terça-feira, 31 de agosto de 2010

DECIFRANDO A LETRA DO CANTO ALEGRETENSE

Uma das músicas gaúchas mais famosas, o Canto Alegretense tem tido regravações por um número incontável de intérpretes e em vários idiomas. Para satisfazer a curiosidade de quem não conhece o linguajar campeiro, decidi decodificar a letra da música composta por Euclides Fagundes Filho, o Bagre, e o irmão dele, Antônio Augusto Fagundes.



Não me perguntes onde fica o Alegrete (1)
Segue o rumo do teu próprio coração
Cruzarás pela estrada algum ginete (2)
E ouvirás toque de gaita e violão
Pra quem chega de Rosário (3) ao fim da tarde
Ou quem vem de Uruguaiana (4) de manhã
Tem o sol como uma brasa que ainda arde
Mergulhado no Rio Ibirapuitã (5)
Ouve o canto gauchesco e brasileiro
Desta terra que eu amei desde guri
Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
Pedra moura (6) das quebradas do Inhanduy (7)
E na hora derradeira que eu mereça
Ver o sol alegretense entardecer
Como os potros vou virar minha cabeça
Para os pagos no momento de morrer
E nos olhos vou levar o encantamento
Desta terra que eu amei com devoção
Cada verso que eu componho é um pagamento
De uma dívida de amor e gratidão...






1) Alegrete é um município localizado na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul às margens do Rio Ibirapuitã. Está localizada a 506 quilômetros de Porto Alegre. Tem uma população de 84.338 pessoas, conforme o censo do IBGE mais recente. Foi a terceira capital farroupilha, de 1842 a 1845.
2) Ginete: quem é bom cavaleiro, que sabe andar bem a cavalo, cavalariano, domador de cavalo, que participa de gineteadas (concursos de doma).
3) Rosário do Sul, cidade localizada 105km a leste de Alegrete. Por isso, quem chega de Rosário a Alegrete no fim da tarde vê o sol se pondo sobre o Rio Ibirapuitã.
4) Quem vem de Uruguaiana (cidade localizada na fronteira com a Argentina, a oeste de Alegrete) de manhã vê o sol nascendo sobre o Ibirapuitã.
(5) Ibirapuitã: rio que banha o Alegrete. É afluente do Rio Ibicuí e nasce em Santana do Livramento.
Foto de Aline Coimbra

(6) Flor de tuna: Flor de um tipo de cáctus.
(7) Camoatim: É uma espécie de abelha ou vespa, que existe na região da Campanha. É de cor preta e mede cerca de 11 mm de comprimento com dois traços amarelados transversais. Além de camoatim, também existe a lichiguana, que igualmente produz mel.
(8) Pedra moura: Tipo de pedra existente na Campanha, geralmente na margem de rios. É chamada de moura devido à cor escura. A relação com o nome deve provir da lembrança da época em que os árabes (mouros), de cor escura, dominavam
a península ibérica.

(9) Inhanduy: Rio em cujas margens surgiram as primeiras casas do que viria a ser o Alegrete. A capela existente no local acabou sendo incendiada em 1814, e a população se mudou para as margens do Ibirapuitã, onde está localizada hoje a cidade.


segunda-feira, 26 de julho de 2010

COISAS QUE MEUS DOIS NEURÔNIOS NÃO CONSEGUEM ENTENDER

Tem algumas coisa que ouço ou leio e não consigo entender. Não sei se é por culpa do meu Q.I. ou do estado lamentável dos meus dois neurônios, o Tico e o Teco, especialmente o Teco. Uma delas eu tenho ouvido nos diálogos das novelas: "Coma, meu filho, que a primeira refeição é a mais importante do dia". Eu pergunto: por quê? Será que é certo ou quem fala isso está repetindo uma máxima dos tempos antigos em que era preciso tomar um café da manhã reforçado com o objetivo de ter energia suficiente para encarar o pesado e longo trabalho da lavoura ou da lida do campo? Não sou especialista em nutrição, mas me parece uma bobagem isso.
   Outra coisa que me deixa impressionado são cenas de filmes e novelas em que alguém leva um tiro, cai na água e fica boiando. O certo seria o corpo afundar pois ele só vem à tona três ou quatro dias depois quando incha. Gostaria que algum especialista me dissesse se estou dizendo bobagem ou não? Não vale dizer que o motivo é tornar a cena mais plástica, mais atraente. Se for, é muita falta de criatividade porque já vi esse tipo de cena em muitos filmes e novelas.
 

quinta-feira, 22 de julho de 2010

III CAMINHADA SOLIDÁRIA DA APAE


A Apae de Porto Alegre promove, no próximo dia 21 de agosto, às 10h, a 3ª Caminhada Solidária em benefício dos deficientes intelectuais e múltiplos. A campanha visa a promover a inclusão social dos deficientes de um modo prazeroso e saudável, reunindo diversas pessoas para percorrerem a pé as imediações do Parcão. O evento ocorrerá na Semana Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O slogan da Campanha 2010 é "Caminhar Faz Bem Pra Saúde. A sua e a minha."


Para participar e ajudar as três escolas que a Apae Porto Alegre possui nos bairros Santana, Glória e Vila Nova, é importante adquirir desde já a camiseta da Caminhada, à venda em todos os tamanhos pelos telefones (51) 3225-8217 ou pelos e-mails fic@apaepoa.com.br ou apaeportoalegre@terra.com.br pelo valor de R$ 12,00.


A Campanha 2010 ressalta, através do simples gesto de caminhar juntos, o benefício de se cuidar da saúde, seja o indivíduo deficiente ou não, tenha ele a idade, cor, credo que for, lembrando que todos são especiais. Além disso, a Apae conclama as pessoas físicas e jurídicas a fazerem suas doações para os projetos sociais via Funcriança, com dedução no Imposto de Renda.


Conforme o presidente da Apae-Porto Alegre, Unírio Bernardi, é significativo o crescimento ano a ano de adeptos que se dispõem a participar da caminhada e a adquirir a camiseta, cuja verba ajuda sobremaneira a entidade a dar continuidade ao seu trabalho.


São parceiros nesta ação:


Grupo Record RS, Agência Novacentro, Black Maria Produtora, Loope Reclame, LZ Mídia Exterior, Ativa Mídia Exterior, HMídia, Impresul

terça-feira, 20 de julho de 2010

TEM GENTE QUE NÃO MUDA MESMO

Leio nos sites que a atriz Lindsay Lohnan começou a cumprir sua pena de 90 dias a que foi condenada nos Estados Unidos. Ela descumpriu os termos de sua liberdade condicional ao faltar a aulas de orientação sobre o alcoolismo. As aulas faziam parte de uma condenação anterior por dirigir alcoolizada. Os sites contam que na cadeia, a atriz não terá chuveiro particular e só poderá tomar banho de dois em dois dias. Será mantida em uma solitária, sem contato com outras presas quando estiver em sua cela. Terá direito a se exercitar três vezes por semana e receberá três refeições por dia.



Ao ler essas informações, fico imaginando o que acontece no Brasil. Quem é preso dirigindo embriagado, dificilmente vai para a cadeia, especialmente se tiver dinheiro para um bom advogado. Mesmo quem comete crimes hediondos, que mata, rouba, estupra ou aplica golpes, que agride e ameaça ou põe fogo até em veículos da polícia, não tem o mesmo tratamento dispensado à atriz norte-americana.


Se vai para a cadeia, não precisa trabalhar se não quiser. Recebe visita a varrer. Tem até visita íntima. Usa telefone celular para comandar o tráfico de drogas e assaltos. Ou para pedir aos parentes e amigos uma comidinha diferente da gororoba da prisão. Vinga-se de quem o denunciou ou de quem não se esforçou para que não fosse descoberto. Isso sem contar ligações estranhas com gente que, por sua função, deveria se empenhar para que tivesse bom comportamento.


