sexta-feira, 8 de maio de 2009

MAIS FATOS QUE MEUS DOIS NEURÔNIOS NÃO ME DEIXAM ENTENDER

O Tico e o Teco, os meus dois neurônios sobreviventes, realmente não se entendem e, por isso, tenho dificuldade de compreender certas coisas. Uma delas é a atividade dos bancos.
Faz um mês e pouco que comecei a notar, no meu extrato, descontos de coisas que eu não havia gasto. Aí fiquei sabendo – o banco não me avisou – que, a partir da 11ª vez que eu fizesse saques no terminal bancário em um mês me cobrariam uma taxa de R$ 1, 40. Pior: Se o saque fosse na boca do caixa seria o dobro. Mas o que é isso? Quer dizer que usam o meu dinheiro e, quando eu quero retirá-lo ainda me cobram.
Ao me dar conta disso, pensei em trocar de banco, mas desisti. Fiquei sabendo em que essa técnica é comum em todos os bancos e que, em algumas instituições é ainda pior. Um banco privado cobra R$ 4,00 por saque que for feito a partir da sétima vez no mês.
Aí, quando leio nos jornais a propaganda sobre o grande lucro obtido neste ano pelo meu banco, eu fico fulo da vida. É parte do meu dinheiro que está indo para esse instituição. O que parece ser resultado de uma excelência de administração, na verdade é usurpação do povo.
Para escapar de pagar essa expropriação cometida pelo banco, o correntista pode tirar tudo de uma vez logo após o pagamento. E então corre o risco de ser assaltado ou até de não controlar direito as finanças. Mas, meu Deus, se a gente já paga manutenção de conta e altos juros, ainda tem que pagar para retirar o dinheiro do banco? Mas onde é que estamos?
Não entendo por que bancos têm esse privilégio de poder explorar o povo.


E OS CARTÓRIOS

Outro fato que me impressiona são os cartórios. Uma simples carimbada em um documento já nos custa uma fortuna. Um reconhecimentinho de firma, uma procuração redigida a mão para uma ação burocrática qualquer já é taxada de forma inexorável. Isso sem falar em negociações de venda de imóveis


Pergunto: por que os serviços de cartório são tão caros já que não têm gastos a não ser papel, que não se compara a um jornal, e pouquíssimos funcionários. Para onde vai esse dinheiro? Por que só algumas pessoas são eternas donas de cartórios? Se estou dizendo bobagem, por favor me corrijam. Eu devo estar errado e não conheço nada de nada.

3 comentários:

Dalva M. Ferreira disse...

Concordo tanto com você! No "meu tempo", não havia computadores. TUDO que tínhamos que fazer era pessoalmente: banco, era na fila, na boca do caixa. Aceitavam-se cheques, não tinha esse babado de Cartão disso, Cartão daquilo... Cartório é um anacronismo total, tem que chegar um revolucionário e por fogo em tudo!

Aline C. disse...

Oie Plinio! Passando por aqui!!! Bju grande, colega!

Gabrielle disse...

Olá, Plinio...

Quero te agradecer pela visita ao meu blog (famosidadeemlcd.blogspot.com) e pelo comentário na entrevista com o Mauro Castro.
Espero que tu continues acompanhando o trabalho que estamos fazendo lá.

Sucesso com o teu blog,
Um abraço.