segunda-feira, 26 de julho de 2010

COISAS QUE MEUS DOIS NEURÔNIOS NÃO CONSEGUEM ENTENDER

Tem algumas coisa que ouço ou leio e não consigo entender. Não sei se é por culpa do meu Q.I. ou do estado lamentável dos meus dois neurônios, o Tico e o Teco, especialmente o Teco. Uma delas eu tenho ouvido nos diálogos das novelas: "Coma, meu filho, que a primeira refeição é a mais importante do dia". Eu pergunto: por quê? Será que é certo ou quem fala isso está repetindo uma máxima dos tempos antigos em que era preciso tomar um café da manhã reforçado com o objetivo de ter energia suficiente para encarar o pesado e longo trabalho da lavoura ou da lida do campo? Não sou especialista em nutrição, mas me parece uma bobagem isso.
   Outra coisa que me deixa impressionado são cenas de filmes e novelas em que alguém leva um tiro, cai na água e fica boiando. O certo seria o corpo afundar pois ele só vem à tona três ou quatro dias depois quando incha. Gostaria que algum especialista me dissesse se estou dizendo bobagem ou não? Não vale dizer que o motivo é tornar a cena mais plástica, mais atraente. Se for, é muita falta de criatividade porque já vi esse tipo de cena em muitos filmes e novelas.
 

3 comentários:

Mauro Castro disse...

Plinio, pensei que tu fosse citar lá no comentário do Taxitramas o acordo da imprensa em não noticiar suicídios (por outro lado, homicídios...). Eu realmente peguei aquela passageira apavorada com o enforcado na Redenção...
Há braços!!

vidacuriosa disse...

Valeu. Vou comentar o caso. Realmente, existe um consenso entre jornais de não divulgar suicídios, a menos que as circustâncias do caso tornem isso inevitável. Há mortes que parecem suicídios e depois se comprova que foram assassinatos. Quando há uma dúvida assim, os jornais publicam. Depende de cara veículo, mas a maioria só publica suicídio não houver como deixar de divulgar como quando acontece envolvido com outro tipo de episódio como assassinato. Isso tudo depende de cada veículo. O suicídio de um jovem filho de político que se jogou de um edifício no centro de Porto Alegre foi noticiado e até virou prêmio regional do Esso por um jornal que deu detalhes da vida da vítima e do pai dele. Normalmente há a idéia de que a divulgação de suicídios possa detonar a repetição de casos, mas nunca encontrei um estudo sobre isso.

Dalva Maria Ferreira disse...

Muita seriedade pro meu gosto. Fico com o Guri de Uruguaiana. Vocês gaúchos são tudo de bom!