Por isso tudo, não é de espantar que não haja recuperação de quem caiu no crime, já que uma pena não interrompe em nada a vida errada que o malandro leva. Um dia eu ainda espero ver os criminosos trabalhando para pagar suas despesas, ajudar suas famílias e lutando para se recuperar. Mas, por enquanto é um sonho. Vejo políticos prometendo solucionar os problemas e tudo continua igual.


segunda-feira, 14 de junho de 2010

UMA HISTÓRIA ROMÂNTICA E VERÍDICA

Não deu tempo para pôr no dia dos namorados, mas ainda é tempo.

Quando ele a convidou para jantar, naquele dia 5 de abril, ela pensou em um lugar simples, ou em pedir uma pizza. Queria algo mais barato. Mas o namorado insistiu. Iriam a um restaurante. Ela estranhou, mas gostou, é claro. No restaurante, ainda degustavam o couvert quando ele disse:
– Tem um verdezinho no teu dente.
– Ã? Saiu? – perguntou depois de levar disfarçadamente o guardanapo à boca.
– Não. É melhor ir ao banheiro.
Diante do espelho, no toalete, a constatação: não havia verdezinho algum. O que está acontecendo? – perguntou para si mesma.
Caminhou emburrada de volta pronta para dar uma bronca. Mas seu olhar foi desviado para uma ponta da mesa onde havia um pacotinho.
– O que é isso? – questionou, esquecendo-se do verdezinho.
- Abre!
No pacote havia um anel de noivado. Tão logo ela o pegou, o namorado a pediu em casamento. Como nos tempos antigos.
A menina corou, quase chorou e disse sim. Os dois ainda estavam enebriados com sua própria felicidade, que custou a notar o garçom bem perto da mesa, fitando-os com um olhar úmido e cúmplice.
A testemunha daquele gesto de amor não resistiu e chegou à mesa:
– Vocês me desculpem, mas eu estava olhando para vocês e me emocionei. Há 20 anos, protagonizei essa mesma cena com a minha mulher, quando a pedi em casamento. Fiquei olhando vocês dois, um casal jovem, tão bonito e feliz, que não me contive. Quero desejar a vocês toda a felicidade do mundo!

Embora o 12 de junho já tenha passado, também quero cumprimentar esses noivos. Parabéns Karen Sica e André. Muitas felicidades.

domingo, 23 de maio de 2010

DIÁLOGO NA SALA DE AUTOATENDIMENTO DE BANCO

  – Com licença, senhor. Desculpe incomodá-lo, mas poderia me ajudar? Não sei como fazer para tirar dinheiro.
  – Sem problemas, terei prazer em ajudá-lo.
  – Então tá.
  – Tem que virar o cartão assim. Pronto. Digite a sua senha de quatro números. Agora a senha de letras.
  – Tá aqui no papel. Quero tirar cem reais.
  – Digite ali. Pronto. Agora é só escolher a tecla que mostra cem reais.
  – Deu certo. Muito obrigado mesmo.

  Antes que o homem, aparentando entre 55 e 60 anos vá embora, resolvo dar-lhe um conselho:

 – Foi realmente um prazer ajudá-lo, mas o senhor precisa pedir ajuda para algum funcionário do banco. É que na cidade existe muito vigarista que pode pegar seu cartão, trocá-lo, ler suas senhas e tirar seu dinheiro.
– É, mas eu o procurei porque não achei que pudesse ter problema já que temos mais ou menos a mesma idade, com cabelos brancos.
– A questão é que os canalhas também envelhecem.

As cerca de dez pessoas que estavam na fila, esperando para entrar no banco, caíram na risada. Não tive tempo de dizer que a frase não é minha, mas do grande Ruy Barbosa.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

QUANDO NOMES E SOBRENOMES NOS PREGAM PEÇAS

Tenho um colega que sabe tudo sobre tratamento de imagem. Seu sobrenome é Paixão. Por conta disso, do nome, não por conhecer seu ofício, já passou por poucas e boas. Uma vez, depois de falar com uma amiga pelo telefone, teve de ouvir, no dia seguinte, que havia sido responsável pelo fim do namoro dela. É que o namorado da menina ouviu o papo anterior entre os dois e ficou irritadíssimo. Ela dizia "fala paixão", "sim paixão", "então tá paixão". Não adiantou ela explicar que estava falando com um amigo que tem esse sobrenome.

Outro dia, caminhando no shopping center, Renato ouviu alguém gritar insistentemente Paixão! Paixão!. Nem deu bola. Seguiu normalmente até uma mesa no setor de alimentação do shopping. Foi então que o colega dele, Serginho, cobrou-lhe:

- Ô meu! Te chamei três ou quatro vezes e tu não ouviu!

Que nada. Eu ouvi sim alguém me chamando, mas você acha que eu iria atender alguém que me gritava paixão, paixão, no meio daquela gente toda?
Li recentemente uma piada relacionada com o sobrenome Paixão. Um funcionário entrou em uma empresa e foi chamado pelo chefão:


- O negócio é o seguinte. Aqui na minha empresa, eu não quero que os funcionários sejam chamados pelo primeiro nome. Não permitimos esse tipo de intimidade. Pedro Silva é Silva, Marcos Santos é Santos. Por isso, você deve me chamar de Sr. Freitas. Entendeu? Qual é o teu nome completo?


Pedro Paixão _ respondeu o novo funcionário, um homem alto, forte e de presença.
 E o chefe, rapidamente:


_ Ok, ok, Pedro, pode ir trabalhar, bom serviço, tenha um bom dia!



quinta-feira, 22 de abril de 2010

HOMENAGEM AOS QUE FIZERAM E FAZEM O DIÁRIO GAÚCHO

Um jornal não existe apenas pela empresa, mas pelo esforço e talento dos trabalhadores. Por isso, quero fazer aqui uma homenagem a todos os jornalistas e demais funcionários que estão e que estiveram no Diário Gaúcho.

 O primeiro destaque é para o grupo que idealizou e formatou o jornal para a maioria: Cyro Martins Filho, o primeiro editor-chefe, Luís Augusto Generali, primeiro gerente-executivo, e o encarregado do desenho gráfico, o editor de arte Luiz Adolfo Lino de Souza, que é também o editor de artes dos jornais da RBS.
Também participaram do grupo, Marcelo Rech, diretor de Redação de Zero Hora na época do lançamento e hoje diretor de produto de jornais e rádios da RBS, e Alexandre Bach, então editor-adjunto e atual gerente do segmento da maioria no Rio Grande do Sul.



Relação das pessoas que fazem atualmente o Diário Gaúcho


Na redação

Cláudio Thomas (editor-chefe) Claiton Magalhães (editor-adjunto) - Rozanne Adamy (editora) - Luiz Carlos Domingues (editor) - Renato Dornelles (editor) - Diego Figueira (editor) - Felipe Bortolanza (sub-editor) - Hector Werlang (repórter) - Cristiane Matos (repórter) - Flávia Requião (editora) - Rosângela Monteiro (subeditora) - José Augusto Barros (repórter) - Lis Aline Silveira (repórter) - Cristiane Bazilio (repórter frila) - Jacira Colvara (editora) - Denise Waskow (repórter) - Lisiane Lisboa (repórter) - Amanda Munhoz - (repórter) Eduardo Rodrigues (repórter) - Roberta Schuler (repórter) - Cáren Cecília Baldo (subeditora) - Aline Custódio  (repórter) - Roberto Jardim (editor) - Plínio Nunes (editor) - Renato Gava (repórter) - Carolina Rocha (repórter) - Mariana Mondini (repórter) - Luiz Carlos Py (diagramador) - Flávia Kampf (editora de diagramação) - Ana Karina Giacomeli - (diagramadora) Betine Paris (diagramadora) - Laura Horn (diagramadora) - André Feltes (editor de fotografia) - Luiz Armando Vaz (repórter fotográfico) - Marcelo Oliveira - (repórter fotográfico) Andréa Graiz (repórter fotográfico) - Cynthia Vanzella (repórter fotográfico), Vinícius Roratto (repórter fotográfico free lancer) Anna Ferraz (produtora e redatora de moda) - Ângela Correia (departamento administrativo) - Cláudia Fernandes - (secretária) - Lisiane Silva (Marketing), Gabriela Sarturi (Marketing), Rene Mendes (Marketing) e Amanda Machado (Marketing) Rosangela Pieluhowski (telefonista) - Laura Luz (telefonista) - Alessandra Aquino (telefonista) - Melissa Silva (telefonista), Thiago Dutra (aprendiz) - Rafael Bitencourt (aprendiz)


