quinta-feira, 13 de maio de 2010

QUANDO NOMES E SOBRENOMES NOS PREGAM PEÇAS

Tenho um colega que sabe tudo sobre tratamento de imagem. Seu sobrenome é Paixão. Por conta disso, do nome, não por conhecer seu ofício, já passou por poucas e boas. Uma vez, depois de falar com uma amiga pelo telefone, teve de ouvir, no dia seguinte, que havia sido responsável pelo fim do namoro dela. É que o namorado da menina ouviu o papo anterior entre os dois e ficou irritadíssimo. Ela dizia "fala paixão", "sim paixão", "então tá paixão". Não adiantou ela explicar que estava falando com um amigo que tem esse sobrenome.

Outro dia, caminhando no shopping center, Renato ouviu alguém gritar insistentemente Paixão! Paixão!. Nem deu bola. Seguiu normalmente até uma mesa no setor de alimentação do shopping. Foi então que o colega dele, Serginho, cobrou-lhe:

- Ô meu! Te chamei três ou quatro vezes e tu não ouviu!

Que nada. Eu ouvi sim alguém me chamando, mas você acha que eu iria atender alguém que me gritava paixão, paixão, no meio daquela gente toda?
Li recentemente uma piada relacionada com o sobrenome Paixão. Um funcionário entrou em uma empresa e foi chamado pelo chefão:


- O negócio é o seguinte. Aqui na minha empresa, eu não quero que os funcionários sejam chamados pelo primeiro nome. Não permitimos esse tipo de intimidade. Pedro Silva é Silva, Marcos Santos é Santos. Por isso, você deve me chamar de Sr. Freitas. Entendeu? Qual é o teu nome completo?


Pedro Paixão _ respondeu o novo funcionário, um homem alto, forte e de presença.
 E o chefe, rapidamente:


_ Ok, ok, Pedro, pode ir trabalhar, bom serviço, tenha um bom dia!



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