Li em alguns sites que Porto Alegre seria a cidade mais arborizada do Brasil. Mas também vi o mesmo em relação a outras cidades como Goiânia e João Pessoa. Mesmo que a capital gaúcha não seja mesmo a mais arborizada, é certo de que tem um número considerável de árvores e isso me deixa bastante satisfeito.
Hoje, no Dia da Árvore, lembrei de uma poesia que li um dia no pátio da Sociedade Ginástica Porto Alegre, a Sogipa. Auxiliado pelo Google, consegui recuperar o texto, que mostro a seguir:


Tu que passa e levantas contra mim teu braço,
antes de fazer-me mal,
olha-me bem.
Eu sou o calor de teu lar nas noites frias de inverno.
Eu sou a sombra amiga que te protege contra o sol.
Meus frutos saciam tua fome e acalmam tua sede.
Eu sou a viga que suporta o teto de tua casa,
a tábua de tua mesa,
a cama em que descansas,
sou cabo de tuas ferramentas,
a porta de tua casa.
Quando nasces tenho madeira para o teu berço,
quando morres,
em forma de ataúde,
ainda te acompanho ao seio da terra.
Sou pão de bondade e flor de beleza.
Se me amas como mereço,
defende-me contra os insensatos.
antes de fazer-me mal,
olha-me bem.
Eu sou o calor de teu lar nas noites frias de inverno.
Eu sou a sombra amiga que te protege contra o sol.
Meus frutos saciam tua fome e acalmam tua sede.
Eu sou a viga que suporta o teto de tua casa,
a tábua de tua mesa,
a cama em que descansas,
sou cabo de tuas ferramentas,
a porta de tua casa.
Quando nasces tenho madeira para o teu berço,
quando morres,
em forma de ataúde,
ainda te acompanho ao seio da terra.
Sou pão de bondade e flor de beleza.
Se me amas como mereço,
defende-me contra os insensatos.