sábado, 24 de maio de 2014

FRASES QUE BROTAM SOLTAS EM UMA FRIA TARDE DE SÁBADO

Epitáfio de um poeta triste
  "Não foi a saudade de ti que me matou. Foi a dor de teres me esquecido.

Observação sobre o Facebook
 O corretor é a maquiagem para quem tem problemas com a Dona Ortografia.


Noticiário jurídico
Absolvida a menina traça que roubava livros. Juiz considerou que se tratava de furto famélico. (Homenagem ao meu amigo Carlos Urbim, autor do livro Uma Graça de Traça)


Sinal dos tempos atuais

O selfie (ou autorretrato) é o espelho do Narciso moderno.

domingo, 18 de maio de 2014

RESULTADO DO SORTEIO PARA EXEMPLAR DO LIVRO TAXITRAMAS, DIÁRIO DE UM TAXISTA

O Blog Vidacuriosa tem a satisfação de apresentar o vencedor (no caso, vencedora) do sorteio para o único exemplar que restou da edição do livro Taxitramas, Diário de um Taxista, do meu amigo Mauro Castro, que reuniu as histórias publicadas semanalmente, às segundas-feiras no jornal Diário Gaúcho, de Porto Alegre e em seu próprio blog, taxitramas.com.br. São relatos bem-humorados a partir de observações do autor, que é também motorista de táxi na capital gaúcha.
  Concorreram exatamente três leitores. O livro é de qualidade, mas o blogueiro não tem o mesmo carisma do escritor, que conseguiu esgotar sua obra produzida com recursos próprios e vendendo todos os exemplares sem sair do seu veículo. Várias pessoas comentaram sobre o sorteio na linha do tempo do autor do blog no Facebook e externaram a curiosidade de ler o livro e o desejo de participar, mas só três efetivamente deixaram o recado no Vidacuriosa, habilitando-se para disputar o prêmio. Quero agradecer imensamente aqui à Sandra Nunes e à Glaci Borges pela participação e anunciar que a vencedora foi:

                               ERIKA HANSEN

A ganhadora receberá nos próximos dias o livro sem qualquer custo e já com um autógrafo do autor com dedicatória personalizada para ela.

  O sorteio foi realizado com a participação e supervisão de Raphael Nunes Knaak, também conhecido por mim e por leitores da minha Linha do Tempo do Facebook como Meu Pequeno Chefe.
O sistema usado para apontar o ganhador foi o mais simples possível com a colocação de três pedaços de papéis dobrados, com os nomes das concorrentes, em uma caixinha, da qual Raphael retirou aleatoriamente a vencedora, conforme mostram as fotos que acompanham esta postagem.






domingo, 4 de maio de 2014

AVOLICES DE DOMINGO - UMA HISTÓRIA FUTURÍSTICA SOBRE O MEU PEQUENO CHEFE

Corre o ano de 2027. Com 17 anos, meu neto Raphael, a quem eu sempre chamei, desde menininho, de O Meu Pequeno Chefe, está na aula de História Geral da Arte, no meio de seus 438 colegas. A sala é um auditório em forma de teatro de arena. A professora pergunta, pelo microfone instalado em sua lapela, qual a diferença entre a tragédia e a comédia. Cada aluno dispõe de um fone de ouvido e um pequeno microfone. 
 Raphael é o mais rápido em se habilitar para responder. Aperta o aparelhinho que cada um tem, chamado de student own, e logo sua foto aparece no grande painel à esquerda da professora. Em grandes letras, brilha o nome do aluno: Raphael Nunes Knaak. Tudo o que ele disser, aparecerá no painel em portruguês, inglês e chinês. O som de suas palavras também sai no alto-falante e nos fones dos colegas, traduzido simultaneamente para o idioma de quem ouve.
 Confiante, meu neto responde:
- Depende do ponto de vista.
- Explique-nos, por favor, Raphael - pede a professora.
- Vou contar uma historinha antiga. Em 2014, quando eu tinha quatro anos, fui almoçar com a família na casa de um tio. Compareceu um grande grupo de familiares. Fazia muito frio e, no almoço, comemos todos um prato chamado mocotó. É uma iguaria que não existe mais porque, naquele tempo, ainda se matava animais para comer. O prazo era produzido com patas de boi, além de vísceras e outros ingredientes que nem gosto de me lembrar. Acontece que um dos ingredientes estava estragado e isso causou um revertério, um desarranjo intestinal, em todos ao mesmo tempo. Como na residência havia apenas um banheiro, imaginem a confusão e o caos que se instalaram. Moral da história: o que para vocês é uma comédia, para todos os que estávamos lá, foi uma tragédia.
  O que se ouviu foi uma gargalhada geral, em cascata, iniciada por quem entendia português e seguida à medida que os outros escutavam a tradução. Quando o riso, parou, Raphael acrescentou. "Era só para descontrair a aula. Agora vou falar sobre comédia e tragédia."
Com segurança, falou sobre a história grega e mundial, iniciando por Aristófanes, com a comédia, e referindo os da tragédia, como Ésquilo, Sofocles e Eurípides, concluindo com Shakespeare e outros.
    Quando ele acabou sua explanação, o que se ouviu foi uma ovação. Era tão forte o barulho que eu despertei. Acordado, segui ouvindo palmas. No pátio, encontrei o Meu Pequeno Chefe, brincando com o Bolt, batendo palmas.

