segunda-feira, 5 de setembro de 2016

UM DIA DE BOM HUMOR (Mistura de realidades com ficcão)

O galo canta ao longe, toma o lugar do despertador, na hora certa. E o que se ouvem não são os tiros e os gritos dos traficantes em guerra contínua na vila, seguidos da sirene das viaturas. Os sabiás, os bem-te-vis seguem a sinfonia após a performance do galo.
 Entro no Facebook, rio com as bobagens de pândegos como o Paulo Motta, deixo as minhas besteiras e ignoro queixas e puxa-saquismos de candidatos e outros políticos.
 Na saída de casa, noto as flores do jardim da frente desabrochando com autorização da Primavera, que chega no próximo dia 22.
 Alguém abre a porta do banco para eu entrar. Agradeço. Extrato revela que o pagamento chegou. Seguro a porta para outro cliente sair. Ganho um obrigado e um sorriso.
 O ônibus mais certo chega junto comigo à parada. Choveu e abriu sol. O Arco-íris vai de um edifício ao outro e mergulha no Guaíba.
 Elogios no trabalho. Troca de trocadilhos com o colega Luiz Gonzaga Lopes, especializado nesse tipo de humor.
O expediente passa rápido. Aprendo mais um pouco de português, dos acontecimentos diários da cidade e do mundo.
Chego de volta em casa, são e salvo. Dou um beijo no meu filho Luciano. Sono rápido e tranquilo.
Foto de Ari Teixeira

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