Colunistas
 Adroaldo Guerra Filho - Andréa Alves - Antônio Carlos Macedo - Frei Irineu Costella - Gisela Myer - Gugu Streit - Isaac Menda - Kelvin Freitas - Kenny Braga - Leila Tortelli - Lisandro Adams - Lucia Pesca - Luiz Carlos Prates - Luiz Carlos Silveira Martins - Manoel Soares - Mauro Castro - Nathanael - Pai Cleon - Pedro Ernesto de Nardin - Milton Mendran

Quadrinistas
 Paulo Louzada (Tapejara), Fernando Gonda (Talk Táxi), Alexandre Oliveira, o Cabeça (Tinga) Gabriel Renner (Três Gerações)

No Diário Gaúcho Online

Luciane Benfica - Márcia Simões - Cristina Wagner - Juliana Mello - Karen Sica - Francesca Romani

Homenagem aos profissionais que passaram pelo Diário Gaúcho (fixos ou temporários):


Jornalistas
 Adriana Irion - Alessandra Barros - Ana Cecília Bisso Nunes - Andréa Malmann - Bruna Paulin - Bruno Azevedo - Camila Sacomori - Carla Etiene - Carlos Henrique Nunes - Carolina Zillioto - Cecília Bergamaschi - Christiane Thomas - Cristiane Bernardes - Cristiano Estrela - Daniel Marenco - Denise Wolkmer - Edu Lima - Eduardo Torres - Eliana Rafaelli - Euclides Bitelo - Éverson Godinho - Fabian Chelkanoff - Fabrício Barreto - Filipe Peixoto - Gabriela Albandes - Gilmar Fraga - Gisele Loblein - Guaracy Andrade - Gustavo Souza - Janaína Kalsing - João Roberto Assunção - Jocimar Farina - Lauren Batista - Leandro Maciel - Leonel Chaves - Luiz Fernando Aquino - Luiz Felipe Corulon - Marco Chavarria - Maria Madureira - - Marta Postiglioni - Nádia Toscan -  - Milena Fischer - Mirela Nascimento - Rafael de Sica - Ricardo Jaeger - Ricardo Machado - Rodrigo Rosa - Rodrigo Vizotto - Rogério Stinieski - Tamires Kopp - Vanessa Lopes - Valter Junior - Virginia Furtado.


Colunistas
 - Doutor Batista - Luiz Fernando Oderich - Moura do Cavaco - Paulo de Tarso Dresh da Silveira (in memoriam) - Pedro Ruas – Tailor Diniz - Sérgio Zambiasi

Marketing
Alessandra Dornelles - Cristiana Cabreira- Paula de Almeida - Sílvia Machado


Setor administrativo
Adair Palma - Adriano Fortes - Andrea Machado - Andrigo dos Santos - Celi Morais Rodrigues - Daniel Bello - Débora Lima - Ilza Marques - Jonhny Quadros - Lígia Pereira - Luciana Borges - Marina - Milena Pereira - Juliano Rosa - Renata Santos, Ricardo Santos - Sílvia Silva -Thiago Pinheiro - Vagner Franco

    Também são homenageados todos os profissionais que colaboraram ou colaboram com o Diário Gaúcho. Para recolher e relatar todos os nomes, seriam necessários vários meses de trabalho ininterrupto. Fica aqui o agradecimento geral aos jornalistas e outros funcionários do grupo RBS, ao pessoal do Centro de Tratamento de Imagem (CTI) da Claudete Schüler, do comercial da Cristiane Bueno, do corpo de motoristas da corporação onde trabalha o Paulo Henrique Albuquerque, aos colegas da impressão e aos jornaleiros.  


Homenagem póstuma

   Armadilhas do destino tiraram do Diário Gaúcho um grande profissional. Natural de Três Passos, Ricardo Carle, então com 38 anos, entrara para o jornal durante o período dos pilotos em 17 de fevereiro de 2000. Antes de ir para o Diário, trabalhou durante quase dez anos em Zero Hora, onde foi repórter do Segundo Caderno e da Editoria de Mundo e editor do Caderno de Cultura. Ricardo lia pelo menos um livro por dia e era especialista em literatura.
   No Diário Gaúcho, Ricardo assumiu o cargo de editor de Esportes. Em 5 de junho daquele mesmo ano, foi atropelado de madrugada quando saía do Bar do Beto, na Rua Venâncio Aires. Depois de ficar em cadeira de rodas por seis anos, morreu em 29 de novembro de 2006, em Joinville, vítima de parada cardiorrespiratória. Uma placa com seu nome está na porta da sala de reuniões do Diário Gaúcho.

terça-feira, 20 de abril de 2010

HOMENAGEM AOS 10 ANOS DO DIÁRIO GAÚCHO

Foto feita na frente do Centro Municipal de Cultura
No último sábado, 17 de abril, completaram-se 10 anos da criação do Diário Gaúcho, o primeiro jornal dirigido a todas as classes sociais, focado prioritariamente na maioria, composta por pessoas mais simples. Tenho orgulho de fazer parte desse time desde a sua criação, nos pilotos, em 17 de fevereiro de 2000. De lá para cá, muitos bons hábitos foram criados na população de Porto Alegre e Região Metropolitana, mais específicamente e muitos maus comportamentos foram combatidos. Muita gente que precisava foi ajudada seja de forma material por meio de O Meu Sonho É, seja psicológica com campanhas, a principal delas a do Crack Nem Pensar, idealizada pela RBS para todo o conglomerado jornalístico.
   O que mais me orgulha nesses dez anos foi ter podido ajudar pessoas desaparecidas e seus parentes. Publicamos, na seção Ajude a Encontrar, mais de duas mil fotos de desaparecidos, dos quais cerca de 60% foram localizados ou seus parentes descobriram os seus destinos. Alguns dos sumidos haviam morrido, mas não foram enterrados como indigentes e desconhecidos como seriam se não tivessem tido suas fotos publicadas no jornal.
  Muitos estavam caminhando pelas ruas ou internados sem família em abrigos e envoltos em seus problemas mentais ou psicológicos à revelia dos familiares. A publicação foi a luz que permitiu o seu reencontro com os parentes.
   O Diário Gaúcho foi, aos poucos, quebrando o preconceito inicial de pessoas que entendiam o jornalismo popular como algo sangrento ou sensacionalista. A população em geral não gosta de sangue, gosta mesmo é de desvendar os mistérios e principalmente que o jornal conte a sua história. O público preferencial do Diário Gaúcho via nos outros jornais uma realidade muito distante da sua. Com ele, passou a retratar-se e a admirá-lo.

   
                             O DIÁRIO É COMO O ÔNIBUS

 Durante o lançamento do Diário Gaúcho, criei uma definição do jornal, que reproduzo aqui.

                 O Diário Gaúcho é como o ônibus: serve para todo mundo. Ônibus, em latim, significa "para todos" e isso se encaixa exatamente no Diário. O ônibus é mais acessível, mais simples, popular e aceita todos, desde o engravatado até o de roupas modestas. Quem quer algo mais sofisticado, que atinja locais mais específicos e dispõe de mais dinheiro, usa o tempo todo o táxi. Já os menos abonados, utilizam o ônibus.
     
                Na nossa primeira festa de aniversário, cantei à capela, uma paródia que fiz sobre o Diário Gaúcho. Foi uma adaptação de uma música de Juca Chaves. Devo ter guardado o papel em alguma lugar, mas estou sem tempo e com preguiça de procurar. Vamos ver se me lembro como era e certamente faço algumas pequenas mudanças.