RECOLUTA II (*) DO FACEBOOK

° Reflexões da mãeduguarda I
  Existem ex-sogro, ex-sogra, ex-nora, ex-genro, ex-cunhado, ex-padrasto, ex-madrasta, ex-marido e ex-esposa. Só não existem ex-pai, ex-mãe e ex-filho. Infelizmente, muitas pessoas que põem filhos no mundo não merecem ser chamados de pai ou de mãe.



º Reflexões da mãeduguarda II
  Cuidemos bem de nossos filhos, observando a natureza. Mosquitos não põem ovos na água do aquário.

º Não tenho o hábito de mandar indiretas pelo Facebook. Sou apenas um palhaço que faz malabarismos com as palavras e as joga, feito chapéus para a plateia sem fazer ideia de para quem eles servirão.

º Constatação na minha rua, no Bairro Medianeira: ninguém mais acredita em ninguém. Até Jeová precisa de testemunhas.

º  O píor da burrice é quando vem acompanhada de teimosia e soberba.

º Alguns dos meus amigos são pessoas tão admiráveis, tão boas que na hora em que estou elaborando o meu curriculum vitae eu sinto uma vontade quase incontrolável de registrar ali que são meus amigos.

º  Quem trabalha só para encher a algibeira, odeia segunda-feira.

(*) Recoluta: em termos gauchescos é o ato de fazer buscas, escolher e recolher alguns animais no campo.

  

sábado, 3 de maio de 2014

COMENTE ESTE POST E CONCORRA AO SORTEIO DE UM EXEMPLAR DO LIVRO DE MAURO CASTRO

Diante de tanta oferta de leitura com existência da Internet, vender livros hoje em dia é muito difícil. Editar é complicado. As editoras só apostam nos autores muito conhecidos. Lançar um livro por conta própria não é um feito para qualquer um. E o meu amigo Mauro Castro, taxista e colunista do Diário Gaúcho, conseguiu uma façanha. Vendeu 3 mil livros da segunda edição da obra que reúne crônicas publicadas no jornal Diário Gaúcho e do blog que o motorista de táxi mantém na internet no endereço Taxitramas.com.br. São histórias de um cronista de verdade, não um colunista que se perde em divagações sobre si mesmo, mas alguém que retrata o cotidiano das pessoas, especialmente as que usam táxi. Por meio das crônicas, pode-se ter uma noção da vida da população de uma cidade, dos seus anseios, das suas angústias, das suas vitórias e dos seus momentos de humor.
  A edição do Taxitramas esgotou-se, mas restou um exemplar que poderá ir para suas mãos. Entre aqui nos comentários e concorra. No dia 15 deste mês, estaremos sorteando o livro e enviando, sem custos, à casa do vencedor. Basta deixar um comentário. Caso você seja sorteado, envie seu endereço para o email plinioopnunes@yahoo.com.br para receber o livro.