Trata-se de uma coletânea de informações, trocadilhos, piadas, palíndromos, poesias, fotos e curiosidades em geral.
sábado, 31 de outubro de 2015
DA VIDA PREGRESSA DO AMIGOMEU
Amigomeu, antes de casar, namorou mulheres de todos os tipos: morenas,
negras, louras, ruivas, indígenas, orientais, de quase todas as cores às quais
o Martinho da Vila referiu. Mas a que mais fez o meu amigo feliz por algum
tempo foi uma loira de farmácia. Ele ganhava descontos fabulosos nos
medicamentos além de balinhas de menta.
negras, louras, ruivas, indígenas, orientais, de quase todas as cores às quais
o Martinho da Vila referiu. Mas a que mais fez o meu amigo feliz por algum
tempo foi uma loira de farmácia. Ele ganhava descontos fabulosos nos
medicamentos além de balinhas de menta.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
HOMENAGEM AO NICO FAGUNDES NA RUA DA PRAIA
A Rua da Praia é como um rio que no dia seguinte já não conta com a mesma água. Batizada de Rua dos Andradas, é conhecida mais popularmente pelo nome antigo, do tempo em que o Guaíba não havia sido aterrado e empurrado, estreitado na direção da cidade homônima. Berço dos casais açorianos, é ainda a principal via de Porto Alegre, foco de grandes histórias, algumas tristes, outras engraçadas, mas quase todas elas fantásticas. Cheia de ladrões misturados a gente decente, a Rua da Praia que já foi local de footing (local de caminhadas recheadas de fofocas, namoricos e golpes.
Na terça-feira, a Esquina Democrática, onde os nomes do Borges de Medeiros e dos irmãos Andradas se cruzam, foi palco de uma homenagem ao folclorista, antropólogo, radialista e apresentador de televisão nascido em 4 de novembro de 1934, em Alegrete, e falecido em Porto Alegre, em 4 de junho deste ano. O também alegretense Derli Vieira da Silva, o Chapéu Preto, apresentou uma escultura em madeira que criou para lembrar o conterrâneo autor da letra da música Canto Alegretense.
- Em janeiro deste ano eu decidi homenagear o Nico Fagundes, autor do hino do Alegrete. Levei seis meses para terminar a obra. Em junho, o Nico morreu e decidi divulgar a escultura. Não é parecido com a fisionomia dele, é apenas uma homenagem pelo grande homem que ele foi.
A obra, apelidada de Nico pelo autor, tem dois metros de comprimento. Chapéu Preto mostrou-a na Rua da Praia em cima de uma espécie de triciclo que o próprio escritor construiu e o chamou de Cascamóvel Atômico. Em Alegrete, o triciclo é puxado a burro. Na Capital, o próprio Derli o puxa, como ontem, quando desfilou com a sua homenagem pela praça da Alfândega. Depois de estar na Capital, Chapéu preto vai voltar para o Alegrete onde manterá a estátua em exposição no seu ateliê. Na Capital, o artista tem uma outra escultura em exposição. É "O Carteiro", erguido a pedido dos Correios no Bairro Serraria.
Na terça-feira, a Esquina Democrática, onde os nomes do Borges de Medeiros e dos irmãos Andradas se cruzam, foi palco de uma homenagem ao folclorista, antropólogo, radialista e apresentador de televisão nascido em 4 de novembro de 1934, em Alegrete, e falecido em Porto Alegre, em 4 de junho deste ano. O também alegretense Derli Vieira da Silva, o Chapéu Preto, apresentou uma escultura em madeira que criou para lembrar o conterrâneo autor da letra da música Canto Alegretense.
- Em janeiro deste ano eu decidi homenagear o Nico Fagundes, autor do hino do Alegrete. Levei seis meses para terminar a obra. Em junho, o Nico morreu e decidi divulgar a escultura. Não é parecido com a fisionomia dele, é apenas uma homenagem pelo grande homem que ele foi.
A obra, apelidada de Nico pelo autor, tem dois metros de comprimento. Chapéu Preto mostrou-a na Rua da Praia em cima de uma espécie de triciclo que o próprio escritor construiu e o chamou de Cascamóvel Atômico. Em Alegrete, o triciclo é puxado a burro. Na Capital, o próprio Derli o puxa, como ontem, quando desfilou com a sua homenagem pela praça da Alfândega. Depois de estar na Capital, Chapéu preto vai voltar para o Alegrete onde manterá a estátua em exposição no seu ateliê. Na Capital, o artista tem uma outra escultura em exposição. É "O Carteiro", erguido a pedido dos Correios no Bairro Serraria.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
REFLEXÃO COM CAFÉ, PÃO E MARGARINA
Algumas pessoas privilegiadas, que nunca sofreram nem enfrentam tragédia pessoal, encaram eventuais contratempos como se fossem uma calamidade. E julgam as reações dos outros com base em suas próprias vivências.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
UMA SURPRESA NO DIA DA CRIANÇA
No Dia das Crianças, em passava por essa travessa da foto e pensava que nem tudo estava perdido. Essa via, que liga a Rua Mazeron à Carlos Barbosa, no Bairro Medianeira em Porto Alegre ea um beco com essa árvore aí Com a construção de um corredor de ônibus na Mazeron, a duas quadras do velho Olímpico um terreno com uma casa foi comprado pela prefeitura e transformado de beco em travessa. Temi que derrubassem a bela e imponente árvore que estava no meio do caminho. Felizmente, o projeto preservou a árvore no meio dos canteiros.