               Eu queria um jornal
               que fosse diferente,
               de todos que eu já li,
               todos tão iguais.
               Que falasse da minha vida,
               falasse da minha gente
               contasse a minha história,
               isso e tudo mais.

              Eu queria um jornal
              de divertidas cores,
              que falasse da minha terra
              e dos meus heróis,
              mas que também botasse o dedo
              nas nossas feridas,
              a doença só se cura
              se a ferida dói.
    
              lá,lá,lá,lá,lá...lá,la,la
              la,lá,lá,lá,lá...lá,lá
             
       
             Finalmente em 2000
             chegou o meu jornal
             pra mim que sou legal,
             sou simples e sem luxo.
             É bem o que eu preciso,
             é cheio de sorrisos,
             é o jornal da gente,
             é o Diário Gaúcho.

            
            


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

MAIS UMA SOBRE A ORIGEM DAS PALAVRAS

Qual a origem da palavra nenê?
   Muitas pessoas, especialmente as mulheres, consideram nenê uma palavra graciosa, bonitinha, pelo que representa. Desculpem-me essas pessoas, mas tenho compromisso com a verdade, como diria o meu amigo Luiz Armando Vaz. Nenê significa fedido, na língua original, o guarani.
   Contam os estudiosos do idioma do principal grupo indígena brasileiro que a repetição de termos, como ne-ne, indica plural ou abundância. Sobre a origem, relatam os especialistas a seguinte informação: quando os índios do Brasil, ou da Terra de Pindorama, foram aprisionados pelos portugueses, que queriam transformá-los em escravos, as índias passaram a cuidar das crianças das mulheres brancas. Tudo ia bem até que o pequenino fazia suas necessidades fisiológicas nas fraldas e ficava malcheiroso. A índia simplesmente a levava até a patroa e dizia "nê, nê". A branca achava graça do dito da índia e tomava a criança para trocar as fraldas. De tanto ouvirem nê, nê, na boca das índicas, as brancas achavam que a expressão significava bebê para as índias e o apelido pegou.

(Baseado no livro Palavras Indígenas no Linguajar Brasileiro, de Mário Arnaud Sampaio, editado pela Sagra D-C-Luzatto em Porto Alegre, em 1995.)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

RESULTADOS DO SORTEIO DOS LIVROS E DIVULGAÇÃO DOS MELHORES DE 2009 NO RÁDIO, TV E MÚSICA

Em primeiro lugar, quero agradecer a uma série de pessoas que me ajudaram neste modesto empreendimento, especialmente aos amigos que responderam ao questionário sobre os melhores do ano. Em um mundaréu de sites e outras atividades, destinar uma partezinha do seu tempo a este singelo blog é uma ajuda que jamais esquecerei.
   Quero agradecer também a outras quatro pessoas, que, sem elas, seria impossível sortear as obras: Paulo Roberto Falcão e Nilson Souza, Kenny Braga e Pedro Haase Filho.


                       RELAÇÃO DOS GANHADORES

Aline Custódio, de Porto Alegre, foi sorteada com o Rolo Compressor.
Sérgio Lo Iacono Galvani, de Bagé, ganhou o Time que Nunca Perdeu.
Renato Gava, de Porto Alegre, foi sorteado com Inter, Orgulho do Brasil.
Karen Sica, da Capital, ganhou o livro Rozeli da Silva, Guerrilheira do Amor.
Luiz Armando Vaz, de Porto Alegre, foi sorteado com Rádio Farroupilha, Setenta Anos de História no Ar
          
Minha neta Luísa tirou os papeizinhos da urna do Vidacuriosa. (Foto Plínio Nunes)



RESULTADOS DOS MELHORES DE 2009


Melhor novela: Caminho das Índias, com três votos, seguida de Poder Paralelo, dois votos.
Melhor ator: Tony Ramos e Lima Duarte, ambos com dois votos. Foram indicados também Marcelo Serrado e Gracindo Júnior.
Melhor atriz: Aline Moraes (dois votos), com indicações para Laura Cardoso, Bárbara Paz, Cristiano Torloni, Eliana Gutman, Ioná Magalhães.
Melhor Programa de Tevê: Profissão Repórter (dois), Jornal Nacional, Jornal da Dez (Globonews), Quinta Categoria (MTV), Caldeirão do Huck e CQC.
Melhor Humorístico de Tevê: CQC (quatro votos), Grande Família e A Praça é Nossa, tiveram uma indicação.
Apresentador de tevê: Luciano Huck (três votos) com indicações para Cléber Machado, Marcos Mion, Sílvio Santos e Cláudio Brito (TV Com).
Grupo Musical:  U2 e Vitor e Léo, ambos com dois votos. Foram indicados também Pouca Vogal e Reação em Cadeia.
Cantor nacional: Zeca Pagodinho (três votos), com indicações para Nei Lisboa, Emílio Santiago, Frejat e Fábio Junior.
Cantora nacional: Empate entre Marisa Monte, Adriana Calcanhoto, Ivete Sangalo, Ana Carolina, Joana e Elis Regina.
Cantor local: Empate entre Vitor Hugo, Serginho Moah, Julio Reny e  Teddy Correa.
Cantora local: Adriana Calcanhoto (três), com indicações para Loma e Isabela Fogaça.
Narrador de futebol no rádio: Pedro Ernesto (três votos), Haroldo de Souza (dois), Marco Antônio Pereira e José Silvério (SP).
Repórter de futebol no rádio: Luís Carlos Reche e Eduardo Gabardo empatados com dois votos, José Alberto e José Aldo Pereira.
Comentarista de futebol no rádio: Ruy Carlos Ostermann (três), Adroaldo Guerra Filho, o Guerinha (2), Kenny Braga e Cláudio Cabral
Repórter de notícias no rádio: Cid Martins (dois), Daniel Scola (dois), Fernando Zanuzzo e Gustavo Mota
Emissora de rádio: Gaúcha (quatro), Itapema FM (dois) Band News FM
Emissora de Tevê: Globo (três), Record (dois) e TV Futura




segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

NÃO DEU PARA NÃO PUBLICAR

Tenho ouvido tanta piada velha que não posso deixar de reproduzi-la. Quem me passou foi o meu colega Claiton Magalhaes, depois de receber um e-mail de um amigo dele, Ronaldo Vianna Eifler. Como não falei com o Ronaldo e não sei quem mandou para ele, fico por aqui nos créditos. E vamos à piada:

BOLICHO DE CAMPANHA

O gauchão entra em um boteco e vê anunciado acima do balcão:

Canha.......................... R$ 1,00
Cerveja.........................R$ 2,50
Pastel............................R$ 2,00
Sanduíche de galinha.....R$ 3,00
Acariciar órgão sexual...R$ 5,00

Checando na carteira para não passar vergonha, ele vai até o balcão e chama uma das três gurias que estão ali servindo:

– O guria, colicença!
– Sim – responde ela com um sorriso lindo. – Em que posso ajudar?
– É tu que acaricia os órgão sexuar dos freguês?
– Sou eu mesma - responde ela com voz caliente e um olhar bem sensual.
– Então tu me lava bem as mão e me serve um pastel.

Moral da história: "Nós semo grosso, mas temo giene"

Aproveitando a olada, se ainda não concorreu aos cinco livros, vai ali no dia 4 de dezembro e boa sorte.
Mas vai logo que o prazo é só até 15 de janeiro. É de grátis.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

AGORA JÁ SÃO CINCO LIVROS NO SORTEIO

Trinta anos depois, o capitão do Inter de 79, único campeão brasileiro invicto, reescreve a história da conquista com seus companheiros. Paulo Roberto Falcão lançou, na quinta-feira (17/12), o livro O time que nunca perdeu.

O jornalista, radialista e torcedor fanático do Internacional, Kenny Braga conta, em quase 200 páginas, a história do grupo mais famoso do Internacional, o chamado Rolo Compressor, que não perdia para ninguém na década de 40.

