domingo, 29 de novembro de 2015

REFLEXÃO EM MAIS UM DOMINGO DE FOLGA

Ser feliz, em qualquer idade, é entender que a vida humana segue um ciclo como acontece com tudo o que nos rodeia. Metaforicamente, o Sol nasce, brilha em momentos em que não há nuvens espessas, e morre. E ressuscita no dia seguinte para repetir incansavelmente a sua saga, de leste a oeste pelo céu. Isso ocorre relativamente aos nossos olhos e outros sentidos. Porque ele segue vivo, fazendo a sua performance no outro lado do mundo.
Ser feliz é viver entendendo que a gente não tem capacidade para compreender tudo e que o negócio é conviver com o que se sabe de útil, procurando, sem angústias, mais informações. É concordar com Sócrates, o pensador grego, não o jogador de futebol, que tinha consciência de que havia infinitamente muito mais coisas que ele desconhecia. Há que acreditar em algo sem se deixar levar por falsos profetas ou supostos líderes com seus interesses egoístas escondidos.
A única coisa clara, cristalina, é o fim do ciclo, que chamamos morte e que se dá, inevitavelmente para tudo o que nos cerca. O templo de duração de cada vida, seja humana ou não, é que varia e, se há recomeços e motivos, ou não, isso é um mistério que o ser humano talvez nunca descubra.

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