Pois foi quando eu caminhava no lado esquerdo de quem vem, no caso eu, do supermercado Pezzi, deparei-me com dois meninos negros que vinham da Vila Cruzeiro. Eram dois primos, um com oito anos e o outro com nove. O mais novo carregava nas mãos uma bola de futebol. Instananeamente, o guri que eu era fez um pedido aos meninos:
- Joga a bola para eu dar uma cabeceada.
Cena congelada
O que aconteceu a seguir?
Opção 1: Eles me ignoraram e seguiram em frente.
Opção 2 Eles me pediram dinheiro e sairam me xingando.
Opção 3 Eles con cordaram com o meu pedido.
Se você escolheu a terceira hipótese, acertou.
Descongela a cena
O menino mais novo sorriu com seus dentes brancos e imediatamente jogou a bola alta na minha direção. Cabeceei forte. Saltaram pingos da bola molhada que até hoje eu não sei se eram gotas d'água ou lágrimas de emoção e alegria. A bola foi na direção do garoto que a pegou, como se fosse um goleiro.
Quando eles foram saindo, eu gritei
- Obrigado! Feliz Dia das Crianças
-Obrigado, tio - responderam os dois, sorridentes e felizes. Por um momento eu voltei no tempo, quando andava pelas ruas vestido de Papai Noel abanando e abraçando as crianças que via e entregando balas e brinquedos.
Pois foi quando eu caminhava no lado esquerdo de quem vem, no caso eu, do supermercado Pezzi, deparei-me com dois meninos negros que vinham da Vila Cruzeiro. Eram dois primos, um com oito anos e o outro com nove. O mais novo carregava nas mãos uma bola de futebol. Instananeamente, o guri que eu era fez um pedido aos meninos:
- Joga a bola para eu dar uma cabeceada.
Cena congelada
O que aconteceu a seguir?
Opção 1: Eles me ignoraram e seguiram em frente.
Opção 2 Eles me pediram dinheiro e sairam me xingando.
Opção 3 Eles con cordaram com o meu pedido.
Se você escolheu a terceira hipótese, acertou.
Descongela a cena
O menino mais novo sorriu com seus dentes brancos e imediatamente jogou a bola alta na minha direção. Cabeceei forte. Saltaram pingos da bola molhada que até hoje eu não sei se eram gotas d'água ou lágrimas de emoção e alegria. A bola foi na direção do garoto que a pegou, como se fosse um goleiro.
Quando eles foram saindo, eu gritei
- Obrigado! Feliz Dia das Crianças
-Obrigado, tio - responderam os dois, sorridentes e felizes. Por um momento eu voltei no tempo, quando andava pelas ruas vestido de Papai Noel abanando e abraçando as crianças que via e entregando balas e brinquedos.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
DIA DA CRIANÇA COM CHUVA
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- Vô, tu sabia que o Sol era namorado da Lua e traiu ela. Aí ele casou com a Chuva e teve um filho, o Arco-Íris.
E eu disse a ela:
- Então é por isso que o Sol vive se escondendo da Lua. Assim que ela chega ele se manda. Que dois nós dois, hem?
Perguntei se ela tinha lido ou ouvido isso em algum lugar e ela me garantiu que saiu da cabeça dela. Essa Luisa Nunes Gressler.
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
REFLEXÕES TROCADILHÍSTICAS
O Uber é uma espécie de camelô ultramoderno especializado em transportes.Laranja obtida de forma informal e ilegal é mais doce. E dá lucro líquido.
Sabe qual a cidade brasileira em que o Uber é um sucesso total? Uberlândia. E qual a que tem aprovação parcial porque pega uma carona dos táxis: Uberaba.
O mais importante no surgimento do Uber é o reflexo que certamente terá no segmento do transporte por táxis convencionais, que obrigatoriamente terão que apresentar um serviço mais responsável, confortável e honesto. O Uber acaba fazendo o que as autoridades fiscalizadoras não fazem: promover a justiça e a retidão nos trabalhos privados destinados à população.
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