Kenny também participa deste evento com outro livro do Inter, que está agora na quinta edição, revisada e ampliada: Inter Orgulho do Brasil 1909-2009, que relata a história do Colorado desde a sua fundação até o ano do Centenário com relatos inéditos dos bastidores na conquista da Copa Sul Americana e muitos outros fatos.

Além desses, estão sendo sorteados outro livro sobre a Rádio Farroupilha e um outro sobre a história da gari Roseli, que com seu próprio salário iniciou uma instituição para ajudar crianças carentes do Bairro Restinga e deu até entrevista para o Jô Soares.

Então vai lá no post do dia 4 de dezembro (o prazo é até o dia 20), responde aos melhores do ano em rádio, tevê e música nos comentários para concorrer. Não esqueça de indicar sua ordem de preferência nos livros.
Boa sorte.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

RESULTADOS DA 54ª EDIÇÃO DO PRÊMIO ESSO

     Em cerimônia realizada no Hotel Cabacabana Palace, no Rio, foram divulgados, na noite de 8 de dezembro, os resultados da mais alta distinção para jornalistas do Brasil: o Prêmio Esso. Foram conferidas 15 premiações, 12 delas para a mídia impressa, além do Prêmio Esso de Telejornalismo e distinção de dois trabalhos de melhor contribuição à imprensa em 2009.


PRÊMIO ESSO DE JORNALISMO
 O vencedor foi o trabalho Os Sertões, dos jornalistas Fabiana Moraes e Schneider Carpeggiani, do Jornal do Commercio, de Recife. Eles ganharam diploma e R$ 30 mil. Os repórteres percorreram 4.713 quilômetros de estradas, da Bahia até o Ceará, e visitaram os locais descritos pelo escritor Euclides da Cunha. Na reportagem, criada para comemorar a passagem dos cem anos da morte de Euclides, foram entrevistados vaqueiros e salteadores, beatos e travestis, cantadoras de incelências (cantigas de velório), traficantes, padres e b-boys.


PREMIO ESSO DE TELEJORNALISMO
 Os ganhadores foram os jornalistas Mônica Puga, Junior Alves, Alex Oliveira, Aline Grupillo e Eliane Pinheiro, com o trabalho Confronto Na Linha Vermelha, transmitido pelo SBT. A reportagem mostrou o exato momento em que policiais e traficantes das favelas que margeiam a Linha Vermelha, no Rio, trocavam tiros em meio ao desespero dos motoristas pegos no fogo cruzado. Tudo ocorreu minutos antes de o presidente Lula e sua comitiva trafegar pela via expressa. Os vencedores receberam diploma e prêmio de R$ 20 mil.


PRÊMIO ESSO DE REPORTAGEM
 Os jornalistas Rosa Costa, Leandro Colon e Rodrigo Rangel, autores do trabalho Dos Atos Secretos, aos secretos atos de José Sarney foram os ganhadores. Publicada no jornal O Estado DE S. Paulo, a série de reportagens revelou que o Senado Federal editara mais de 300 atos secretos para nomear altos funcionários, parentes e amigos de senadores, criar cargos e privilégios, além de aumentar salários. As sucessivas revelações, que sofreram censura judicial, acabaram conduzindo o ex-presidente da República e presidente do Senado, José Sarney, para o centro das denúncias. Os vencedores ganharam diploma e  R$ 10 mil.


PRÊMIO ESSO DE FOTOGRAFIA
 O repórter fotográfico Arnaldo Carvalho percorreu nove estados do Nordeste e ilustrou com suas fotos o trabalho Exilados na fome, publicado no Jornal do Commercio (Recife). Numa das fotos mais marcantes, ele captou o sofrimento de uma menina de pouco mais de um ano de idade que ficara cega por inanição. Os trabalhos vencedores saíram de uma lista de 38 finalistas previamente selecionados de um total de 1.212 trabalhos inscritos, dos quais 520 eram reportagens, séries de reportagens ou artigos; 164 trabalhos fotográficos; 209 trabalhos de criação gráfica em jornal, 69 trabalhos de criação gráfica em revista e 125 primeiras páginas de jornal, além de 121 trabalhos de telejornalismo e 4 inscrições ao Prêmio de Melhor Contribuição à Imprensa. A Comissão de Premiação do Prêmio Esso de Jornalismo 2009, que julgou os trabalhos de mídia impressa (à exceção da fotografia), foi composta pelos jornalistas Humberto Werneck, Luiz Henrique Fruet, Percival de Souza, Roberto Muggiati e Silvio Ferraz, e esteve reunida na manhã do dia 8 de dezembro deste ano, no Rio de Janeiro. Os ganhadores receberam diploma e R$ 10 mi.


PRÊMIO ESSO DE INFORMAÇÃO ECONÔMICA
 (Diploma e R$ 5 mil) - Vicente Nunes, Ricardo Allan, Vânia Cristino, Karla Mendes, Letícia Nobre, Luciano Pires, Luciana Navarro, Mariana Flores e Ena Simão, com o trabalho O Brasil que emergirá da crise, publicado no jornal Correio Braziliense.


PRÊMIO ESSO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA, TECNOLÓGICA E ECOLÓGICA
 (Diploma e R$ 5 mil) - Marcelo Leite, Toni Pires, Claudio Ângelo, Marília Scalzo, Marcelo Pliger, Thea Severino, Adriana Caccese de Matos, Renata Steffen e Flávio Dieguez, com o trabalho No Coração da Antártida, publicado no jornal Folha de S. Paulo.


PRÊMIO ESSO ESPECIAL DE PRIMEIRA PÁGINA
(Diploma e R$ 5 mil) - André Hippertt, Karla Prado e Alexandre Freeland, com o trabalho A FAIXA PRETA HOJE É DE LUTO, publicado no jornal O Dia.


PRÊMIO ESSO DE CRIAÇÃO GRÁFICA - CATEGORIA JORNAL
 (Diploma e R$ 5 mil) - Bruno Falcone e Yana Parente, com o trabalho Os Sertões, publicado no Jornal do Commercio (Recife).


PRÊMIO ESSO DE CRIAÇÃO GRÁFICA - CATEGORIA REVISTA
(Diploma e R$ 5 mil) - Marcos Marques, Alexandre Lucas, Marco Vergotti, Eduardo Cometti, Alberto Cairo e Equipe Faz Caber, com o trabalho Voo Air France 447, publicado na revista Época.


PRÊMIO ESSO ESPECIAL INTERIOR
(Diploma e R$ 5 mil) - Suzana Fonseca e Tatiana Lopes, com o trabalho Caso Alessandra, publicado no jornal A Tribuna (Santos).


PRÊMIO ESSO REGIONAL 1
(Diploma e R$ 3 mil) - Silvia Bessa, com o trabalho Quilombola - Os Direitos Negados De Um Povo, publicado no jornal Diário de Pernambuco (Recife).


PRÊMIO ESSO REGIONAL 2
(Diploma e R$ 3 mil) Edgar Gonçalvez Junior e Equipe, com o trabalho Novembro de 2008 - O Maior Desastre Climático do Brasil, publicado no Jornal de Santa Catarina (Blumenau).


PRÊMIO ESSO REGIONAL 3
(Diploma e R$ 3 mil) Paulo Motta, Angelina Nunes, Carla Rocha, Selma Schmidt, Vera Araújo e Fábio Vasconcellos, com o trabalho Democracia nas Favelas, publicado no jornal O Globo. A Comissão de Premiação decidiu também endossar a declaração emitida pela Comissão de Seleção de repúdio, protesto e preocupação com a censura judicial imposta ao jornal "O Estado de S. Paulo".


MELHOR CONTRIBUIÇÃO À IMPRENSA EM 2009
- Diplomas para os sites Museu Corrupção (iniciativa do Diário do comércio de São Paulo que agrupou os casos mais importantes da imprensa desde 1964 até hoje) e Congresso em Foco, que tem um paciente trabalho de investigação jornalística que lhe permitiu trazer à luz aspectos desconhecidos do Congresso Nacional e da realidade política brasileira.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

SORTEIO DE CINCO LIVROS E OS MELHORES DE 2009

Mais uma vez queremos saber o que os internautas pensam sobre a televisão, sobre o rádio e sobre a música. Você está sendo convidado a dar sua opinião sobre os diversos tópicos da diversão nacional e local e a concorrer a quatro livros: O time que nunca perdeu (Paulo Roberto Falcão), Rolo Compressor (Kenny Braga), Inter orgulho do Brasil 1909 -2009 (Kenny Braga), Farroupilha, setenta anos de história no ar (Tiago Paixão), e Rozeli da Silva, a guerrilheira do amor.

