábio André Koff - Memórias e confidências. O que faltou esclarecer". O livro é uma biografia a partir de depoimentos prestados por Koff a Paulo Flávio e Paulo Silvestre Ledur o ex-presidente relata os bastidores das principais conquistas do Grêmio e sua carreira como dirigente do Clube dos Treze.

 
14 de maio - Tom Wolfe - Considerado o criador do chamado new jornalism, Thomas Kennerly Wolfe nasceu em Richmond, em 2 de março de 1930. Morreu aos 87 anos em Nova Iorque, em 14 de maio de 2018. Era jornalista e escritor. Sua principal obra foi "A Fogueira das Vaidades", que fez enorme sucesso na década de 1980. O new jornalismo era uma corrente jornalística que usava elementos da literatura para narrar fatos reais, com técnicas narrativas próprias da ficção, mas sempre respeitando o rigor dos fatos.

 22 de maio - Alberto Dines - Jornalista, professor universitário, biógrafo e escritor brasileiro. Casou-se em primeiras núpcias com Ester Rosali, sobrinha de Adolfo Bloch, com quem teve quatro filhos, e em segundas núpcias com a jornalista Norma Couri. Foi crítico de cinema e considerado um dos maiores jornalistas brasileiros. Fundou o Observatório de Imprensa, que se dedicava a analisar o comportamento dos jornalistas.



6 de junho - Oly Facchin - 
Oly Erico da Costa Fachin, ex-presidente do Grêmio, morreu aos 81 anos. Nascido em São Sepé, em 2 de setembro de 1929. Foi presidente do Grêmio no biênio 1972/1973.
Fora do futebol, Oly Fachin, foi secretário de governo da prefeitura de Porto Alegre entre 1975 e 1979. de 1979 a 1982, ocupou a presidência do Instituto de Previdência do Estado, cargo que exerceu até 1982, quando deixou a função para candidatar-se à Câmara dos Deputados nas eleições de novembro do mesmo ano. Eleito, assumiu sua cadeira no Legislativo federal em fevereiro de 1983, tornando-se membro da Comissão de Educação e Cultura e suplente da Comissão do Serviço Público. Em 2015, Fachin foi outorgado com o título de Cidadão de Porto Alegre.



5 de setembro - Beatriz Segal, 92 anos, atriz brasileira. Em 1988, o país parou para ver o final da novela Vale Tudo, e a pergunta que mais se ouvia era "Quem matou Odete Reutemann Era nora do pintor Lazar Segal. Morreu em São Paulo e foi cremada em Cotia (SP). 


15 de novembro - Aldir Schlee, natural de Jaguarão, foi escritor, jornalista, tradutor, desenhista,  professor universitário brasileiro, doutor em Ciências Humanas. Criou projeto gráfico do jornal Última Hora (RJ), criou a Gazeta Pelotense, ganhou Prêmio Esso de Jornalismo conhecido por ter criado a camisa amarela da Seleção Brasileira de 1970, a Seleção Canarinho.



26 de novembro   Bernardo Bertolucci - Cineasta e roteirista italiano. Faleceu em Roma, aos 77 anos, devido a um câncer  no pulmão. Seus filmes mais famosos foram "O Último Tango em Paris", "O Conformista", "O Último Imperador", e  "O Pequeno Buda", "1900", entre outros.



5 de dezembro  - O ex-jogador de futebol e vereador Tarciso morreu aos 67 anos, vítima de tumor ósseo. Tarciso José de Souza  nasceu em São Geraldo, Minas Gerais, em 15 de setembro de 1951. Começou sua carreira de jogador em 1970, defendendo o América (RJ) e chegou ao Estádio Olímpico três anos depois. Foi o jogador que mais vestiu a camisa do Grêmio, atuando em 721 jogos, nos quais marcou 226 gols. Foi o segundo maior goleador da história tricolor, ficando atrás apenas do centroavante Alcindo. No Grêmio, ganhou o apelido de Tarciso Flecha Negra. Foi empresário - criou uma escolinha de futebol e político - elegeu vereador em 2088, reelegendo-se em 2012 e 2016.


































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































estava internado desde o dia 26 de dezembro de 2017. Foi submetido a uma cirurgia no intestino e teve complicações. A causa da morte foi falência de órgãos. Nasceu no Rio em 14 de março de 1926. Autor de 17 romances, entre eles o premiado "Quase Memória, é considerado um dos maiores escritores brasileiros. Foi integrante da Academia Brasileira de Letras e era editorialista do jornal Folha de S.Paulo. Era também comentarista da rádio CBN.


                                                                                                                                                                                                                                             
7 de fevereiro - Eva Sopher morreu aos 95 anos. Era presidente da Fundação do Theatro São Pedro.Nascida em 1923, em Frankfurt, na Alemanha, Eva Margareth Plaut fugiu do regime nazista com sua família para o Brasil. Na época, com apenas 13 anos, teve que aprender outro idioma, cultura e, o mais importante, o respeito às diferenças, compreendendo o significado das palavras sobrevivência e liberdade. Morou em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde casou-se com Wolfgang Sopher e teve suas filhas – Renata e Ruth. Em 1960 mudou-se para Porto Alegre, onde deu início a um marco relevante na trajetória cultural do Rio Grande do Sul.


17 de abril - Ivone Lara - Conhecida como Dona Ivone Lara, a cantora morreu aos 97 anos no Rio de Janeiro, vítima de uma parada cardiorrespiratória. Ela estava internada, com infecção renal, com complicações causadas pela idade. Chamada de "Rainha do Samba" ou "Grande Dama do Samba", Ivone é autora de sucessos como "Sonho Meu", em parceria com Délcio Carvalho, e tem 19 discos gravados --o primeiro deles, "Sambão 70", foi gravado em 1970 aos 49 anos.


5 de novembro - Aldyr Schlee morreu aos 83 anos, vítima de câncer. Natural de Jaguarão (RS), era escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário. Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e antologias de contos e de ensaios. Foi autor do projeto gráfico do jornal Última Hora, repórter e redator. Criou a Gazeta Pelotense, participou da fundação da Faculdade de Jornalismo de Pelotas, ganho Prêmio Esso de Jornalismo, foi pró-reitor da Ufpel, de Pelotas, morou no Rio, recebeu prêmio da Bienal Nestlé de Literatura por duas vezes, e ganhou Prêmio Açorianos de Literatura por cinco vezes. Mas ficou mais conhecido por ter criado o uniforme verde e amarelo da Seleção Brasileira de Futebol, a Seleção Canarinho. Teve três filhos e três netos. Morreu aos 83 anos, vítima de câncer.