Se você não vê novela, por exemplo, responda "nenhuma" (ou não responda). O mesmo se você achar que nenhum cantor ou grupo musical chamou-lhe a atenção neste ano de 2009, etc.
Obrigado pela participação e boa sorte no sorteio. Copie e cole a lista para respondê-la e enviá-la nos comentários. Irei publicando e, no final, no dia 15 de janeiro, divulgarei os resultados e sortearei os ganhadores dos quatro livros mencionados. Indique a ordem de preferência sua nos livros sorteados.

OS MELHORES DE 2009

1) Melhor novela:
2) Melhor ator:
3) Melhor atriz:
4) Melhor programa de TV:
5) Melhor humorístico de TV:
6) Melhor apresentador de programa de TV:
7) Melhor grupo musical:
8) Melhor cantor nacional:
9) Melhor cantora nacional:
10) Melhor cantor local:
11) Melhor cantora local:
12) Melhor narrador de futebol no rádio:
13) Melhor repórter de futebol no rádio:
14) Melhor comentarista de futebol no rádio:
15) Melhor repórter de notícias do rádio
16) Melhor emissora de rádio (AM ou FM):
16) Melhor emissora de televisão:

A partir do encerramento das participações, no dia 15 de janeiro, o Vidacuriosa divulgará o resultado das escolhas e os nomes dos internautas contemplados com livros.


O LIVRO

O TIME QUE NUNCA PERDEU

Trinta anos depois, o capitão do Inter de 79, único campeão brasileiro invicto, reescreve a história da conquista com seus companheiros. Vinte e um ex-jogadores daquele time foram ouvidos, em um trabalho que contou com a participação do jornalista Nilson Souza, que também assina o prefácio. O livro, publicado pela Editora AGE, recupera, em 117 páginas, episódios de vestiário e traz a campanha da equipe, jogo por jogo com comentários do autor. O preço sugerido é 29 reais.

O AUTOR

Catarinense de Abelardo Luz, nascido em 16 de outubro de 1953, Paulo Roberto Falcão foi o capitão do time de 1979. Jogou 16 anos no Internacional, integrou a seleção brasileira nas Copas de 1982 e 1986, atuou pela Roma de 1980 a 1985, encerrando sua carreira de atleta no São Paulo. Na Itália, foi considerado como o Oitavo Rei de Roma. Falcão treinou a Seleção Brasileira, o América do México, o Inter e a seleção do Japão.
Desde 1996 é comentarista da Rede Globo e da Rádio Gaúcha, além de colunista do jornal Zero Hora. Em 1996, lançou o livro Histórias da Bola (L&PM), que foi o mais vendido da Feira do Livro de Porto Alegre naquele ano. Falcão é casado com a apresentadora do Jornal do Almoço da RBS Cristina Ranzolin, com quem tem a filha Antônia, e é pai de Paulinho, do primeiro casamento.


O LIVRO

Rolo Compressor, memória de um time fabuloso:

Escrito pelo jornalista Kenny Braga, o livro fala sobre a mais brilhante equipe da história do Sport Club Internacional. Conta a história do time que vencia seus adversários como se passasse com um rolo compressor sobre eles desde o início, em 1939, quando apareceu o jovem ponteiro esquerdo Carlitos, que se transformou no maior artilheiro do clube, até 1949, chegou chegou ao final de um ciclo extraordinário. O Estádio dos Eucaliptos era um celeiro de ases, que encantavam os torcedores com sua genalidade e colocavam os efeitos do time nas manchetes esportivas. São quase 200 páginas, e a edição é da Já Editores.

O OUTRO LIVRO

 INTER Orgulho do Brasil 1909-2009
Em 254 páginas, Kenny Braga descreve, na quinta edição, revisada e ampliada, a história de um dos maiores clubes de futebol do Brasil desde a fundação, em 2009 até o centenário com capítulos inéditos sobre a conquista  também inédita da Copa Sul-Americana e as comemorações dos 100 anos. O livro é editado pela Já Editores e custa R$ 36.

O AUTOR


Nascido em Santana do Livramento em 24 de dezembro de 1944, Kenny Braga é jornalista e radialista. Integra o Programa Sala de Redação, da Rádio Gaúcha desde 1980. Começou sua carreira como revisor de A Platéia, de Livramento e em 1964 era redador e fazia editoriais. Trabalhou nos grandes jornais de Porto Alegre como Diário de Notícias, Folha da Tarde e Zero Hora e nas sucursais de O Globo (RJ), o Estado de S. Paulo, e na Editora Abril. Tem vários livros publicados, entre eles sobre a vida de João Goulart, Inter, Orgulho do Brasil e o Rolo Compressor.

O LIVRO
Guerrilheira do Amor conta conta a história da porto-alegrense Rozeli da Silva, que usou seu salário de gari para criar o Centro Renascer da Esperança, uma ong que atende a crianças carentes no Bairro Restinga. Seu trabalho foi divulgado primeiro pela RBS-TV, teve continuidade no Diário Gaúcho e depois em outros meios de comunicação e ganhou repercussão nacional (foi entrevistada pelo Programa do ) e internacional. Rozeli ganhou vários prêmios e homenagens, mas o Renascer da Esperança ainda se mantém com dificuldades. O livro é um relato autobiográfico de Rozeli feito para a assistente social e psicóloga Learsi Kelbert, que é sócia-fundadora do Centro Infantil Renascer da Esperança, juntamente com a gari. Edição da RBS Publicações.

O LIVRO
Farroupilha, Setenta anos de história no ar conta a trajetória da emissora popular da RBS desde sua fundação, em 1935. Conforme o autor, Tiago Paixão, ao longo dos 70 anos, a Farroupilha construiu uma história que justifica plenamente o slogan que adotou em tempos mais recentes: a rádio de um milhão de amigos. A edição é da RBS Publicações.

O AUTOR
Natural de Porto Alegre, Tiago Paixão. É Jornalista formado pela Unisinos e faz pós-graduação em comunicação na PUC. Também atuou profissionalmente em rádios do interior do Rio Grande do Sul. Na época de estudante de jornalismo, realizou uma pesquisa sobre a história da comunicação no Estado. Trabalhou como repórter e produtor da Rádio Farroupilha desde 2001 até o início deste ano.

   Observação: Se você não possuir senha do google ou tiver alguma outra dificuldade para entrar nos comentários, entre como Anônimo mesmo, mas coloque seu nome no final para que eu possa saber quem postou e colocá-lo no sorteio. Boa sorte.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

MAIS UM PRÊMIO DE JORNALISTAS

O Prêmio Press 2009 divulgou, nesta quarta-feira, os resultados da votação sobre os melhores profissionais de imprensa do Rio Grande do Sul. As etapas do voto popular e do voto profissional registraram 202 mil indicações, envolvendo aproximadamente 500 nomes diferentes de jornalistas. A festa de premiação foi realizada no Auditório Dante Barone, da Assembleia Legislativa, contou com a presença de 350 pessoas.



RELAÇÃO DOS PREMIADOS



Repórter de Rádio do Ano - empate entre Flávio Dal Pizzol (Guaíba) - Nathália Fruet (Band AM)


Repórter de Televisão do Ano - Daniel Scola (RBS TV)


Repórter de Jornal/Revista do Ano - Marcos Santuario (Correio do Povo)


Colunista de Jornal/Revista do Ano Troféu Senac-RS - Fernando Albrecht (Jornal do Comércio)


Comentarista de Televisão do Ano - Lasier Martins (RBS TV)


Comentarista de Rádio do Ano (Troféu Ruy Carlos Ostermann) - Nando Gross (Gaúcha)


Apresentador de Televisão do Ano - Alexandre Motta (TV Record)


Apresentador de Rádio do Ano - Oziris Marins (Band AM)


Jornalista de Web do Ano - Políbio Braga (www.polibiobraga.com.br )


Chargista/Grafista do Ano - Iotti (Zero Hora)


Repórter Fotográfico do Ano - Jefferson Bernardes (Palácio Piratini)


Narrador Esportivo do Ano - Marco Antonio Pereira (Gaúcha)


Plantão Esportivo (Troféu Antonio Augusto) - Cleber Glabauska (Rádio Gaúcha)
Locutor/Apresentador de Notícias do Ano (Troféu Milton Jung) - Maria Luiza Benitez (Rádio Guaíba)


Jornalista destaque do Interior - Emilio Rotta (O Informativo do Vale/Lajeado)


Jornalista do Ano (Troféu Nestlé) - Felipe Vieira (Band)



quarta-feira, 18 de novembro de 2009

EM 8 DE DEZEMBRO, SAEM OS NOVOS VENCEDORES DO PRÊMIO ESSO

    O mais importante prêmio para jornalistas do Brasil já está em sua 54ª edição. Idealizado e realizado pelo diretor de Serviço de Imprensa da Esso, Ney Peixoto do Vale, o concurso teve, na primeira edição, em 1956, uma só premiação. Os vencedores de 1956 foram Ubiratan de Lemos e Mário de Moraes, que contaram, na Revista O Cruzeiro, "O drama dos retirantes". O primeiro prêmio de fotografia foi instituído em 1961.


Até agora, o grande vencedor do prêmio principal do Esso é o Jornal do Brasil, com dez conquistas. Seguem-se o Globo e a Folha de S.Paulo, com nove. Com oito premiações, aparece o Estado de S.Paulo. Depois vêm Veja e Correio Brazilienze, com três, Isto É, e O Cruzeiro com dois. Com uma vitória, consagraram-se Correio da Manhã, Realidade, Fatos e Fotos, Ultima Hora, Jornal da Tarde, Jornal de Brasília e Jornal Já (RS).
Entre os jornalistas, Fernando Rodrigues é o recordista de prêmios em nível nacional, com quatro conquistas. Ele ganhou o Premio Esso de Jornalismo em 1997 e mais três por Melhor Contribuição à Imprensa (2002, 2003 e 2006).
William Waack é o único a ganhar o prêmio principal, de Jornalismo, por duas vezes, em 1991, juntamente com Hélio Campos, e em 1993, sozinho. Os dois prêmios foram ganhos com reportagens realizadas quando ele estava no Estado de S.Paulo. Waack atualmente é apresentador do programa de notícias Jornal da Globo.


Se contar os Essos regionais, o grande vencedor é o repórter Carlos Wagner, de Zero Hora, que já ganhou sete vezes. Em telejornalismo, o SBT do Rio Grande do Sul ganhou em 2004, e a RBS TV venceu em 2006 e em 2007.

Prêmios do Rio Grande do Sul

Só cinco órgãos de imprensa do Estado ganharam até agora o prêmio nacional do Esso. O primeiro foi de fotografia, com João Carlos Rangel, com o trabalho Grave Acidente na Festa da Cavalaria, publicado no Correio do Povo em 1978.
O segundo, também de fotografia, foi vencido por Ronaldo Bernardi, de Zero Hora, com a foto Guerra na Praça da Matriz, na edição de 1990.
Em Telejornalismo, o SBT venceu em 2004 enquanto a RBSTV ganhou em 2006 e 2007.
O único vencedor de prêmio principal de texto, O Esso de Jornalismo, foi o jornal Já, de Porto Alegre, que ganhou no ano de 2005, com o trabalho A Tragédia de Felipe Klein, do jornalista Renê Antunes de Oliveira.

Jornalistas e empresas gaúchas competem na edição regional do prêmio, que atualmente engloba Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal. O primeiro gaúcho a ganhar o Regional do Esso, foi Rui Pratini, pelo Diário de Notícias de Porto Alegre, com o trabalho O Drama das Populações Marginais, em 1969.
Em 1960, Kleber Borges de Assis, ganhou o prêmio regional com Polígono dos Contrastes, publicado no Correio do Povo.


Zero Hora voltaria a ganhar também em 1992 com Contrabando de Lã, publicado em Zero Hora por Ricardo Stefanelli e Jones Lopes da Silva.
Em 1993, Nilson Mariano foi agraciado com o prêmio pelo trabalho O Extermínio de Menores no Rio Grande do Sul, em Zero Hora.
No ano seguinte, Solano Nascimento foi o ganhador com a reportagem Xenofobia na América, publicada em Zero Hora.
Em 1995, Carlos Wagner emplacava o seu quinto prêmio com O Brasil de Bombachas, publicado em Zero Hora.
Em 1997, Eduardo Veras e Itamar Melo, ganharam com No Limiar da Civilização, publicado em Zero Hora
Em 1998, o sexto prêmio de Wagner, desta vez acompanhado de Humberto Trezzi e Nilson Mariano, com a reportagem A Fronteira do Crime.
Em 1999, foi a vez de Eliane Brum conseguir o prêmio com a série A Vida que Ninguém Vê, publicada em Zero Hora.
Em 2002, o primeiro prêmio do Pioneiro, de Caxias do Sul, com Adolescência Prostituída, dos repórteres Letícia Duarte e Ciro Fabris Neto.
Em 2003, a sétima conquista de Carlos Wagner, desta vez com Uma Viagem ao País Bandido.
Em 2005, Renato Bertuol Barros e Júlio Cordeiro e equipe venceram com a reportagem Paixão pelo Futebol, publicada em Zero Hora.
Em 2006, Nilson Mariano ganhou seu segundo prêmio, com Carlos Etchuchury, pela reportagem O Novo Retratodo Pampa, publicado em Zero Hora.

Prêmio do Interior

O Rio Grande do Sul ganhou, em 2007, com Herculano Barreto Filho, do Correio de Gravataí, ganhou o prêmio destinado para veículos de cidades que não sejam capitais nem Distrito Federal, com a reportagem Agressão Policial e Morte do Pedreiro Vilson.
Em 2008, o prêmio Interior foi ganho por Iara Lemos, do Diário de Santa Maria, com a reportagem No Coração do Haiti.

Fotografia dos gaúchos

O prêmio para fotografia no Esso só começou a ser entregue a partir de 1961. Só João Carlos Rangel, do Correio do Povo, em 1978, e Ronaldo Bernardi, Zero Hora, em 1990, ganharam o Esso nacional da categoria. As conquistas regionais de fotógrafos atuantes em jornais gaúchos foram as seguintes.
Em 1976, José Abrahan Diaz ganhou o prêmio de fotografia com o trabalho A Queda, publicado no Correio do Povo.
Em 1977, Antônio Vargas, de Zero Hora, conquistou o Esso de Fotografia Regional, com a foto da visita do Ministro Sylvio Frota a Osório (a foto mostra um cavalo que seguiu sozinho, normalmente, no desfile após a queda do cavaleiro.

Telejornalismo

A partir de 2001, o Prêmio Esso também passou a distinguir os trabalhos de jornalismo na televisão. o primeiro ganhador foi Tim Lopes, da Rede Globo, com o trabalho Feira de Drogas. Arcanjo Antonino Lopes do Nascimento, natural de Pelotas, viria a ser morto por traficantes, no ano seguinte, quando fazia uma reportagem sobre os bailes funk e o tráfico de drogas na favela
O primeiro Prêmio Especial de Jornalismo foi conquistado em 2004 por Cristriane Finger, Milton Cougo, Karina Chaves, aline Dallago, com o trabalho Mulheres que Amam Demais, que foi ao ar pelo SBT. Em 2006, os ganhadores foram Giovani Grizzoti, Laura Nonoay, Jonas Campos e Sérgio Favanello, com A Farra dos Vereadores Turistas, que foi levada ao ar na RBSTV. No ano seguinte, novamente Grizzoti ganhou, desta vez com Fantasmas de Sapucaia, trabalho do qual fizeram parte também Christiane Pastorini e Guto Teixeira. A reportagem foi ao ar também pela RBSTV.


Em 1963, Aldir Schlee, ganhou com O Xisto Betuminoso no RS. O Seu Aproveitamento e a Sua Industrialização, publicado no Diário Popular, de Pelotas. Foi o primeiro prêmio Esso ganhou por jornal do Interior do Estado.


Em 1966, Esther Guendelman, foi a primeira gaúcha a ganhar o Esso com Porto Alegre Pesquisa, publicado na Folha da Tarde.


Pedro Maciel ganhou, em 1972, com Um Povo Condenado, publicado em Zero Hora.


Em 1973, Carlos Alberto Kolecsa foi o vencedor com Tratado de Itaipu, publicado na Folha da Manhã.


André Pereira conquistou o prêmio, com a série A Euforia da Soja, publicado em Zero Hora.


Seria também de Zero Hora, o prêmio de 1975, ganho por Delmar Marques, com a reportagem Migração e Marginalização.


Em 1978, o Correio do Povo voltaria a ganhar, com Dois Séculos de Desmatamento no Rio Grande do Sul, escrito por uma equipe.


Em 1979, a Coojornal levaria o título com os Relatórios do Exército Sobre as Guerrilhas, assinado por Elmar Bones e Osmar Trindade.


Otilia Rieth e equipe ganharam o Esso Regional em 1981, com Encruzilhada Natalino, publicado em Zero Hora.


Em 1984, André Pereira ganhava o seu segundo título, desta vez em parceria com Carlos Wagner, com a reportagem Clandestino, publicada em Zero Hora.


Wagner levaria o seu segundo Esso regional em 1985, juntamente com Irene dos Santos e Mônica Gugliano, pelo trabalho Eis a Indústria da Corrupção, publicado em Zero Hora.


Em 1986, a terceira conquista de Carlos Wagner, com Os Brasiguaios, publicado em Zero Hora.
Zero Hora viria a ganhar de novo em 1987, com O Homem Errado, de autoria de Darci Demétrio da Silva e João Carlos Rodrigues, publicado em Zero Hora.

Em 1990, o quarto título de Wagner, com O Rio Grande Castelhano, em Zero Hora.
Em 1991, Eugênio Bortolon e equipe ganharam com O Rio Grande Devastado, publicado em Zero Hora.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O DIA EM QUE TIVE DE ENFRENTAR UMA VAIA COLETIVA

Foi tudo muito engraçado. O único senão foi o fato de ter acontecido comigo. Pouco depois de eu chegar à redação, por volta de 14h, começamos a ouvir um zumbido estranho e forte. Ninguém sabia de onde era. Pensei comigo: só falta ser do meu computador. Desliguei a máquina e o barulho continuou. Deveria ser então de outro computador. Os colegas diziam que o som inconveniente vinha das proximidades da minha mesa. Na redação com cerca de 30 computadores, todo mundo se perguntava de onde estava saindo aquele ruído perturbador. Era como se fosse de um rádio ligado em uma emissora fora do ar.
Uma colega teve a idéia de pedir ajuda ao help desk, os responsáveis por manter em funcionamento os computadores. Ligou e pediu urgência, que não dava mais para aguentar aquele barulho. Quando o técnico chegou, eu estava na reunião de pauta.

Ao final da reunião, quando voltei, toda a redação me vaiava. O barulho era do meu celular que eu esquecera do lado do computador. O técnico examinou as máquinas e até subiu na mesa para olhar as lâmpadas. Até que percebeu o celular ao lado do CPU. Foi só desligar o telefone, e o barulho sumiu. Agora tenho de aguentar a gozação.

sábado, 24 de outubro de 2009

SÃO PEDRO ESTRAGOU A FESTA DOS EXCEPCIONAIS

A forte chuva que caiu hoje em Porto Alegre acabou inviabilizando a realização da 38ª edição dos Jogos Municipais dos Estudantes Excepcionais de Porto Alegre. A cerimônia começou pouco depois das 9h. O céu estava claro, e a expectativa era de que a chuva só viesse no final da tarde. Mais de 1,1mil excepcionais de escolas de Porto Alegre e mais algumas da região metropolitana e do Interior chegaram a fazer o desfile inicial e até cantaram os hinos brasileiro e rio-grandense acompanhados pela banda da Brigada Militar. Mas, antes que se pudesse assistir ao juramento dos atletas e acender a pira para o início das competições, começou a cair um toró sem trégua.
Os alunos e professores foram encaminhados para o ginásio ao lado da pista de atletismo da sede campestre para que aguardassem, na esperança de que a chuva passasse. Mas São Pedro não permitiu a continuação das festividades.
Neste ano, a prefeitura de Porto Alegre fez um convênio com a Apae colocando os Jomeex no calendário oficial das atividades esportivas da Capital. Seria interessante também que fosse encontrado um outro local para a realização dos jogos. A sede campestre do Sesc, onde vem se realizando as provas todos os anos, é inapropriada para pessoas com deficiências. Trata-se de um terreno acidentado e em declive, que certamente causa muitas dificuldades para quem tem deficiência. Para chegar ao bar, saindo das arquibancadas por exemplo, ou se atravessa a pista e o campo de futebol ou é necessário contorná-los, percorrendo mais ou menos 100m em um terreno de declive e com piso de paralelepípedos. Em um dia chuvoso como hoje, por exemplo, duplicam-se as dificuldades para os deficientes porque as pedras, além de irregulares, tornam-se escorregadias. Além disso, para ter acesso à lancheria, é preciso descer uns sete ou oito degraus.
Espero que, no ano que vem, esses problemas não se repitam e que haja um local adequado que também possibilite um plano B para o caso de uma chuva inesperada. E, finalmente, que toda a comunidade participe e apoie os excepcionais.


Jogos terão uma nova data


Os organizadores deverão marcar uma nova data para a continuação da 38ª edição dos Jomeex. Conforme o coordenador técnico dos jogos, professor Paulo Bertoletti, a realização das disputas depende de uma nova renegociação com a agenda dos eventos do Sesc. Conforme o site da Apae-RS, é preciso motilizar novamente as caravanas que participaram do evento.
- Tão logo se defina a nova data para, estaremos divulgando - assegurou Paulo Bertoletti.


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O BARBEIRO E O PAPA

Com tanto tempo nessa lida, para mim tem sido raro encontrar uma piada nova. Por isso, fiquei agradavelmente surpreso quando meu irmão Valtuir me contou essa. Já conheço uma sequência de piadas de papa e de barbeiro, mas essa era realmente inédita. Quando ouvi, continuei rindo por um bom tempo.


O PAPA E O BARBEIRO
Tudo o que o cliente dizia, o barbeiro desfazia. Se contava que tinha comprado um carro, modelo tal, o barbeiro falava que automóvel bom era o da marca tal, que ele tinha comprado havia seis meses. Ao ouvir o cliente dizer que visitara Montevidéu, o barbeiro afirmava que era uma porcaria, que lindo mesmo era Buenos Aires, onde ele esteve no ano anterior. O cliente foi embora e voltou no mês seguinte. E nem bem sentou-se na cadeira, foi contando:
- Estive na Itália e fui conhecer o papa.
- Verdade, como é que foi?
- Eu estava lá na praça de São Pedro, e o papa na sacada, abanando e abençoando todo mundo. De repente, tive a impressão de que ele estava olhando diretamente para mim.
– Tá brincando?
- Não. Ele chamou um assessor e apontou na minha direção. Em seguida, saiu da sacada e apareceu na praça. Abriu-se um corredor no meio do povo, e o papa foi andando para onde eu estava. Ele chegou bem perto de mim, colocou as duas mãos nas minhas faces, me olhou nos olhos e perguntou solenemente:

- Meu filho, quem é que fez essa merda no teu cabelo!!